Fique bela todos os dias, o dia todo!

Fique bela todos os dias, o dia todo!
Mostrando postagens com marcador entrevista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador entrevista. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Moda: O visual dos cabelos influencia no ambiente de trabalho?




De acordo com uma pesquisa recente, o look das madeixas pode fazer você parecer mais profissional


Como está o visual dos seus cabelos? Você sabia que eles podem influenciar na percepção do seu profissionalismo no trabalho? Segundo uma pesquisa recente da rede australiana de salões Bossy Hair revelou, 73% dos entrevistados afirmaram que o cabelo de uma pessoa pode ser um fator determinante na impressão profissional.
O estudo revelou que as mulheres que trabalham de cabelos presos (e limpos, é claro) parecem mais profissionais do que aquelas de cabelos soltos. Além disso, a pesquisa mostrou outros fatores que influenciam, como as cores dos cabelos. De acordo com as avaliações, mulheres com o cabelo pintado de vermelho são consideradas aquelas menos profissionais.
É claro que não dá para julgar o trabalho de uma pessoa pela cor dos cabelos, mas a pesquisa mostra que muitas empresas se importam sim com esse fator, além da higiene, tipo de corte e saúde dos fios. O estudo revelou também que 62% das mulheres disseram que têm melhor desempenho no trabalho quando elas estão “de bem” com as suas madeixas. Você concorda com a pesquisa?
Fonte: Portal Catho

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Carreira: Nova proposta de emprego? Saiba o que avaliar.


Aceitar uma nova proposta de trabalho ou permanecer no atual? Quem já não passou por uma situação como essa, certamente algum dia irá passar. É claro que essa resposta é muito mais fácil de ser respondida caso o profissional esteja desempregado ou não esteja feliz com seu atual emprego. De qualquer forma, tomar uma decisão como essas requer muita análise, autoconhecimento e uma dose de ousadia.


Não analisar uma série de fatores e se cercar de diversos cuidados pode ser muito prejudicial para a carreira e, ao invés de promover crescimento e desenvolvimento profissional e pessoal, pode resultar em frustração, desemprego e ter o passe desvalorizado no mercado de trabalho. Para que isso não ocorra, a primeira análise que a pessoa deve fazer é levar em conta se haverá ou não possibilidade de incremento ou de consolidação da carreira. “Em primeiro lugar, devemos pensar no desenvolvimento profissional. Em seguida, sugiro analisar se os ganhos serão maiores”, indica Odair Montanaro Gazzettadiretor-presidente da Gazzetta Talent, empresa especializada em executive searching e aconselhamento de carreira.

Para Adália Assis, consultora de RH da Catho, a análise do momento profissional também é fundamental. “Algumas pessoas têm o objetivo de subir de cargo, outras querem salário maior, ou maior qualidade de vida. De acordo com esse objetivo, devemos avaliar as empresas e a proposta oferecida”, explica Adália.
Esse objetivo varia de acordo com o momento em que o profissional está. Há quem queira mais tempo para se dedicar à família. Existem aqueles que querem estudar e não podem trabalhar muito longe, assim como há quem busque um salário maior.

Estude a empresa

Estas análises são fundamentais e não são complicadas de fazer. De acordo com Gazzetta, ao procurar informações sobre a empresa, recomenda-se que se estude o porte, a organização, a solidez, a estrutura e a cultura da organização, entre outras características. “Isso é fundamental para saber se a empresa é segura ou não”, declara.
Ao pensar no desenvolvimento profissional, o mais importante é pensar nos desafios que estão sendo oferecidos. “Afinal, se ele está pensando em trocar de emprego, significa que está tentando dar um up grade em sua carreira. Portanto, o foco deve estar na possibilidade de obter conhecimento e gerar valor, não agregar valor”, analisa Gazzetta.
Ao analisar as empresas, é importante procurar conhecer um pouco da cultura da organização e ver se suas práticas e modo de agir com o mercado e com a sociedade são compatíveis com as suas. “É importante, mas não deve ser uma questão determinante. Se fosse assim, as indústrias de cigarro, as que fabricam máquinas que derrubam árvores e as de bebidas alcoólicas deveriam fechar amanhã. O papel social de uma empresa é importante, sim, mas não vai alterar em nada a sua carreira. Não podemos ser hipócritas de acreditar que as empresas têm outros objetivos além do lucro”, comenta Gazzetta.
Outra dúvida muito comum é quando se está numa empresa de grande porte e a oportunidade surge em uma empresa menor. A recomendação continua a mesma: fazer uma avaliação da sua carreira, analisar seus objetivos profissionais, traçar planos e metas. “Às vezes, é mais importante você ser o João em uma empresa pequena que ser o número 25 numa empresa grande. Geralmente, numa empresa menor, você pode ser polivalente e multifuncional. Já, numa grande, você acaba sendo especialista em alguma coisa”, explica Gazzetta.

