Fique bela todos os dias, o dia todo!

Fique bela todos os dias, o dia todo!
Mostrando postagens com marcador colaborador. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador colaborador. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Carreira: 6 passos para estimular a Autoliderança


Um problema enfrentado pelas organizações atualmente é a falta de engajamento dos profissionais, proveniente da ausência de expectativas positivas que muitos deles sentem em relação a suas carreiras. Essa insegurança reflete na realidade encontrada nas empresas: vários profissionais com talento, habilidade e boas oportunidades, e entre eles líderes, estão bem longe de onde poderiam estar principalmente por não terem autoconhecimento e autoliderança.


“Quem é capaz de auto liderar-se ultrapassou isso e por ter uma visão de longo prazo e foco em sua carreira, disciplina-se e engaja-se com facilidade. É claro que a empresa também tem um papel fundamental na construção de um ambiente que valorize esse profissional e permita que ele cresça e se desenvolva”, afirma Alexandre Prates, especialista em liderança e desenvolvimento humano.

A principal característica deste colaborador é a capacidade de assumir a responsabilidade por sua vida e carreira. Ele não terceiriza os erros, acumulando desculpas para justificar a sua incompetência. Essa pessoa sabe agir tendo a certeza de que é a protagonista da sua trajetória. Outro fator importante é a sua naturalidade para comprometer-se com as corporações, afinal ela já é comprometida primeiro com a própria carreira. Esse profissional sabe que o verdadeiro reconhecimento é aquele que vem dos resultados de suas ações e não em palavras vazias ou premiações padronizadas.

É fácil identificar quem autolidera


No geral, os demais colaboradores veem este indivíduo como um exemplo a ser seguido, pois ele lida com todo mundo com transparência e as pessoas reconhecem suas qualidades.
“Na prática, temos visto que isto acaba sendo muito mais motivo de orgulho, respeito e admiração do que de conflitos, especialmente para aqueles que compreendem que o caminho do autoconhecimento, melhoria contínua e mudança, costumam ser vias essenciais para se atingir uma carreira sólida”, observa Fernando Montero Capella, diretor da Capella RH.
Entretanto, a autoliderança tanto pode servir de exemplo para outros profissionais como ser também motivo de desavenças e inveja.  É possível que uma minoria de pessoas, que ainda necessite de chefes para dizer o que fazer e como fazer, encontre dificuldade com essa postura, inclusive porque algumas culturas organizacionais ainda não estão preparadas para recebê-la.
“Por se tratar de um profissional que se destaca, isto causa certo desconforto nos outros. Mas é fácil de contornar a situação, dependendo da maneira que ele se relaciona com seus colegas, ou seja, sua atitude, sua fala, seu modo de tratar as pessoas e como ele se relaciona nos níveis mais elevados (gerência, presidência, etc.), ele poderá realmente ser visto como um empregado diferenciado e referenciado pelos próprios colegas. As pessoas aceitam muito bem quem as trata com respeito e consideração, mas rejeitam com muita veemência se ocorre o contrário”, garante o sócio-diretor da Kaminarh Consulting, Fernando Camilo.


Pratique sua autoliderança

Os consultores Alexandre Prates, Fernando Camilo e Fernando Montero indicaram 6 passos fundamentais para ajudar você a estimular sua autoliderança:
1. Assuma a responsabilidade: compreenda que você é o único responsável pela sua vida e carreira;
2. Busque o autoconhecimento: você jamais se tornará líder de si mesmo se não souber, de fato, o que o motiva, o que o sabota, o que dispara as suas emoções e principalmente, quais valores o movem;
3. Suporte os julgamentos: tornar-se líder de si mesmo traz muitos ganhos, mas também perdas. Uma delas é ser julgado por ter uma postura diferente dos demais e não contentar-se a com a mediocridade. Logo, confiar no que está fazendo e ultrapassar a barreira dos julgamentos torna-se fundamental;
4. Conheça o lugar onde trabalha: procure enxergar qual é a visão de futuro de sua empresa, pois este é o sonho da organização e de seus fundadores. Tente alinhar seu projeto de vida profissional/carreira a essa visão – esta atitude ajudará você a direcionar melhor sua energia na consecução de seus objetivos e metas esperados pela empresa e trabalhar sua melhoria contínua como pessoa;
5. Conheça seus colegas de trabalho: desenvolva sua autoestima e estabeleça relações de confiança dentro da organização, isto ajudará você a aumentar sua energia emocional e sua empatia;
6. E se você já é um líder: entregue pequenos projetos para aqueles profissionais que você deseja desenvolver a autoliderança, acompanhe os resultados, critique, oriente se houver desvio do objetivo, mas sem esquecer-se de elogiar e recompensar o sucesso da empreitada. As pessoas são capazes. Às vezes, são os líderes que inibem os profissionais a atuarem mais livremente, mais confiantes em si mesmos, e, por vezes, podem estar perdendo excelentes oportunidades de desenvolvimento de sua equipe.


