Fique bela todos os dias, o dia todo!

Fique bela todos os dias, o dia todo!
Mostrando postagens com marcador proteínas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador proteínas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Saúde: 5 alimentos fantásticos para ganhar músculos

réditos: Gustavo Arrais


Aliar exercício físico com dieta funcional é tiro certeiro na conquista de músculos durinhos. Para a nutricionista Fernanda Abuhassan (MS), os alimentos selecionados abaixo são aliados preciosos e facilmente encontrados. Inclua no cardápio já! 








1. Batata-doce: é o carboidrato do bem. Apresenta baixo índice glicêmico e é rica em fibras, fornecendo energia de modo equilibrado - o que garante saciedade por mais tempo. Para quem pratica atividade física é altamente recomendada porque mantém o bom nível de energia durante o treino. Nela também encontramos betacaroteno, vitaminas antioxidantes e também a vitamina K, que ajuda no controle de retenção de líquidos no corpo. 



2. Beterraba: é a queridinha dos atletas porque aumenta o nível de oxigênio no corpo, melhorando o desempenho durante os exercícios. Ela também é farta em vitaminas A, B1, B2, B5, B6, C, E, K, além de ácido fólico, potássio, cálcio, ferro, cobre, manganês e magnésio. Servida em salada ou suco é uma ótima pedida para este verão. 



3. Ovos de codorna: ótima fonte de testosterona, este hormônio é imprescindível para o crescimento muscular. Também auxilia na diminuição de gordura no organismo e, por ser rico em colina e vitamina D, favorece a força durante o exercício e a construção muscular. 



4. Tomate: é conhecido pelo alto teor de licopeno, antioxidante que neutraliza o organismo do ataque de radicais livres. O alimento também favorece a recuperação de energia para o próximo treino, principalmente quando concentrado e ingerido como suco. 



5. Proteína: encontrada em aves, carnes, ovos de galinha e peixes, é ela quem produz alguns hormônios essenciais para o ganho de massa muscular, como a insulina. Também previne o enfraquecimento muscular e a perda de tecidos. Para os vegetarianos a dica são as proteínas vegetais encontradas no tofu, grãos, leguminosas e laticínios.

Fonte: Boa Forma

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Saúde: Ser vegetariano faz mal para a saúde?

A alimentação vegetariana suscita paixões e polêmicas. 

Alguns argumentam que a carne faz falta para o organismo 

e outros que é possível ser saudável sem ela. 


Conheça a opinião de diversos especialistas sobre o assunto



A pesquisadora Suzana Herculano-Houzel, do Rio de Janeiro, afirma que um vegetariano pode ter grandes riscos de não ingerir a quantidade suficiente de proteínas, o que faz falta para o desenvolvimento e o bom funcionamento do cérebro. Ela diz ainda que bebês e crianças não devem ser submetidos a dietas vegetais, a não ser sob supervisão médica. Eric Slywitch, médico e diretor da Sociedade Vegetariana Brasileira, vê na afirmação "um equívoco" e a rebate argumentando que o cérebro é priorizado quando há desnutrição severa. Nesse caso, ocorre perda de massa muscular para aproveitamento proteico cerebral. Segundo ele, não há provas de comprometimento do vegetariano, e a preocupação com o equilíbrio na dieta de crianças deve existir, independentemente de ser onívora ou não. Veja algumas reflexões trazidas por especialistas para ajudar na decisão sobre o que colocar no prato.

Vegetarianos são mais saudáveis?

O nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrologia, garante que a dieta vegetariana não oferece perigo se for monitorada: "Sugiro um check-up a cada seis meses e, se houver qualquer deficiência, ela pode ser rapidamente corrigida". Já o nutricionista George Guimarães, diretor da consultoria NutriVeg, em São Paulo, considera a medida sem importância. "O cardápio vegetariano disponibiliza os nutrientes necessários. Vegetarianos são mais saudáveis e têm menos doenças crônico-degenerativas e cardíacas." Para comprovar sua tese, ele cita uma pesquisa da Universidade de Oxford, feita com 45 mil voluntários (34% vegetarianos) e publicada no American Journal of Nutrition. Os que não comiam carne apresentaram menor risco de cardiopatias. Pesa nesse quadro um traço comportamental, admitido por Durval. Os vegetarianos são mais criteriosos quanto aos alimentos que consomem, não cometem exageros, cuidam da saúde e são menos propensos à obesidade.

