Fique bela todos os dias, o dia todo!

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sexta-feira, 21 de março de 2014

Receita: Capuccino Light de Canela


Outono bate à nossa porta e com ele vem a esperança de dias mais friozinhos, mais fresquinhos. Depois do verão escaldante, o mais quente dos últimos tempos, nada mais convidativo do que um Capuccino Light de Canela, nos dias de Outono...




Parece que o nosso verão será todo assim, chuvoso, úmido, enfim, nadinha de sol. E olhe que já está terminando fevereiro, daí virão as "águas de março", fechando o verão... e ...Que verão ? Nem tomei sol ainda esse ano ? Desisti ! Só no ano que vem !
Bom, mudando de assunto, voltando à que me tráz aqui...Hum, CAPUCCINO LIGHT DE CANELASe você não gosta do sabor acentuado da canela, pode substituir por um pouquinho, "íssimo" de achocolatado light.Eu já faço essa receita à anos e todos adoram.É muito simples.

Interessou?
Então vamos lá


* 1 lata de leite em pó desnatado (400g);
* 100 gramas de nescafé original (se preferir mais fraco, use apenas 50g)
* 5 colheres de sopa de chocolate em pó (Dois Frades, antigo Do Padre - Nestlé ou 100% Cacau - Harald)
* 3/4 xícara (chá) de adoçante em pó; (opcional)
* 2 colheres (sobremesa)não muito cheias de bicarbonato de sódio;
* 2 colheres(sobremesa)não muito cheias de canela em pó (opcional, se preferir, diminua a quantidade)

Eu costumo usar sempre o Nescafé Original. Já tentei fazer com outros, mas o sabor muda muito e não fica daquele jeitinho que eu gosto, além do mais é tão fácil encontrá-lo, não é mesmo?!
Todas as quantidade são adaptáveis, de acordo com o seu paladar.
Obs.: Com relação ao bicarbonato de sódio, seu uso é para que o nosso capuccino "espume"e fique com aquela aparência maravilhosa e desejosa.

Como fazer:
Muito simples, basta juntar todos os ingredientes numa tigela e misturar com uma colher,


Mistura bem ! Até ficar assim:

Depois leva para o copo do liquidificador, para bater muito bem essa mistura! Até virar esse pózinho, bem fininho.



Pronto! Está prontinho o Capuccino!


Você deverá acondicioná-lo em um recipiente totalmente seco e com tampa, e toda vez que for usá-lo deverá dar umas sacudidas para ele ficar bem soltinho novamente.

Para consumir:
Para fazer uma xícara de café de capuccino use 2 colheres (sopa) do capuccino e 1 xícara de água fervendo (180ml).
Se preferir mais cremoso, adicione ao leite - pode ser desnatado ou sem lactose.


Utilize uma xícara ou caneca um pouco maior do que a quantidade indicada, pois é provável que fique volumoso em função da espuma.

Essa receita rende 700 gramas de capuccino, e a cada 2 colheres(café) de capuccino terá aproximadamente 30 calorias.
Se você preferir, poderá tomar o capuccino com leite desnatado, 1 xícara (chá)de leite desnatado fervido e 3 colheres (chá) de capuccino. Dessa maneira serão 127 calorias.

Fonte: Blog Tempo para Você

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Receita: Detox pós-festas


Quem não corre o risco de exagerar nas festinhas? 

Se acontecer, faça um dia de dieta desintoxicante... 

Você vai sentir a diferença na pele e no pique



Depois do feriado, o prejuízo aparece já no dia seguinte: cansaço, gases, desconforto abdominal e inchaço. Culpa da gordura, do sal e do açúcar. Imagine se você também exagerar no álcool. “Em excesso, essas substâncias interferem nas reações orgânicas, inibindo o processo natural de desintoxicação feito pelo fígado”, diz Giovanna Arcuri, nutricionista da Clínica Gionutri, em São Paulo. Resultado: sobram toxinas, que, acumuladas no organismo, trazem vários prejuízos. Só para citar alguns deles: retenção de líquido, inflamação e ganho de peso. Por isso, quanto antes você eliminar essas substâncias inimigas, melhor. A nutricionista sugere um dia de detox pós-festa. Ou seja, seguir um cardápio rico em chás e sucos com propriedades diuréticas e desintoxicantes. Você ainda tem o direito de comer alimentos fonte de proteína magra (peixe ou frango), verduras, legumes e frutas. 
Ficam fora do cardápio: fritura, carne vermelha, leite e derivados (queijo, iogurte, manteiga) e glúten (proteína do trigo e da cevada presente em pães, bolos e biscoitos). “São alimentos com potencial alergênico e, por isso, podem provocar inflamação e o acúmulo de mais toxinas”, diz a nutricionista. Difícil ficar sem esses alimentos? É só por um dia! Mesmo porque o dia de detox tem apenas 800 calorias. 

