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segunda-feira, 10 de março de 2014

Saúde: Óleo de Abacate


Gorduras do óleo de abacate regulam triglicérides e colesterol

Cada 100ml de óleo tem 900 calorias. Por isso uma colher de chá, 2 vezes por semana é o suficiente para a medicina preventiva.


Cortado em pedacinhos o abacate pode enriquecer a salada com polifenóis que previnem doenças como diabetes, hepatite e problemas cardíacos.
Os últimos estudos apontam um elixir para a saúde: o óleo de abacate, rico em gorduras que regulam o triglicérides e o colesterol. O óleo de abacate tem:
- Ômega 3, importante para circulação do sangue e funcionamento do cérebro;
- Ômega 6, que fortalece os ossos e a pele;
- Ômega 7, ajuda na absorção de nutrientes;
- Ômega 9, um poderoso antioxidante e anti-inflamatório;
- Ômega 11 que melhora pele, unhas e cabelos.


Cada 100ml de óleo tem 900 calorias. Por isso uma colher de chá, 2 vezes por semana é o suficiente para a medicina preventiva.
Fonte: G1

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Saúde: Adeus prazeres da carne: tudo o que você precisa saber para ser vegetariana


Você decidiu tornar-se vegetariana - e isso pode fazer maravilhas por sua saúde. Mas só se for do jeito certo...




Antes da mudança, o ideal é procurar um nutricionista para que ele indique uma dieta equilibrada

Foto: Getty Images
As mulheres vivem lutando para chegar ao topo: da carreira, dos relacionamentos... Pois bem, saiba que você está no topo da cadeia alimentar: pode comer o bicho que quiser. E não corre o risco de ser comida por nenhum deles - a menos que se aventure em um safári pela África. Se ainda assim você quer abrir mão da sua posição superior e tornar-se uma vegetariana, é questão de escolha. Algumas pessoas fazem isso por acharem que é bom para a saúde, outras porque estão preocupadas com o planeta, algumas têm pena dos animais, os iogues acham que combina com seu estilo de vida, e também não se pode desprezar a companhia durante a refeição - e talvez até depois dela - do rapaz vegetariano de olhos verdes que conheceu naquela balada. Ou a decisão de se tornar vegetariana seja apenas reflexo de sua inteligência privilegiada. Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Southampton, na Inglaterra, mostrou que um QI alto na infância está intimamente relacionado com a conversão de algumas pessoas à dieta vegetariana na idade adulta. Bem, não importam os motivos que a levaram a dizer adeus de vez ao bacon, à picanha, ao cupim e ao companheiro de tantos ataques de fome, o hambúrguer. O importante é fazer com que essa despedida seja o menos dolorosa e danosa possível ao seu organismo. O que isso significa: que a transição deve ser feita de forma consciente e bastante saudável. A mudança pode ser radical, ou seja, a pessoa para de consumir carne de uma vez, ou pode levar alguns meses, com o consumo sendo reduzido aos poucos. Cada um faz do jeito que achar melhor. "Quem radicaliza muitas vezes pode ter um problema sério de saúde e acredita que esse é o momento de mudar. Alguns o fazem por filosofia de vida. Nesse caso, a transição costuma ser mais lenta", diz a nutricionista Bárbara Sanches, da VP Consultoria, em São Paulo.

Junk vegetariano

Seja qual for seu ritmo, tenha na cabeça que a conversão pura e simples ao fantástico mundo das folhas e frutas não é garantia de uma dieta de qualidade. "O fato de a pessoa optar pelo vegetarianismo não significa que ele seja saudável, porque a alimentação pode estar totalmente desequilibrada. Existem dietas desbalanceadas tanto entre os vegetarianos como entre os onívoros, aqueles que comem de tudo", diz a nutricionista Tatiana Scacchetti, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Nessa salada russa, há muita comida que pode ser classificada como vegetariana mas que também acaba entupindo suas artérias com o passar do tempo. Se você cortar carne mas continuar comendo salgadinhos e molhos prontos, a única coisa que estará fazendo é ser adepta de uma espécie de junk food vegetariano.