Ovolactovegetariano ou vegetariano?

A nutricionista Cynthia Passoni, especialista em nutrição infantil pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), uma estudiosa da relação entre crescimento e alimentação, pondera que a dieta vegetariana não é garantia de saúde: "É muito comum ver pais que não consultam um médico e simplesmente trocam a carne por massas e pães, prejudicando os filhos". Para ela, a proteína é um dos itens mais polêmicos. Presente principalmente na carne, também está em feijões, lentilha, quinoa, nozes (amêndoas, castanha de caju) e sementes (gergelim e linhaça). "Nestes últimos, cumpre o mesmo papel da proteína da carne no desenvolvimento", diz ela, "mas nem sempre está incorporada nas refeições infantis." Eric lembra uma tabela nutricional que aponta que um bife grelhado, de 64 gramas e 190 calorias, pode ser trocado por 7 colheres (sopa) de lentilha cozida. O pediatra Mauro Fisberg, autor do Guia Descomplicado da Alimentação Infantil, editado em parceria com as revistas CLAUDIA e SAÚDE, põe lenha na fogueira: "Quanto mais restrita é a dieta, maior a possibilidade de ocorrer alguma deficiência alimentar". Ele explica que um cardápio ovolactovegetariano, que abre o leque para o ovo e o leite, ofereceria uma opção mais completa. "O cálcio, presente no leite, é essencial para a formação óssea. Sem ele, pode haver, no futuro, risco de osteopenia e osteoporose. A soja também é boa fonte de cálcio, que está em menor quantidade em verduras verde-escuras."

É preciso complementar 

A gestação e os primeiros anos da infância são fases críticas, segundo Cynthia. Por isso, Mauro argumenta que a família deveria esperar um pouco para introduzir a criança no vegetarianismo. Ou fazê-lo sob orientação. E aí recorrer aos alimentos fortificados. "No mercado, há arroz, sucos e queijo de soja enriquecidos com cálcio", diz Andrea Giancoli, nutricionista da associação americana de nutrição.

A falta de outro elemento da carne vermelha, o ferro, pode levar à anemia, que causa cansaço e baixa concentração. O ferro das leguminosas (feijão, soja) e das folhas verdes-escuras é menos assimilado pelo organismo. Por isso, vegetarianos devem dobrar a ingestão para não ficar com o estoque baixo - embora esse grupo tenda a se adaptar e aumentar, gradativamente, a capacidade de absorvê-lo. "Para potencializar o ferro, é preciso combiná-lo com vitamina C (acerola e goiaba) e ainda evitar laticínios, que dificultam sua absorção", afirma Cynthia. O peixe de água fria, excluído da mesa vegetariana, é rico em ômega 3 - importante para a mielina, gordura que encapa as fibras nervosas e acelera a comunicação entre os neurônios. "Dá para obter a quantidade diária necessária de ômega 3 ingerindo 2 colheres (chá) de óleo de linhaça", rebate George. Segundo ele, o único componente que não tem substituto, a vitamina B12, precisa ser acrescentado por meio de injeções, cápsulas ou gotas. Ela provém da carne e tem função fundamental no raciocínio. Sua falta pode levar à anemia e prejudicar o crescimento das crianças.

Richard Wrangham, primatólogo e professor de Harvard, autor de Pegando Fogo - Por Que Cozinhar nos Tornou Humanos (Zahar), joga o debate para outro campo. Quando a comida é cozida, diz ele, obtemos a mesma quantidade de calorias na dieta vegetariana ou na típica americana, rica em carne. Só com as cruas ocorrem perdas.