Avalie as oportunidades

Além do aprendizado, deve-se ainda levar em conta que numa empresa de pequeno ou médio porte as chances de crescimento profissional são maiores. “Se a empresa cresce, geralmente, você cresce junto. Nas empresas maiores, o desenvolvimento de carreira é mais lento”, aponta a consultora da Catho. “Nas empresas maiores, normalmente, os salários e benefícios são melhores que nas menores. Nessa situação, a escolha também deve estar de acordo com os interesses profissionais da pessoa”, aponta.
Depois de muito refletir sobre o desenvolvimento profissional e pessoal, e pesquisar sobre a empresa que está lhe oferecendo uma nova oportunidade, o profissional deve avaliar a remuneração, que deve ser entendida como um conjunto de salário mais benefícios. Tudo isso deve ser colocado na ponta do lápis e pensado se está de acordo com os objetivos do profissional





quarta-feira, 10 de julho de 2013

Carreira: Sady Bordin e o Maketing Pessoal


Aviador, piloto de rally, professor, empresário, escritor e palestrante. Sady Bordin, especialista em Marketing Pessoal, atua em diversos campos e mostra para o Carreira & Sucesso como estar presente em todos estes universos auxilia em sua ampla carreira.

Após um longo período como empresário e professor de Mídia e Marketing da PUC-Curitiba, Bordin resolveu largar tudo para realizar um sonho de infância: virar piloto de linha aérea. Desde 1998, atua na Aviação, e desde este período também vem se aprofundando no tema Marketing Pessoal, onde escreveu um livro com grande sucesso em território nacional.
Boa leitura!

Você é piloto de avião de ofício em uma empresa de linhas aéreas. Como foi abandonar tudo para seguir seu sonho?
Tudo está ligado à paixão. Acho que não dá pra dissociar trabalho de paixão, e acredito que é um erro que as pessoas cometem. Muitos seguem a carreira do pai, ou vão em busca de dinheiro e glamour, mas, na verdade, quase sempre fica um vazio existencial.
Muitas pessoas me procuram para orientação de como se tornar piloto. São indivíduos de mais de 40 anos, que fizeram determinada carreira, mas ficou aquele vazio do sonho que não foi realizado.
Eu era empresário e professor universitário na década de 90, mas não estava satisfeito. Sempre gostei de avião, e decidi abandonar tudo e viajar para os Estados Unidos, onde fiz diversos cursos na área de Aviação. No retorno ao Brasil, fui admitido na Interbrasil Star (extinta companhia aérea regional de propriedade da falecida Transbrasil Linhas Aéreas) como co-piloto de Brasília.

Você é o fundador do Instituto Brasileiro de Marketing Pessoal (Ibramap). Por que resolveu focar a carreira também neste tema?
O MP surgiu na minha vida em 1995. Na época, eu era professor de Marketing e Mídia na PUC-Curitiba, e fiquei sabendo que a universidade tinha uma editora que editava livros sem custo para professores. Sempre tive a vontade de escrever um livro e, baseado nas minhas aulas, resolvi focar no assunto.
Comecei a observar que muita gente talentosa no mercado de trabalho não consegue ascender, não por conhecimento técnico, mas sim por não saber se promover. É comum vermos nas empresas profissionais competentes que não alcançaram postos importantes por causa da falta de Marketing Pessoal. Grande parte dos indivíduos não sabem “se vender” para as organizações e para a sociedade como um todo.

Como sua experiência como aviador influencia na carreira como especialista em marketing pessoal?
Foi graças ao MP que consegui muitas coisas na minha vida, e uma delas foi a Aviação. Consegui entrar na área graças à minha rede de contatos, fator importante neste sentido.
Sady Bordin e seu livro

Quais as dicas fundamentais para manter uma imagem positiva?