Siga o mestre

A primeira dica para fazer a coisa certa vai na linha "Consulte sempre um corretor de seguros". Antes da mudança, o ideal é procurar um nutricionista para que ele indique uma dieta equilibrada. Feita de qualquer forma, pode deixá-la com uma deficiência nutricional. E sabe o que isso significa na prática? Além de começar a colecionar problemas de saúde, você ficará feia. "A deficiência proteica pode resultar em perda muscular, dificuldade de cicatrização, queda de cabelo e unhas quebradiças", diz a nutricionista Eneida Ramos, do Albert Einstein. E você não pretende ficar parecida com aquele estereótipo da vegetariana pálida e abatida, não é mesmo? Tornar-se vegetariana não significa resignar-se a enxergar um prato verde o tempo todo. Se decidir fazer tudo sozinha, sem um nutricionista, é bom preocupar-se com o que não pode faltar no seu organismo. "Você já ouviu isso, mas agora, mais do que nunca, a alimentação deve ser muito variada e colorida também. Caso necessário, a dieta pode ser complementada por suplementos, recomendados por um profissional", diz a nutricionista Letícia de Nardi, de São Paulo.

Bons motivos para se tornar vegetariana

Quando um chato perguntar por que você se tornou herbívora, tenha as respostas na ponta da língua.


· É mais fácil ficar magra. Um estudo conduzido pelo Instituto Cancer Research, na Inglaterra, acompanhou 22 mil pessoas em cinco anos. Nesse período, enquanto os carnívoros ganharam 2 kg, os vegetarianos ficaram ½ kg mais gordos.

· Um estudo da Universidade Columbia, nos EUA, mostrou que a ansiedade diminuiu 18,6% e o stress crônico caiu 16,4% em adeptos da dieta vegan.

· A pressão sanguínea e os níveis de LDL (colesterol ruim) e triglicérides eram mais baixos entre os ovolactovegetarianos, segundo um estudo da Universidade Federal do Espírito Santo.

· A dieta diminui a produção de radicais livres e previne o envelhecimento, segundo pesquisa da Universidade de Medicina da Eslováquia.

· Vegetarianos e vegans têm o índice de massa corporal menor do que os que comem carne.

· Quem não come carne é 45% menos propenso a desenvolver câncer no sangue, segundo pesquisa da Universidade de Oxford, na Inglaterra. O mesmo estudo conclui que a abstinência reduz em 12% o risco de qualquer tipo de câncer.

· Melhora a digestão por causa do consumo de fibras. Você nunca mais vai precisar contar há quantos dias seu intestino está de greve.

· Aumenta a longevidade. Mulheres vegetarianas têm 24% menos chance de morrer de ataque cardíaco do que as não vegetarianas.

Bons outros para manter a carne no cardápio

O que responder a um vegetariano que tente convencê-la a abandonar o espeto de picanha.


· É possível fazer refeições saudáveis e balanceadas mesmo comendo carne. A dieta vegetariana também pode ser de má qualidade.

· As fontes de proteína vegetal não contêm todos os aminoácidos de que o organismo precisa. E, no caso dos vegetais, essas proteínas não são tão facilmente absorvidas pelo organismo.

· Ao cortar carne, a deficiência de ferro pode levar à anemia, que vai deixá-la cansada e abatida, muitas vezes com falta de ar e fraca. Um estudo feito pelo Conselho Nacional de Combate à Anemia, nos EUA, mostrou que as adolescentes tinham dez vezes mais chance de ter anemia do que os garotos - uma das causas apontadas eram as dietas vegetarianas.

· Estudos mostram que a deficiência de zinco, um dos problemas que podem afetar os vegetarianos, pode deixar o sistema imunológico mais fraco. Um estudo da Universidade Estadual de Michigan, nos EUA, constatou que em apenas um mês a eficiência do sistema imunológico diminuiu de 30 a 80%.

· Um estudo do Instituto Ludwig Boltzmann, na Áustria, constatou nos vegetarianos uma redução da síntese de colágeno, que tem papel fundamental na prevenção do envelhecimento da pele.

· Vegetarianos podem sofrer prejuízo na saúde mental, segundo um estudo da Universidade de Newcastle, na Austrália. Entre os vegetarianos, 22% tinham depressão, ante 15% dos não vegetarianos.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Saúde: As vantagens de cada cereal e as melhores combinações para a sua saúde


Confira quem perde e quem ganha na comparação de 40 gramas de farelo de trigo e flocos de milho e aveia 

e veja como combinar esses cereais no seu cardápio.