Fonte: Portal Catho

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Saúde: Dúvidas sobre alimentação no trabalho


Devido a falta de tempo, as pessoas não têm disponibilidade para fazer suas refeições em casa, ao menos, durante a semana. Daí a importância das empresas investirem em processos e alimentos de qualidade.

Os profissionais que precisam comer fora de casa procuram uma alimentação que seja saborosa, variada, bem apresentada, saudável, elaborada com higiene e produtos de qualidade. A hora da refeição é também um momento de lazer e descontração, por isto buscam ambientes agradáveis, limpos e adequadamente decorados. Também costumam levar em conta o custo-benefício da refeição.
Cria-se então um impasse: o que é mais saudável, alimentar-se com a refeição feita em casa, ir a um restaurante ou trabalhar numa organização que ofereça alimentação aos seus colaboradores?

“Optar por cozinhar em casa é mais barato, e a pessoa pode escolher os alimentos e os ingredientes conforme sua preferência, no entanto, está cada vez mais difícil ter tempo para preparar as refeições. E entre comer no restaurante da empresa e em outros estabelecimentos, a primeira opção é mais vantajosa, isso se a empresa investe em um ambiente de alimentação adequado. Além de, normalmente, o custo ser menor, não há necessidade de deslocamento e a alimentação é bem mais balanceada do que um fast food, por exemplo, que tem sempre o apelo dos pratos aceitos pela maioria, como massas, frituras e gorduras”, ressalta a diretora operacional da LC Restaurantes, Lenir Nori.


Vale-Refeição ou Restaurante da empresa?

Em termos de benefício, cada um deles tem vantagens e desvantagens:
Segundo a doutora Rosicler Dennanni Rodriguez, integrante da Câmara Técnica do CRN-3, o VR permite aos colaboradores a liberdade de escolher o local e tipo de alimentação que desejam. Podem variar o tipo de estabelecimento (desde que haja vários locais para se alimentarem próximo à empresa) e o tipo de alimento que desejam comer de acordo com sua vontade. O número de opções costuma ser maior.
A desvantagem é de que necessitam de um tempo maior para a refeição (ou ingeri-la em um curto espaço de tempo), muitas vezes necessitam se deslocar de carro (gastos maiores) e estarem atentos à qualidade dos alimentos e higiene do estabelecimento. “Além disso, muitos não sabem fazer escolhas saudáveis na rua e consomem comidas ricas em gorduras, calorias, sal e açúcar, prejudicando a saúde”, observa Rosicler.

Quando a empresa conta com uma estrutura de alimentação, tem a vantagem de praticidade, ganho de tempo de deslocamento, promover a integração dos funcionários e garantir a higiene e equilíbrio da refeição.
A desvantagem é, normalmente, uma menor quantidade de opções e estar sempre em um mesmo local, se o mesmo não tiver ambiente agradável.
A preferência se dará pelo estilo, disponibilidade e motivação do colaborador.


Qual custa mais à empresa: VR, VA ou Restaurante?

Em relação aos gastos, o valor do VR e o custo da refeição no restaurante da empresa são próximos, quando ambos atendem a uma refeição de qualidade em todos os aspectos.
Com o VA, o colaborador tem acesso a inúmeros estabelecimentos credenciados, como supermercados, hortifrutis e padarias, garantindo a compra de alimentos, tais como leite, ovos, frutas e legumes, itens estes que não fazem parte da cesta básica.
O VR é um cartão-benefício voltado ao pagamento das refeições em rede credenciada que inclui restaurantes, bares, lanchonetes e similares.
O restaurante da empresa pode ter administração própria (autogestão) ou ser terceirizado (empresa de alimentação especializada neste fim) e atende, na maioria dos casos, somente aos colaboradores da empresa.