Se quiser continuar poupando seu organismo de comidas pesadas, siga o cardápio de 1200 calorias até a virada do ano. Você vai sentir diferença na pele, no pique e no peso – dá para perder cerca de 2 quilos em cinco dias. Faça o teste! E, caso volte a sair da linha, repita a dose para começar 2013 sequinha, sequinha!

Para potencializar a dieta


Consuma mais água 
Além dos chás e sucos sugeridos no cardápio, beba, no mínimo, 1,5 litro de água pura ao longo do dia. Ela ajuda a eliminar as toxinas através dos rins. 

Beba água com limão 
A fruta ajuda a equilibrar o pH do organismo, facilitando a digestão e, consequentemente, a eliminação das toxinas. 

Aposte nos sucos com couve 
É uma verdura rica em clorofila, substância com o poder de desintoxicar o fígado. Suco verde é a melhor opção.

Corte refrigerante 
Mesmo a versão diet, zero ou light têm corantes e outras substâncias artificiais que prejudicam o processo de limpeza do organismo. Pelo mesmo motivo, não consuma bebida alcoólica. 

Evite café 
A cafeína atrapalha o processo de detox e pode alterar a qualidade do sono. E, quando você dorme mal, o organismo fica debilitado e propício a acumular toxinas. 

Capriche no chá de hibisco 
“As pesquisas mostram que o chá de hibisco tem ação diurética, ajudando a eliminar as toxinas. Também é importante para quem retém líquido e tem celulite”, afirma a nutricionista e pesquisadora Andrea Dario Frias, de Piracicaba (SP). Rico em antioxidantes, o hibisco ainda neutraliza os radicais livres, responsáveis pelas ruguinhas precoces. Outros chás com potencial desintoxicante: dente-de-leão e chá branco (tem menos cafeína que o chá verde).


Fonte: Boa Forma

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Saúde: Dieta glúten-free: menos 3 kg em 10 dias!


Ficar sem glúten por alguns dias... E já adianta o resultado: você emagrece, enxuga medidas, sente-se menos estufada e mais alerta. 

E isso tudo colocando muito mais comida no prato


O glúten é uma proteína difícil de digerir e está presente no trigo, no centeio, na cevada e, em menor quantidade, na aveia. Até há pouco tempo, deixar de consumi-lo era obrigatório apenas para celíacos, portadores de uma doença autoimune desencadeada pelo glúten que interfere intensamente na absorção de nutrientes pelo organismo. No entanto, nos últimos anos, não são poucos os médicos e nutricionistas que vêm sugerindo a retirada dessa proteína do cardápio em dietas para a perda de peso. Sabe-se hoje que o organismo não consegue quebrar o glúten. Ok, então ele seria simplesmente eliminado pelas fezes sem causar problemas, certo? "Errado", observa a nutricionista Gisela Savioli, de São Paulo, autora de Tudo Posso, Mas Nem Tudo Me Convém (Edições Loyola). "Estudos recentíssimos mostram que o glúten favorece a permeabilidade intestinal, deixando que fragmentos não digeridos dessa proteína passem para a corrente sanguínea. Isso desencadeia uma resposta inflamatória, contribuindo para a obesidade e agravando-a, já que o próprio peso em excesso é uma doença inflamatória." Com base nesse raciocínio, Gisela propõe a seus pacientes uma dieta sem glúten que, dependendo da necessidade de perda de peso, pode enxugar até 3 quilos em dez dias ao combater as inflamações causadas pela ingestão exagerada de glúten. É essa dieta que você encontra nas próximas páginas para afinar suas medidas. 