Ao acordar, precisamos de altas doses de carboidratos, fibras e vitaminas - o que os cereais oferecem.
Foto: Alex Silva
A última Pesquisa de Orçamentos Familiares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente ao biênio 2008-2009, mostra que o consumo de cereais por aqui ainda é bem baixo. Segundo o levantamento, apenas 2,2% da população costuma ingerir flocos à base de milho, trigo e aveia. E, por incrível que pareça, o índice despenca entre os jovens: só 1,7% deles os apreciam com regularidade.

Apesar de taxas tão pequenas, tanto a indústria quanto as autoridades em saúde apostam na maior presença desses grãos no cardápio verde e amarelo. Prova disso foi a sua recente inserção na pirâmide alimentar brasileira - neste ano, diversos ingredientes que ganham destaque na nossa cozinha foram adicionados ao reconhecido guia nutricional. "A proposta foi considerar a necessidade de inclusão de alimentos importantes, como o cereal matinal e alguns tipos de frutas e legumes", conta a nutricionista Sonia Tucunduva Philippi, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, idealizadora da pirâmide. "Sabemos que indivíduos que consomem cereais matinais e alimentos integrais sofrem menos com obesidade, pressão alta e níveis elevados de glicose no sangue", justifica.

O destaque para os flocos de milho e seus parceiros ultrapassa fronteiras. Uma revisão de estudos publicada no Jornal Italiano de Pediatria reforça o impacto do café da manhã na saúde de gente de qualquer idade, sobretudo se for à base de cereais matinais. "Eles são ricos em fibras e carboidratos, além de apresentarem baixo teor de gordura", elogia Ludmilla de Carvalho Oliveira, engenheira de alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo. Fornecem, portanto, energia na medida.


CORAÇÃO PROTEGIDO

Um dos principais pontos elencados pelo documento italiano são os benefícios de uma porção matinal para o coração. "Os farelos de aveia e de trigo fornecem fibras solúveis, que auxiliam na redução de triglicérides e do colesterol ruim", ressalta a engenheira agrônoma Eliana Guarienti, da Embrapa Trigo. Já a betaglucana, fibra típica da aveia, se une às moléculas de gordura, formando um complexo eliminado nas fezes. "Consumir cerca de 5 colheres de sopa do grão por dia reduz em 5% os níveis do mau colesterol", indica a nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, a Abeso. Tem mais: pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, notaram um elo entre o consumo de cereais e a redução do risco de pressão alta em homens de meia-idade.


INTESTINO EFICIENTE

Se as fibras solúveis são amigas dos vasos, as insolúveis dão aquela forcinha ao sistema digestivo. Na Universidade de Leeds, na Inglaterra, cientistas analisaram os efeitos da ingestão do farelo de trigo em 153 voluntários. Eles viram que após duas semanas houve melhoras no trânsito intestinal e até mesmo na disposição dos participantes. "A fibra insolúvel estimula a evacuação, trazendo sensação de bem-estar", observa a nutricionista Nair Luft, da Universidade de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul.


MEMÓRIA AFIADA

Dentro de um desjejum equilibrado, o cereal traz vantagens para o cérebro. Os dados coletados indicam uma íntima relação entre o que colocamos na tigela logo cedo e o bom funcionamento da nossa rede de neurônios. É que os flocos de milho e companhia são fontes de nutrientes imprescindíveis às funções cognitivas: em crianças e adolescentes, melhoram a performance na escola e, nos mais velhos, asseguram agilidade mental e memória afiada. "A falta de vitamina B12 pode atrapalhar o desempenho cerebral. Por sorte, sua presença em cereais garante as cotas diárias de que precisamos", exemplifica o neurologista Norberto Frota, da Academia Brasileira de Neurologia.