Fonte: M de Mulher

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Saúde: Cuide da saúde lendo os rótulos dos alimentos

Entender e conhecer as propriedades do que se consome pode ser um bom aliado do bem-estar


Uma pesquisa feita pelo Ministério da saúde apontou que 70% das pessoas leem os rótulos dos alimentos durante as compras, mas metade não compreende adequadamente os significados das informações. Se você está lutando contra a balança, entender e conhecer as propriedades dos alimentos que está consumindo é importante para não cair em tentação na hora de fazer compras no supermercado.
Segundo o nutrólogo André Veinert, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tornou obrigatória a veiculação de um rótulo nutricional nas embalagens dos produtos.
— Hoje todos os produtos disponibilizam informação nutricional que avisa sobre a contribuição dos nutrientes ingeridos. Mas os consumidores devem ficar atentos às necessidades energéticas que variam de acordo com a idade, o peso, a altura, a atividade física e o sexo da pessoa — explica.
Fazer uma escolha saudável e equilibrada não é fácil, principalmente quando existem valores diários a serem consumidos. De acordo com o nutrólogo, uma criança deve ingerir aproximadamente entre 1.200 e 2.000 kcal por dia, um adolescente entre 2.200 e 3.000 kcal, uma mulher adulta entre 1.800 e 2.200 kcal e um homem adulto entre 2.200 e 2.700 kcal.
Para não correr o risco de consumir nutrientes em excesso, conheça os principais pontos a serem avaliados nos rótulos:
Porção (em g ou ml)
Trata-se da quantidade média recomendada para consumo para manter uma alimentação saudável.
— Vale ressaltar que os valores nutricionais não correspondem ao alimento inteiro. Um pacote com 90 g de salgadinho pode conter uma tabela nutricional relacionada a uma porção de 30 g. Mas para descobrir o quanto você já consumiu, será preciso multiplicar os valores da tabela por três — sugere o Dr. André.
Medida caseira
Indica a porção de um alimento segundo uma medida usada pelo consumidor, tais como: fatias, unidades, pote, xícaras, copos, colheres de sopa. Informar a medida caseira é obrigatório.
%VD
A sigla significa Valor Diário. Ela indica qual a quantidade de energia (calorias) e de nutrientes que o alimento apresenta em relação a uma dieta média de 2.000 kcal.
— Se você ler o rótulo de uma sopa com 90% do VD de sódio, significa que esse produto já fornece o total da quantidade recomendada desse nutriente para um dia — revela o médico.
Valor energético
São as famosas calorias (kcal). Elas representam a energia que nosso corpo produz a partir do consumo daquela porção de alimento.
— Você pode notar que os valores energéticos estão com outra unidade de medida, os quilojoules (kJ), Nesses casos, basta lembrar que 1 kcal corresponde a 4,2 kJ — recomenda Veinert.
Carboidratos
Eles atuam como fontes de energia para o corpo. Por isso, é preciso consumir a quantidade adequada desse nutriente, daí a importância de ficar de olho no %VD dos alimentos. Os carboidratos são encontrados em pães, tubérculos, massas, farinhas e doces em geral e sua necessidade diária é em torno de 300 g.
Proteínas
Auxiliam a construir e conservar tecidos, órgãos e células. Sem exagero, as proteínas garantem a manutenção do organismo, além de proporcionar uma sensação de saciedade.
— O ideal é consumir 75 g de proteínas. Carnes, leite e leguminosas como feijão, soja, grão de bico, quinoa, contêm boas doses do nutriente — diz o nutrólogo.
Gorduras totais
Essas gorduras auxiliam no transporte de vitaminas A, D, E e K, mas o seu consumo deve ser moderado, pois o abuso das gorduras totais pode levar ao aumento de peso.
Gorduras saturadas
São aquelas encontradas em produtos de origem animal, como carnes, queijos, pele de frango, leite integral, requeijão e manteiga, entre outros.
— A ingestão excessiva desse tipo de gordura aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Por isso, antes de consumir esses alimentos verifique as taxas de % VD — esclarece Veinert.
Gorduras trans
Também chamadas de ácidos graxos trans, elas estão presentes principalmente em produtos industrializados como salgadinhos, bolachas, sorvetes e margarinas.
— A gordura trans não faz bem à saúde e ainda pode aumentar as chances de problema no coração. O ideal é consumir no máximo 2 g de gordura trans — aconselha o Dr. André.
Fibra alimentar

As fibras garantem o bom funcionamento do organismo, o controle das taxas de glicemia e colesterol, além de aumentar o efeito de saciedade. São facilmente encontradas em frutas, hortaliças, feijões e alimentos integrais. É necessário consumir 25 g de fibras por dia.