A cada dia é provado que, nós, profissionais, não somos donos dos nossos próprios narizes. Não podemos falar aquilo que bem entendemos, pois o universo empresarial muda muito, e o profissional pode atuar em uma empresa que nunca se imaginou trabalhando, por exemplo.  Um funcionário que é demitido ou pede o desligamento, e depois sai falando mal da empresa, pode fechar diversas portas.
O respeito ao próximo também é fundamental para manter uma imagem positiva.  Me lembro de um caso de uma companhia aérea, onde um comandante destratou uma funcionária que trabalhava no check-in de uma outra companhia que cultivava um acordo mútuo de viagens grátis a colaboradores. Por conta deste episódio, o acordo correu o risco de ser quebrado, e os outros profissionais, que não tinham nada a ver com a história, poderiam sair prejudicados. No fim, o comandante foi demitido por conta da falta de polidez.

E o livro? Por que decidiu escrevê-lo?
Antes de produzir a obra “Marketing Pessoal – 100 dicas para valorizar sua imagem”, eu já publicava artigos em jornais e tinha uma coluna semanal em um jornal de Curitiba. O livro foi escrito em quatro meses e caiu no gosto de três editoras. Fechei contrato com a Record, e no mês seguinte ao lançamento, estávamos no ranking dos mais vendidos da revista Exame. Depois lancei mais duas vezes o livro com atualizações, pois os conceitos de MP vão mudando.

De que forma ocorrem estas mudanças?
A Internet é a maior influencia dessas alterações. Por exemplo, hoje a grande maioria das pessoas utiliza o Hotmail ou o Gmail para ter um endereço eletrônico. Porém, atualmente para um profissional ter um domínio próprio é muito barato! Principalmente para os alto executivos, recomendo que façam uso deste recurso para melhor se apresentarem ao mercado.
Outro uso incorreto da Web dentro das empresas é através de piadinhas de mal gosto em trocas de e-mails. Já vi demissões por justa causa por conta mensagens de cunho racista. Etiqueta empresarial é uma coisa básica, mas que muitos ainda pecam.



quarta-feira, 3 de julho de 2013

Carreira: Dress Code - como se apresentar no universo corporativo


A boa aparência não compensa a falta de conhecimentos e competências no mercado de trabalho, mas apresentar-se, vestir-se e portar-se de acordo com a cultura da empresa ou área de atuação conta pontos para o profissional. O traje adequado pode passar mais credibilidade e causa melhor impressão aos colegas de trabalho e gestores.


O Dress Code, ou código de vestimenta, serve para distinguir o que pode ou não ser usado dentro do ambiente organizacional, e este conceito vem sendo bastante empregado dentro das organizações. “O dress code formal é o mais complicado por parecer sempre um uniforme. É o caso de quem trabalha em banco, no mercado financeiro ou no poder judiciário, por exemplo. Todos acabam optando pelo ‘pretinho básico’, tornando a rotina diária monótona. Lembre-se que existem diversas cores neutras, como branco, bege, cinza, marinho, marrom, vinho e verde, por exemplo”, indica Camila Teixeira, diretora da Fit Consultoria de Imagem Corporativa & Pessoal.

Ter uma boa aparência para uma entrevista de entrevista deixará o profissional mais seguro e o selecionador terá uma boa primeira impressão. Escolher o traje ideal é valorizado e soma pontos ao profissional, no entanto não é o fator determinante. De acordo com a mais recente Pesquisa dos Executivos, realizada pela Catho Online com mais de 46 mil participantes, os contratantes classificaram por ordem de importância 13 fatores de maior relevância nas seleções. O desempenho nas entrevistas ficou em primeiro lugar, seguido de competências comportamentais e experiência técnica relacionada ao cargo anterior (em uma escala de 0 a 10):
Pesquisa dos Executivos
Apesar de cada área de atuação ter sua particularidade, existem regras básicas que se aplicam a todas as situações e ambientes no tocante ao código de vestimenta. Confira algumas dicas de Luciene Oliveira, consultora de Recursos Humanos da Catho Online:

-Para as mulheres é importante evitar decotes, transparências e lingerie aparentes, pois estes tipos de roupas não são adequados para o ambiente profissional. A maquiagem, corte de cabelo, tintura, roupas e acessórios devem sempre seguir o mesmo estilo, combinando com a sua personalidade, seja ela clássica, esportiva, moderna ou exuberante.
-Para os homens é imprescindível estar com unhas limpas, cortadas e barba e cabelo aparados.
De acordo com Teixeira, dar importância a aparência pode ser supérfluo, mas ninguém quer ser conhecido como “aquele que tem mau hálito, a descabelada, o da calça preta manchada”, e assim por diante. “Menos ainda, ser lembrado pelo corpo malhado, decotes profundos ou pernas trabalhadas. O quesito em questão deve ser a competência”, reforça.