PESO CONTROLADO

Começar o dia com flocos de milho e afins também faz diferença para aqueles que se preocupam com a balança. Um experimento com adolescentes americanas mostrou que saborear uma porção de cereal com leite logo cedo reduz os abusos no almoço e a vontade de comer guloseimas à tarde. O efeito, veja, não é só imediato. Por falar em gente jovem, incluindo a criançada - público que costuma pular o café da manhã ou apelar para soluções rápidas -, fica ainda mais importante o convite de adotar uma tigela. "Nem dá para comparar o valor dos cereais com o dos biscoitos recheados, que não passam de uma bomba calórica", diz o médico Cláudio Barbosa, da Associação Brasileira de Nutrologia. Por causa das fibras e vitaminas, os grãos ainda deixam pra trás aquele copo de leite com achocolatado, rapidamente absorvido pelo corpo.

Só não se esqueça de checar o rótulo das caixas. "Alguns cereais são cheios de corante e carregam muito sódio", adverte a nutricionista Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria, na capital paulista. Quanto mais natural e livre de aditivos, melhor. Aí, o pão com manteiga e o leitinho que se cuidem.

TRIGO

cálcio está presente em boas medidas nos três tipos de cereal, com destaque para o farelo de trigo. Adicionar leite ou iogurte à cumbuca aumenta de forma significativa o teor do mineral na refeição matutina. No quesito fibras, cujos benefícios vão desde o intestino funcionando como um relógio até menos colesterol ruim circulando por veias e artérias, os itens à base de trigo ganham de goleada. As vitaminas B, que atuam no aproveitamento de outros nutrientes, ou seja, nas reações químicas que produzem energia para o corpo trabalhar, também são mais abundantes no cereal de trigo. 

MILHO

Os flocos de milho são mais os mais ricos em carboidrato, o que faz desse alimento uma ótima pedida para quem vai praticar atividade física logo cedo. Os cereais feitos a partir do milho também ficam em primeiro lugar quando o assunto é zinco, um dos minerais essenciais para o nosso organismo. Entre outros problemas, a falta dessa substância está relacionada à baixa na imunidade. 

AVEIA

A aveia tem valor energético pouco maior que o do floco de milho e bem mais que o do trigo. As versões acompanhadas de chocolate, frutas secas, mel e oleaginosas agregam ainda mais calorias - ponto de atenção para os mais cheinhos. 

PARA PERDER PESO

Do gérmen de trigo vem a vitamina B e, do farelo, as fibras insolúveis. Junto com o iogurte, a dupla dá uma força extra para a digestão. A aveia prolonga a saciedade e a canela tem ação termogênica, acelerando a queima calórica. 

MULHERES NA MENOPAUSA

A granola - mix de cereais, frutas e oleaginosas - é rica em fibras, vitaminas B, zinco, selênio e gorduras boas. O leite desnatado é indicado por ser magro e ter muito cálcio. Já o mirtilo oferece antocianina, um potente antioxidante. 

ANTES DE MALHAR

Por liberarem rapidamente açúcar para o organismo, os flocos de milho e o suco de melancia garantem a energia para o exercício. O iogurte contribui para uma digestão mais fácil, além de prover boas doses de proteína e cálcio. 

PARA BAIXAR O COLESTEROL

A ideia é combinar uma turma de protetores dos vasos. A proteína do leite de soja reduz os níveis de colesterol ruim no sangue. O mesmo vale para a fibra betaglucana da aveia, o flavonol do cacau e o ômega-3 da semente de linhaça. 

DEPOIS DOS 65

A aveia é cheia de fibras solúveis, que controlam a glicemia e o colesterol. A maçã, rica em pectina, também se une à luta contra o excesso de gordura nos vasos. O cálcio, presente no iogurte e no gergelim, fortalece o esqueleto. 

CRIANÇAS

Os pais temem o excesso de doçura de cereais com chocolate, como este müsli. No entanto, o combo com leite integral fornece fibras, cálcio e uma energia bem-vinda. A fruta acrescenta vitaminas - no caso do morango, a C. 
Fonte: M de Mulher








sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Peixe assado com legumes e molho de limão


Não é apetitoso? (Foto: Flávio Vianna)
Seja para iniciar a semana ou até mesmo impressionar a família e amigos, sempre faço peixe de formas diferentes. Após provar esta delícia, pedi ao chef Flávio Vianna — que criou essa receita — que desvendasse o segredo do molho de limão super leve e nada amargo.