Preferência dos profissionais

Muitas organizações já descobriram a importância de trabalhar com estratégias diferenciadas para tornar o local e o momento da refeição agradável, levando seus colaboradores a preferirem comer dentro da empresa ao invés de buscar opções fora dela. As estratégias vão desde o tipo de serviço (self-service, quilo, etc.), refeições temáticas, até tipos de opções diversas (grelhados, massas, pratos regionais, pratos lights, lanches saudáveis, grande variedade de saladas e frutas).
A doutora e nutricionista Rosicler acredita que para oferecer um restaurante de qualidade aos seus funcionários, a empresa deverá investir em seis frentes:
  • Alimentação- oferecer alimentos de qualidade comprovada (fornecedores idôneos), variedade, opções de pratos e tipos de preparações (dar preferência a preparações saudáveis, evitando alimentos calóricos, ricos em gordura, sal e açúcar); investir na educação nutricional dos colaboradores. Aparência e apresentação/decoração também são fundamentais;
  • Estrutura física – bons equipamentos de preparo, refrigeração, armazenamento e distribuição de alimentos, pois eles permitem confeccionar preparações com excelente qualidade final: mais saudáveis, bem apresentáveis e de menor risco à saúde. Além dos equipamentos, é importante investir nos utensílios e demais acessórios para o preparo, distribuição e uso do colaborador;
  • Ambientação – cores e decoração agradável. Espaços para café, bate-papo e descanso são bem vindos;
  • Higiene e limpeza – indispensável;
  • Atendimento de excelência – contar com profissionais treinados e capacitados para preparar, servir e atender aos clientes;
  • Acompanhamento – é fundamental ter um profissional nutricionista para garantir o equilíbrio dos pratos e preparações e prover a educação nutricional. Cada vez mais as pessoas estão se preocupando com a saúde e qualidade de vida e os restaurantes nas empresas passaram também a ter o papel de provedores da saúde, prevenindo doenças relacionadas ao estilo de vida inadequado como diabetes, hipertensão, colesterol elevado, tão comuns hoje em dia.

“Além disso, é importante ter uma ferramenta que permita que os colaboradores avaliem a qualidade da refeição. A nossa empresa de alimentação, por exemplo, disponibiliza aos clientes vários canais para que possam expressar sua opinião sobre nossos serviços. Estamos sempre abertos para ouvir e fazer as modificações que forem necessárias”, conclui Lenir Nori.


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Carreira: 9 maneiras de mostrar o seu valor à empresa


A competitividade tornou-se uma das palavras mais fortes do meio organizacional, e não é para menos. Atualmente, até mesmo com a grande influência de expatriados que estão retornando ao país por conta do cenário atrativo, os brasileiros estão percebendo a importância de atualizar as suas estratégias para lidar com a concorrência que está cada vez mais bem preparada.


Por isso, no dia a dia, cada colaborador procura o seu espaço na empresa em que atua e isso, por sua vez, significa mostrar o talento que possui e a contribuição que é possível dar ao negócio. Afinal, diante de tantos processos inovadores, é preciso estar sempre à frente para garantir a empregabilidade.
Segundo o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio, no Brasil existe uma grande dificuldade em lidar com o sucesso próprio e dos outros. Consequentemente, há preconceito/inibição em se falar de vitórias e conquistas. Portanto, ele concorda que é necessário tomar cuidado na hora de mostrar que é bom no que faz.
“É importante valorizar-se e demonstrar isso na medida certa, sem transparecer arrogância e mantendo a prioridade nos interesses da empresa. A positividade do profissional reflete autoconfiança, autoestima e segurança, características essenciais inclusive para escolha de lideranças”, explica Ignácio.

Ainda não sabe como fazer? Confira abaixo algumas maneiras indicadas pelo diretor executivo da SLA Coaching, Mike Martins, de revelar seu valor para a organização, respeitando logicamente a ética diante dos seus pares:

1. Respeite a diversidade - Entender, aceitar e ser sensível às diferenças individuais. Tratar todas as pessoas igualmente, independentemente do gênero, raça, credo, origem, status ou função. As pessoas que apresentam esta competência são abertas e tratam os outros com justiça e dignidade.

2. Seja íntegro - Mantenha um alto padrão de justiça e ética nas palavras e ações do dia a dia. Comporte-se de modo ético e honesto ao lidar com a gerência, colegas, clientes e pessoas que seja do seu convívio direto, é importante dar tratamento igual para todos.

3. Apoie o desenvolvimento dos outros – Forneça feedback aos demais para encorajar e inspirar o desenvolvimento das competências relacionadas ao trabalho e crescimento da carreira em longo prazo.

4. Saiba planejar e organizar muito bem Faça isso de uma forma eficaz e de acordo com as necessidades organizacionais, através da definição de metas e previsão das necessidades e prioridades das pessoas.