Sódio
O nutriente é importante para a regulação hídrica e o desempenho adequado do cérebro. Porém, quando o sódio é consumido em excesso ele pode causar retenção de líquidos e aumentar a pressão arterial.
— Nem todo mundo sabe, mas o sódio está presente na maioria dos produtos industrializados. Para evitar problemas na saúde observe o %VD e procure manter distância do saleiro — conclui o nutrólogo.
Dessa forma, é possível ingerir alimentos saudáveis sem colocar a dieta e a saúde em risco. Prefira produtos cujos primeiros ingredientes da lista não sejam gorduras, óleos, sal, açúcar, sacarose, mel, melaço ou ainda outras formas de açúcar, e opte por aqueles que apresentarem alto %VD de fibras alimentares. Seguindo essas dicas é possível consumir os alimentos sem culpa.

Fonte: Zero Hora

domingo, 21 de julho de 2013

Na minha opinião: Danubio Yogurt - sem lactose

São 3 sabores: Integral (natural), Morango e Physalis num potinho de vidro de 110g com 112Kcal e 4,4g de proteínas.

Experimentei o Danubio Yogurt sem lactose e na verdade não gostei tanto assim. A textura é gostosa mas achei um pouco gorduroso. O Morango é gostosinho, sem parecer artificial; já o Natural é bem azedinho, não consegui comer puro e só consegui comer com agave ou mel; em compensação o Physalis é o mais gostoso com um sabor suave, diferente mas muito bom!

Então, NA MINHA OPINIÃO, não vale. Se quiser experimentar, ok ou talvez numa emergência pode ser, porém não dá para incluir no dia-a-dia...

Ficha Técnica:
Peso: 110g
Calorias: 112Kcal
Preço: R$2,79




segunda-feira, 15 de julho de 2013

Saúde: Alimentação para corridas de rua no frio


Correr no frio é ima delícia, mas precisamos estar bem para isso.
A corrida no frio despende mais energia para mantermos nossa temperatura corporal e, por isso, gastamos mais energia. Se sua corrida é intensa, você precisará de mais carboidratos na alimentação.
Sugiro que o indivíduo mantenha um café da manhã rico em carboidratos que esteja acostumado a consumir, mas sempre incluindo algo quente para ter a sensação de conforto. Pode ser um chá ou café (ótimo pois contém cafeína) ou um mingau de aveia ou ainda aquecer um sanduíche leve. Além dos outros alimentos habituais como frutas, sucos, etc.
Respeite o tempo da digestão. Quanto mais comer, maior deve ser o intervalo até a corrida.
Consumir carboidrato durante protege a saúde do atleta, além de dar mais energia. Use géis ou líquidos com carboidrato.
Outra questão que ressalto, é manter na rotina alimentos que melhoram a imunidade, como os grãos, frutas oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas), frutas naturais, além de manter uma excelente flora intestinal com o consumo de lactobacilos probióticos.
A flora intestinal adequada contribui para a ação dos linfócitos presentes no intestino. Local de ação contra bactérias patogênicas.
A imunidade fica debilitada quando nos alimentamos mal e quando não nos recuperamos adequadamente nos exercícios, portanto coma sempre bem antes e após seus treinos, com proteínas adequadas para a cicatrização muscular.
Boa corrida!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Ingerir proteína é essencial na dieta, mas excesso causa riscos à saúde


Restringir a dieta sobrecarrega os rins, causa fraqueza e faz mal ao coração.
Médicos alertam para a importância de manter o equilíbrio na alimentação.