Descobri que  este molho é, na verdade, quase uma maionese morna, feita com o caldo do próprio cozimento do peixe e ovo cozido. Lendo assim, parece bem estranho, mas aconselho vocês a provarem este peixe assado com legumes e molho de limão que, além de simples, é bem gostoso. Ele pode ser feito com robalo, st.peter ou até mesmo pescada branca.
Ingredientes:
04 filés de st.peter limpo com 200g cada
02 limões sicilianos ou Taiti
04 fatias de erva doce *opcional
01 tomate
01 cebola
01 abobrinha
02 xícaras de chá de vinho branco ou caldo de legumes
02 colheres de sopa de manteiga sem sal
02 ovos
½ xícara de chá de azeite
Dill ou salsa picada a gosto
Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo:
Cozinhe os ovos por 05 minutos. Retire a casca e reserve.
Fatie um limão em rodelas bem finas, o tomate, a abobrinha e a cebola.
Em uma assadeira, tempere os filés de peixe com sal e pimenta. Disponha as rodelas de legumes intercaladas em cada filé. (Abobrinha, tomate, cebola, erva doce e limão).
Coloque o vinho branco, a manteiga e leve ao forno pré-aquecido a 180°C por 15 minutos.
Retire o peixe do forno e separe o caldo de seu cozimento.
Em um liquidificador, bata os ovos com o caldo do cozimento do peixe, o outro limão espremido por 02 minutos. Adicione sal e pimenta, aos poucos vá colocando o azeite.
Coloque o molho sobre o peixe, finalize com dill ou salsa e sirva em seguida.

*Não é necessário servir o molho quente. Acompanhe com arroz branco ou batatas cozidas.
Rendimento: 04 porções

Tempo preparo: 25 minutos

Fonte: Yahoo Mulher por Vivi Araújo

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Doença celíaca não tem cura, mas pode ser controlada com alimentação


Diarreia  crônica, perda de peso e anemia podem ser alguns sintomas da doença celíaca, que acontece quando o organismo apresenta intolerância ao glúten, o que significa não poder ingerir alimentos como pães, bolos, pizza, cerveja, macarrão, entre outros. A nutricionista Flávia Ribeiro, do Hospital Daher, explica que, por ser uma doença de origem genética, não há como prevenir. “Os indivíduos predisposto já nascem com essa alteração no organismo”, afirma.  Em alguns casos, a pessoa só desenvolve a intolerância na vida adulta.
A doença ainda não tem cura, mas pode ser controlada através de uma dieta restrita, excluindo alguns alimentos que contém glúten, como aveia, trigo, cevada e centeio. “A restrição absoluta de glúten é difícil ou mesmo impossível de manter, devido à diversidade de alimentos ricos em glúten disponíveis nos mercados. Por isso é importante sempre observar bem os rótulos dos alimentos e substituí-los por derivados de milho, batatas, arroz, soja, tapioca, entre outros”, sugere Flávia. “Assim é possível evitar os incômodos da doença e viver uma vida normal”.  Muitas vezes um alimento que foi preparado em uma mesma máquina ou forno que outro que continha glúten pode se “contaminar” e fazer mal para o paciente.
O tratamento consiste em uma alimentação indicada por um nutricionista, pois somente uma dieta isenta de glúten favorece o bem estar ao paciente.  Ter de viver com restrições alimentares  é mesmo muito complicado, afinal, isso significa se privar de alimentos saborosos durante toda a vida.  Na prática, quem tem essa doença deve  ficar atento aos alimentos  ingeridos  e optar por uma dieta equilibrada no dia a dia.
A nutricionista lista alguns produtos que são permitidos aos portadores da doença celíaca: biscoitos e bolos à base de tapioca, fécula de batata, polvilho doce e azedo, milho e maisena; frutas e verduras à vontade; arroz branco e integral; farinha de mandioca; leite fermentado/iogurte/coalhada, queijo, manteiga e creme de leite; ovos; peixes gordos: salmão, atum, sardinha, cavala; gelatina, pudim de arroz, sagu ou maisena, geleia  de mocotó, geleia  de frutas, goiabada, bananada, marmelada; azeite de oliva extra-virgem, óleo de canola, milho, soja ou girassol; soja e derivados: leite, tofu, proteína vegetal texturizada; sucos de frutas, chás claros, cacau.
Fonte: Bolsa de Mulher