5. Comunique-se de forma clara - Dentro e fora da empresa. As pessoas que apresentam esta competência conseguem uma solução mais acertada e são empáticas. Elas são hábeis em articular claramente seus pensamentos e ideias, apresentam as informações de um modo direto e lógico e asseguram-se de que sejam compreendidos. Elas compartilham informações com outros que irão aperfeiçoar o progresso geral do trabalho.

6. Renove seu capital de Inovação – Facilite o encontro de soluções novas e criativas que resultarão em melhor desempenho, melhores resultados, produtividade mais elevada, etc. Questione as coisas que foram feitas no passado e tente desenvolver novos meios de abordar assuntos ou problemas. Pensa à frente dos demais.

7. Motive os demais – Inspire os outros a terem bom desempenho pela transmissão de entusiasmo e paixão por fazer um bom trabalho.

8. Seja flexível – Trate problemas, pressões e estresses relacionados ao trabalho, de maneira profissional e positiva com foco orientado à solução.

9. Foque na qualidade - Promova e mantenha elevados padrões de qualidade no trabalho. As pessoas que apresentam esta competência produzem constantemente um ótimo serviço e aplicam disciplina e uma orientação detalhada, encorajando os demais. Além disso, procuram constantemente aperfeiçoar a qualidade dos produtos e serviços.


Fonte: Portal Catho

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Carreira: Home Office 2


Trabalhar em casa é um fato cada vez mais recorrente e comum. Mas para que isto dê certo, é preciso ter um ambiente organizado e com tudo o que você necessita para desenvolver um bom trabalho. Veja como decorar o local e torná-lo muito agradável com tudo o que você precisa:

Algumas pessoas dispõem, muitas vezes, de um ambiente isolado e vazio em suas casas, como um quarto de hóspedes, por exemplo. Este pode ser o lugar perfeito para você trabalhar, com tudo o que é necessário, a começar pela privacidade de uma sala fechada.
Para decorar este home office abuse das cores neutras, formando assim uma atmosfera tranquila para o desenvolvimento de qualquer atividade. Quanto aos móveis, basicamente o que você precisa é de uma cadeira confortável e uma mesa ou bancada, onde haja espaço para dispor todos os itens que você precisa para trabalhar, como telefone, impressora, computador, entre outros.
Caso você não tenha um ambiente disponível em sua residência, o home office pode ser montado em qualquer outro lugar, em um cantinho de sua própria sala ou mesmo no quarto. Para isso, já que o seu espaço será reduzido, será necessário possuir uma mesa, cadeira e algumas prateleiras. Caso seja compatível com o seu ambiente, um armarinho pode ser muito útil também.

Abusar dos objetos decorativos nas prateleiras pode ser interessante. Entre as principais 
escolhas estão os porta retratos, porta canetas, vasos de plantas, caixinhas de arquivo e até auto-falantes para descontrair ouvindo uma música suave enquanto produz.


 


 

 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Carreira: Bom uso das mídias sociais exige presença do líder


Todos nós sabemos que o uso das mídias sociais é inevitável e, até mesmo, algo inconcebível para ser proibido já que a presença dos smartphones e tablets está cada vez mais comum nos ambientes de trabalho. Neste contexto, como os líderes estão administrando corretamente o uso destas mídias?

Primeiramente, para que exista um diálogo entre líder e equipe é imprescindível à liderança compreender a importância das redes sociais, os impactos para a empresa e, consequentemente, para a equipe. “Quando o líder conseguir transmitir esses conceitos à sua equipe, desenvolvendo habilidades específicas para que utilizem a rede com eficácia, elas se tornam ferramentas poderosas de comunicação e desempenho, e não uma brincadeira ou uma simples perda de produtividade ou foco, como muitos líderes acreditam”, explica Eduardo Carmello, Diretor da Entheusiasmos e um dos cinco mais requisitados palestrantes sobre gestão de pessoas segundo o Top of Mind  de RH.

Torna-se fundamental para o gestor aprender melhor e de forma mais profunda as reais oportunidades que as redes sociais apresentam. Após isso, ele deve incentivar e treinar sua equipe para que possam explorar as redes como uma forma de ajudar seus clientes de maneira mais efetiva, promover sua marca e conseguir obter conhecimentos estratégicos e operacionais para o crescimento e alcance de seus objetivos. Proibir o uso das redes é não ouvir os próprios colaboradores, o líder precisa ir além daquele real amontoado de informações irrelevantes, ajudando a equipe a aprender a selecionar e captar os conhecimentos que são fundamentais para o negócio e para o desenvolvimento pessoal.
“O líder, ao se tornar um expert nas redes sociais, pode servir de orientação e exemplo sobre como obter melhores índices de eficácia e produtividade através das mídias sociais.” enfatiza Carmello.