Ingerir proteína é fundamental para manter o corpo funcionando, mas é preciso muito cuidado com o excesso. Algumas pessoas recorrem a dietas restritivas em proteína para perder peso, ganhar massa magra ou melhorar o desempenho da musculação, mas esse excesso pode sobrecarregar o rim, entupir artérias e até mesmo prejudicar o coração, como alertou o endocrinologista Alfredo Halpern no Bem Estar desta quarta-feira (3).
De acordo com o médico, uma alimentação rica em proteína realmente ajuda a emagrecer em um curto prazo de tempo, principalmente porque faz a pessoa perder muita água. Mas em longo prazo, traz resultados ruins porque a falta de outros elementos, como o carboidrato, pode provocar também falta de energia, fraqueza, constipação, mau hálito e diversos outros problemas para a saúde. Além disso, ao voltar a consumir esses outros alimentos, ela pode logo ganhar todo o peso que perdeu, o que mostra que não vale a pena.
Bem Estar - Infográfico sobre proteína (Foto: Arte/G1)
Isso acontece também com os outros elementos. Por exemplo, uma dieta rica em carboidrato pode aumentar os radicais livres no organismo e, no caso da gordura, a ingestão excessiva pode causar placas na artéria. Por isso, os médicos recomendam sempre que, para manter uma dieta segura e saudável, estejam presentes no prato todos os grupos alimentares, mas sempre em moderação.
No caso de quem pratica esporte ou musculação, o consumo maior de proteína realmente se faz necessário porque o organismo as utiliza para construir e reparar o tecido muscular, favorecendo o ganho de massa magra. O programa mostrou a história do adolescente Jackson, de 16 anos, que mora em São José dos Campos e recorreu ao consumo de proteína na dieta para ganhar massa magra. Porém, o jovem se consultou com uma nutricionista antes de tomar qualquer atitude, como mostrou a reportagem.
De acordo com a pediatra Ana Escobar, o excesso de proteína para quem quer ganhar massa magra, seja através da alimentação ou também da suplementação – muito comum nas academias -, também pode sobrecarregar os rins da mesma maneira. Fora isso, ingerir uma quantidade exagerada de proteína pode também ser uma medida inútil porque o organismo acaba não aproveitando e eliminando o excesso através da urina.
A médica comentou também sobre o consumo de proteína na infância – a criança deve consumir leite materno e só a partir do 1º ano de idade, o leite integral. Essa medida é importante para evitar danos aos rins que podem ser irreversíveis na vida adulta.
De acordo com o nefrologista Décio Mion, a recomendação é que a pessoa consuma 1 grama de proteína por quilo que pesa. Por exemplo, quem tem 70 kg deve consumir 70 gramas de proteína diariamente. Porém, existem casos atípicos como um churrasco ou um almoço em uma churrascaria que contribuem para os excessos.
A repórter Daiana Garbin acompanhou a família Monari em uma reunião de domingo e, após duas horas de refeição, mostrou que a quantidade de proteína ingerida ultrapassou muito o limite diário recomendado - por exemplo, um membro da família chegou a comer 781 g só de proteína. No estúdio, o endocrinologista Alfredo Halpern mostrou como deve ser um cardápio saudável de uma dieta de 2.000 kcal para uma pessoa de 70 kg, com a quantidade ideal de proteína para ser consumida, sem contar os carboidratos e outros nutrientes. Veja abaixo:
Café da manhã
1 ovo mexido
1 copo de leite

Almoço
100 g (peso cru) de filé mignon grelhado

Lanche
8 castanhas de caju

Jantar
80 g (peso cru) de filé de frango grelhado

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Receita: Tortinha Proteica


Gosto muito das makes da Camila Coelho, 
do blog SuperVaidosa. Acho que ela é muito elegante e carismática. 
Mas ultimamente tenho me interessado bastante pelos posts e receitas da Bárbara Eckonen, que é colaboradora do SuperVaidosa e comanda seu próprio blog: Fitnistas.com.
Acho que as dicas dela são práticas, interessantes e quis compartilhar...