Há muitos paradoxos na questão do glúten. Por um lado, nenhum alimento consumido tal como foi entregue pela natureza contém essa proteína, que se revela no processo de industrialização do trigo e faz o cereal render mais. "É o glúten que faz a massa crescer e ficar fofa", explica Gisela. Por outro, nunca se consumiu tanto glúten como atualmente. "Nas últimas quatro décadas, o trigo sofreu um aprimoramento genético para se tornar mais produtivo, o que resultou num aumento significativo na quantidade de glúten", afirmou a nutricionista Denise Carreiro durante o 4º Glúten-Free, evento realizado em São Paulo no mês passado para debater o assunto. Em 2011, cada brasileiro consumiu em média 60 quilos de trigo, 27 deles no pãozinho francês, segundo dados da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Em contrapartida, a quantidade de frutas e hortaliças no prato não para de cair, representando hoje, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), menos de 1/3 do que deveria segundo bons padrões nutricionais. 

Nesse quadro de desequilíbrio alimentar, a dieta elaborada por Gisela Savioli oferece sabe o quê? Comida (muita comida!): cerca de 1200 calorias diárias de arroz, feijão, carne, frango, peixe, verduras e massas sem glúten. Você provavelmente vai olhar o cardápio e pensar: não consigo comer tudo isso. Mas vale fazer o teste por uma semana e observar as reações do seu corpo. É bem possível que se sinta menos estufada, mais alerta (o organismo gasta muita energia na tentativa de quebrar o glúten, energia essa que deixa de ir para o cérebro!) e apresente uma surpreendente perda de medidas. Talvez até descubra que se sente melhor sem essa proteína. "Atualmente, estima-se que cerca de 35% da população mundial tem alguma sensibilidade ao glúten. Alguns pesquisadores falam até em 60%", afirma Denise Carreiro. Mas, com exceção dos celíacos, ninguém precisa riscar o glúten da dieta para sempre. Controlar a quantidade é suficiente. "Ao trazer de volta essa substância ao cardápio, é importante equilibrar melhor o que se come. Reduzir o glúten não é uma dieta da moda: é a evolução do conhecimento", enfatiza Denise. 


Arroz e feijão quase todo dia 
A nutricionista Gisela Savioli sugere opções de refeições intercambiáveis para que você possa combiná-las a gosto com a garantia de ficar sempre perto das 1200 calorias. Siga o cardápio por dez dias e depois volte gradualmente a comer alimentos com glúten até estabelecer uma quantidade menor que a habitual para manter a perda de peso e um melhor equilíbrio alimentar. Ao longo do dia, beba 1 litro de água. "O restante de líquido pode vir dos alimentos, daí a importância dos legumes, das verduras e das frutas", diz Gisela. O cardápio também prioriza alimentos funcionais (orgânicos, sempre que possível) para que o processo de desinflamação aconteça por completo. Pela mesma razão, a nutricionista sugere trocar o leite de vaca pelo de ovelha e o queijo comum pelo de búfala. A biomassa de banana verde é opcional, mas você tem ótimos motivos para experimentar (veja como fazer em O Poder da Biomassa). 

Quem deve, quem pode 
Nem todos os nutricionistas gostam da ideia de retirar o glúten do cardápio. No final de 2011, o Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região (CRN-3) considerou que essa prática havia se disseminado de forma indiscriminada. Lançou, então, um parecer técnico orientando seus profissionais a adotar a medida apenas em determinados casos, como doença celíaca e diagnóstico clínico de sensibilidade ao glúten, que só caberia ao médico. "Mais importante do que cortar o glúten, é melhorar a qualidade das calorias ingeridas e, se for preciso perder peso, reduzir a quantidade", diz Patricia Cruz, nutricionista do Departamento de Nutrição da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). A dieta que BOA FORMA sugere atende a essa necessidade e tem o aval do cardiologista Roque Marcos Savioli, médico supervisor da Divisão Clínica do Instituto do Coração (Incor), do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Além disso, propõe que você siga o cardápio por apenas dez dias. 