Redes sociais a favor da empresa


Além do foco na equipe, quem lidera deve saber exatamente o que quer realizar com sua marca dentro de uma rede social, ou seja, entender que ficar fora da internet ou ser sensível a críticas é um dos maiores erros de se trabalhar nesse mercado. “As pessoas vão falar da marca, vão criticar, vão elogiar, vão sugerir mudanças, vão falar que foram mal atendidas no SAC ou no ponto de venda e a empresa deve estar preparada para tudo atender a demanda”, explica Felipe Morais, Diretor de Novas Mídias da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).
Felipe Morais compartilha algumas dicas para o líder administrar de maneira eficiente à equipe e o uso das redes sociais:

  • Ouça seus funcionários. Eles estão no dia-a-dia monitorando o que as pessoas falam;
  • Dê liberdade para os funcionários resolverem os pequenos problemas;
  • Incentive a troca de experiências entre os departamentos para a resolução de problemas;
  • Ensine para sua equipe que redes sociais são relacionamentos;
  • Peça monitoramento e análises da equipe. Veja o que eles têm a dizer sobre o que está acontecendo e tome decisão em conjunto;
  • Não bloqueie o acesso às redes pessoais, pois os profissionais podem e devem usar para pesquisas as páginas de outras empresas. Mas, se estiver atrapalhando o trabalho, deixe claro o propósito do acesso.




quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Carreira: BYOD - uma batalha perdida pelas empresas



Impedir os funcionários de usarem seus próprios celulares e computadores para a realização das suas tarefas profissionais já não é mais possível. Este é o resultado de uma pesquisa realizada com 4.371 trabalhadores de 19 países de companhias com no mínimo 50 funcionários, pela Ovum, empresa de análise e inteligência de mercado.

Esta tendência empresarial, mais conhecida como BYOD (Bring your own device, em português, “traga seu próprio dispositivo”), estimula os colaboradores a utilizarem seus aparelhos pessoais também para cunho profissional. A vantagem para a organização é que, muitas vezes, seu funcionário pode trazer recursos ainda mais qualificados do que a empresa oferece, como, por exemplo, um iPad ou um iPhone.

De acordo com o estudo da Ovum, quase 70% dos smartphones ou tablets pertencentes aos respondentes acessam informações profissionais. A pesquisa também perguntou aos funcionários sobre os softwares que utilizam em seus dispositivos móveis. O e-mail e o calendário são as aplicações mais utilizadas, porém outras vêm ganhando espaço, como redes sociais corporativas (25,6%), arquivos de sincronização e compartilhamento de serviços (22,1%) e mensagens instantâneas e VoIP (30,7%).
“Empresas e áreas mais ligadas a tecnologias, como as de TI, Internet, Marketing e Comercial, que pedem mais deslocamento e flexibilidade por parte do profissional, já tem essa cultura bastante enraizada”, Anderson Figueiredo, gerente de pesquisa e consultoria da IDC, empresa de inteligência de mercado e TI.


Facilidades do Bring your own device

O principal fator que impulsiona o BYOD é a mobilidade. As pessoas querem trabalhar e ter acesso a seus documentos em qualquer lugar, a qualquer hora e, de preferência, no seu próprio dispositivo. Para isso, as empresas precisam disponibilizar recursos como cloud computing e virtualização como respaldo. Atualmente esse tipo de tecnologia já não é tão custoso, e a principal missão está em definir quais são as políticas de acesso e segurança.
Existem algumas ressalvas na adaptação do BYOD, pois são inseridos dispositivos e softwares que não fazem parte da realidade e do padrão da empresa. Questões como segurança dos dados e políticas de compartilhamento devem ser bem claras para os funcionários, pois um dispositivo pessoal pode conter informações sigilosas da organização. “O BYOD passa por três ‘Ps’: processos, procedimento e políticas. Isso bem definido engaja o funcionário sem a necessidade de coibi-lo a usar um ou outro software ou máquina”, aponta Anderson Figueiredo.
De acordo com o gerente da IDC, gadgets mais complexos já permitem que os usuários criem seus próprios aplicativos. “Esta é uma preocupação para a segurança da empresa, pois assim fica difícil garantir a confidencialidade das informações, já que seria utilizado algo totalmente fora do padrão”, alerta.