Todas as pessoas envolvidas na área fitness ingere ovos diariamente devido a proteína. Clara de ovo ou albúmen é a parte transparente da célula de ovo, que circunda a gema e é formada predominantemente por água (quase 92%) e pela proteína albumina. Em um ovo de tamanho grande, retirando a gema, a clara possui 17 calorias, 3,6g de proteína, 0,24g de carboidratos e zero de colesterol.
Quem ingere ovos diariamente, acaba enjoando do gosto de omeletes e ovos cozidos. Hoje vou deixar uma receita deliciosa e saudável para variar o sabor do ovo. O uso da gema é opcional e varia de acordo com o seu gosto e seu plano alimentar.
 photo cupbah-1.jpg

INGREDIENTES:

  • 12 fatias de peito de peru ou presunto magro
  • 1/2 xícara de queijo cheddar sem gordura ralado (ou queijo de sua preferência)
  • 1/4 xícara de cebolinha picada
  • 12 ovos ou claras
  • pimenta fresca
  • azeite de oliva (de preferência em spray)
 photo super.jpg

INSTRUÇÕES:

  1. Aqueça o forno a temperatura de 200°C.
  2. Use o azeite de oliva para untar a forma de muffin.
  3. Coloque uma fatia de peito de peru em cada área da forma de muffin. Pressione com os dedos para que o peito de peru fique modelado no formado da área. Quebre um ovo ou apenas a clara em cada área de muffin e adicione o queijo, cebolinha e pimenta em cada ovo.
  4. Leve ao forno para assar de 18 a 20 minutos.
Informações Nutricionais por Tortinha (com 1 ovo inteiro): 106 calorias, 6g de gordura, 12g de proteína, 227mg de colesterol.
 photo cup7.jpg
Os valores nutricionais variam de acordo com os ingredientes que você utilizar. Use sua imaginação e faça versões saudáveis e deliciosas com combinações como: espinafre, tomate e queijo feta ou pimentão verde, pimentão amarelo e tomate.
Espero que tenham gostado!
Beijinhos & Bom Treino [love]
Foto de Assinatura do SV

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Alimentação pré e pós-treino


Confira quais são os alimentos ideais para consumir no pré e pós-treino, e um exemplo de cardápio para comer antes de malhar


alimentação pré e pós-treino deve priorizar o consumo de carboidratos e proteínas, que ajudam a desempenhar o aumento demassa muscular. De acordo com Beatriz Botéquio, nutricionista da Consultoria e Equilibrium (SP), os carboidratos são necessários para evitar que o corpo utilize a proteína presente no músculo como fonte de energia, assim preservando a estrutura do músculo.
Mas, além dos alimentos, os hábitos também interferem no desempenho do exercício. “Às vezes a pessoa pode ingerir os alimentos certos, mas não ingere os nutrientes e proteínas necessários, fuma, ou outros hábitos que prejudicam o desempenho dos treinos

Comer demais antes do treino atrapalha?

Sim. O ideal é passar em um nutricionista para indicar o cardápio que vá complementar os treinos, ajudar a mandar embora as calorias e ao mesmo tempo armazenar energias para realizar os exercícios. “É claro que o um atleta que luta e treina muitas horas, a alimentação pré-treino tem uma quantidade maior”, explica Karoline Pereira Silva, nutricionista da Cia Athletica unidade Anália Franco (SP).
De acordo com a nutricionista, o ideal é se alimentar de 20 a 30 minutos antes do treino. “Quando ocorre uma absorção de alimentos, maior parte do sangue e oxigênio do organismo é direcionado para o nosso estômago para fazer a digestão”, afirma Karoline.
corpo também precisa direcionar sangue e oxigênio para os músculos realizarem as tarefas durante os treinos. “Caso tenha comido muito antes de realizar os treinos, o oxigênio é desviado do estômago que está digerindo o alimento e vai em direção aos músculos que estão fazendo força. Com isso, a digestão para e pode ocorrer a congestão, tontura, ânsia de vômito e mal estar”, alerta Karoline. Por isso é aconselhável fazer uma refeição mais leve antes do treino.