Perca peso e ganhe pique 
Este cardápio de 1200 calorias tem pão e até macarrão (sem glúten, claro!). Desincha, desinflama e emagrece 3 quilos (ou mais!) em dez dias. Faça o teste! 

Café da manhã 
opção 1: Suco verde: 4 folhas de couve e 2 maçãs pequenas com casca passadas na centrífuga (se usar o liquidificador, acrescente um pouco de água) e batidas com 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 fatia de bolo de cacau sem farinha + Café (ou chá) com adoçante à base de stévia (opcional) 

opção 2: Suco verde: 4 folhas de couve, 2 cenouras com casca passadas na centrífuga (se usar o liquidificador, acrescente um pouco de água) e batidas com 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 copo (200 ml) de leite de arroz batido com café (ou cacau em pó) + 1 ovo mexido com 1 col. (café) de óleo de coco 

opção 3: Suco verde: 2 folhas de couve batidas com 1 kiwi, 1 maçã verde com casca, 1 pepino com casca, 1 copo (200 ml) de água de coco e 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 xíc. de chá de camomila + 1 falso pão de queijo com 1 fatia de mussarela de búfala (ou queijo de ovelha) 

opção 4: Suco verde: 2 folhas de couve batidas com 1 pepino com casca, 1 pedaço (2 cm) de gengibre, 1 copo (200 ml) de água de coco e 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 5 biscoitos de arroz com 2 col. (sopa) de homus (pasta de grão-de-bico com tahine) + Café (ou chá) com adoçante (opcional) 

opção 5: Suco verde: 2 folhas de couve batidas com 1 fatia de abacaxi, 1 pedaço (2 cm) de gengibre, 1 punhado de hortelã, 1 copo (200 ml) de água e 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde + 1 tapioca com 2 fatias de mussarela de búfala, 1 fio de azeite e orégano + Chá-verde com adoçante à base de stévia (opcional) 

Lanche da manhã 
opção 1: 1 fatia de melão com 1 col. (sopa) de amaranto (ou quinua em flocos) + 1 castanha-do-pará 

opção 2: 1 fatia de melancia + 1 castanha-do-pará 

opção 3: 1 pote de iogurte natural + desnatado com frutas vermelhas 

opção 4: 1/2 papaia 

opção 5: Fruta (1 goiaba, 1 maçã, 1 fatia de melancia) + 2 amêndoas + 2 macadâmias 

Almoço 
opção 1: 4 col. (sopa) de salada de legumes com tofu em cubos temperada com 1 col. (chá) de azeite extravirgem e 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 3 col. (sopa) de arroz integral polvilhado com cúrcuma + 2 col. (sopa) de feijão carioca (ou azuki) + 2 col. (sopa) de batata-doce (ou batata yacon) sautée + 1 filé pequeno (80 g) de frango grelhado 

opção 2: 1 prato (sobremesa) de salada de alface crespa, rúcula e rabanete ralado temperada com 1 col. (chá) de azeite extravirgem e 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 3 col. (sopa) de arroz integral polvilhado com gergelim (opcional) + 2 col. (sopa) de feijão-preto + 2 col. (de servir) de espinafre refogado com alho, cebola e um fio de azeiteextra virgem + 1 filé pequeno (80 g) de carne magra (patinho, coxão-mole) grelhada 

opção 3: 1 prato (sobremesa) de salada de alface, escarola, agrião e cenoura ralada temperada com 1 col. (chá) de azeite extravirgem, 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 3 col. (sopa) de quinua refogada + 1 col. (de servir) de vagem e cenoura refogadas + 1 col. (de servir) de sardinha assada com pimentões. 

opção 4: 1 prato (sobremesa) de salada de manjericão fresco e tomate picado sem sementes temperada com 1 col. (chá) de azeite extra virgem, 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 1 porção (250 g) de macarrão de arroz com brócolis + 1 filé pequeno (80 g) de carne magra grelhada 

opção 5: 1 prato (sobremesa) de salada de alface americana, rúcula, tomate-cereja e pepino temperada com 1 col. (chá) de azeite extravirgem e 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 2 col. (sopa) de arroz integral polvilhado com gergelim (opcional) + 1 col. (sopa) de lentilha + 5 buquês de brócolis cozidos no vapor + 1 filé médio (100 g) de peixe assado 