Alimentação pré-treino

“A refeição pré-exercício tem como objetivo fazer com que o praticante não se sinta fadigado e tenha um bom desempenho durante a atividade. Para todos os tipos de treinos: aeróbico (corrida, ciclismo, luta) ou de força (musculação), a sugestão é investir em alimentos que são fontes de carboidratos ”, aponta Beatriz.
Mas, não ache que todos os tipos de carboidrato são fontes de energia para a musculação. "Os carboidratos simples devem ser evitados, afinal são digeridos rapidamente. Quando a digestão é acelerada, a taxa de glicose sobe e assim pode ocasionar picos de energia seguidos de queda energética no organismo, podendo dar tontura durante o treino”, conta Karoline. Os alimentos que contêm carboidratos simples são os refinados, como pão branco, bolachas recheadas, mel e açúcares.
Antes dos treinos, Karoline indica consumir carboidratos complexos, pois demoram a ser ingeridos e assim evitam a queda de níveis glicêmicos. Aposte nos pães integrais, arroz integral, batata doce, salada de frutas, iogurte ou açaí acompanhados de grãos (linhaça dourada, granola, aveia ou quinoa real).
Beatriz concorda e completa: “No pré-treino a sugestão é investir em frutas, torradas, cereais, iogurtes, frios magros, bebida à base de soja e compostos de proteína em pó (como isolado do soro do leite, ou soja). Se o dia estiver muito corrido, aposte no isotônico, no caso de corridas, e em um shake de proteínas - no caso de musculação.

Já percebeu que depois de um treino duro, o estômago parece se manifestar antes da hora? Pois bem, após os exercícios é comum bater aquela fominha. “Isso acontece porque o organismo fica carente de nutrientesvitaminas e minerais”, explica Karoline.Alimentação pós-treino

Mas, é na hora do pós-treino que mora o perigo! “Após o treino, o organismo age como uma esponja. Tudo que é ingerido é absorvido rapidamente, pois o corpo está necessitando de alimentos para repor o que foi perdido”, informa Karoline.
Por isso, cuidado: se depois de um dia na academia ocorrer a ingestão de alimentos pesados e gordurosos, o corpo absorve tudo o que perdeu no dia de malhação. “Para recuperação dos músculos, aposte nos alimentos que contenham proteína, como frango orgânico, peixe, mussarela de búfala, blanquet de peru, iogurte e quinoa real”, indica Karoline.

Ômega 3 ajuda nos exercícios

Alimentos que contenham Ômega 3 também são indicados para a recuperação de energia. “Invista também em castanhas em geral (castanha do Brasil, nozes, macadâmia, avelã), ovo caipira, peixes (salmão, tilápia, sardinha), linhaça dourada triturada, azeite extravirgem, gergelim branco e preto”, acrescenta Karoline.
De acordo com a nutricionista, o Ômega 3 mantém a fluidez do sangue e com isso leva mais oxigênio para os músculos aumentando a força e diminuindo o risco de doenças como aterosclerose, colesterol ou infarto.

Confira quais são os alimentos ideais para consumir no pré e pós-treino, e um exemplo de cardápio para comer antes de malhar

7 opções de lanches para investir antes dos treinos

nutricionista Karoline Pereira Silva indicou sete opções de cardápios para investir antes dos treinos. Confira:

Opção 1
- Lanche natural (pão integral + blanquet de peru + musarela de búfala + tomate + alface)
- 1 copo pequeno de água de coco
Opção 2
- 1 salada de frutas (laranja, melão, maçã, banana e mamão + granola e mel orgânico)
Opção 3
- Lanche natural (pão integral + ovo mexido com mussarela de búfala +  tomate)
- 1 copo pequeno de suco de laranja
Opção 4
- 1 açaí batido com banana ou morango com granola
Opção 5
- Lanche natural (pão integral + frango desfiado + cenoura e beterraba crua ralada + alface)
- 1 copo pequeno de suco de abacaxi com hortelã
Opção 6
- Banana prata amassada + aveia e mel
Opção 7
- 1 copo de suco desintoxicante ( Escolha 1 fruta: Laranja ou Limão ou Maracujá ou Abacaxi + 1 colher de sopa de linhaça dourada triturada + 2 cubos de gelo de clorofila)
- Um punhado de mix de castanhas (castanha do pará, nozes, avelã, macadâmia e amêndoas)
Fonte: Corpo a Corpo