Lanche da tarde 
opção 1: 1 fatia média de melancia + 1 castanha-do-pará 

opção 2: 1 banana amassada com 1 col. (café) de coco ralado e canela 

opção 3: 4 biscoitos de polvilho (sem gordura trans) 

opção 4: 2 lascas (20 g) de coco fresco (ou seco) 

opção 5: 4 biscoitos doces sem glúten + Café (ou chá) com adoçante (opcional) 

Jantar 
opção 1: 1 prato (sobremesa) de salada de grão-de-bico com molho de iogurte + 2 col. (de servir) de brócolis cozido no vapor + 1 filé médio (100 g) de peixe grelhado 

opção 2: 1 prato (fundo) de sopa de couve-flor com cardamomo + 1 fatia de pão sem glúten 

opção 3: 1 prato (fundo) de sopa de abobrinha com curry servida com 1 peito de frango cozido e desfiado 

opção 4: 1 prato (fundo) de sopa de abóbora com gengibre batida com 2 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 prato (sobremesa) de couve-flor e cenoura refogadas com allho, cebola e 1 fio de azeite extravirgem 

opção 5: 1 prato (fundo) de sopa de mandioquinha e cenoura batida com 2 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 prato (sobremesa) de salada de chuchu com cebola 

Ceia 
opção 1: 1 maçã cozida com canela 

opção 2: 1 porção de frutas (2 kiwis, 1 pera) 

opção 3: 1 copo (200 ml) de suco de maracujá 

opção 4: 1 maçã cozida com cravo e canela 

opção 5: 2 amêndoas + 2 castanhas-do-pará


Compra permitida: confira os produtos sem glúten disponíveis no mercado, que você pode consumir na dieta.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Saúde:Praticar exercícios 4 vezes por semana pode ser melhor do que 6


Um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Alabama em Birminghan, aponta que praticar exercícios quatro vezes por semana pode ser mais eficaz que seis vezes

Contrariando estudos anteriores de que para ter efeito a prática de exercícios físicos deve ser feita quase que diariamente, foi divulgada, este mês, uma nova pesquisa no site do jornal The New York Times concluindo que, se exercitar quatro vezes por semana pode ser melhor do que seis vezes.

A questão foi colocada em cheque pela Universidade do Alabama em Birmingham que fez um do estudo defendendo a ideia de que, uma menor quantidade de exercício seria tão eficiente, ou até melhor, que um maior tempo de dedicação dentro da academia.

Para a realização desse estudo, os cientistas contaram com 72 voluntárias, com idades entre 60 a 74 anos e sedentárias, distribuídas em três grupos, que tinham como bases diferentes formas de se exercitar. O primeiro grupo contava com apenas dois dias por semana de práticas de exercícios físicos, o segundo grupo com quatro dias por semana, e por último o terceiro grupo, no qual as mulheres praticavam exercícios físicos seis vezes por semana. As atividades tiveram duração de quatro meses, e eram sempre supervisionadas.


Para que os resultados fossem colhidos, eram retiradas amostras de sangue para medir o nível da substancia citosina, capaz de apontar se o corpo estava sendo exposto a um nível muito alto de exercícios físicos, trazendo malefícios à saúde.


Após o período da pesquisa, os estudiosos notaram uma melhora na força, na resistência, e na perda de peso de todas as mulheres, independente do grupo pertencente. No entanto, o curioso resultado apareceu nos benefícios à saúde.


As mulheres que praticavam exercícios duas vezes por semana, obtiveram tantos benefícios quanto as que praticavam seis vezes por semana. Porém, as mulheres, que praticavam exercícios quatro vezes por semana, gastaram mais energia e obtiveram mais benefícios que os outros dois grupos.


O resultado fica visível quando os números são mostrados. O primeiro grupo gastava em média, 100 calorias por dia, enquanto o terceiro grupo, que se exercitava mais, gastava em torno de 200 calorias, e por ultimo, o segundo grupo, gastava 225 calorias por dia. Segundo o professor da Universidade do Alabama em Birmingham Gary Hunter, que conduziu a pesquisa, a conclusão é de que menos pode ser mais.

Fonte: Saúde Abril

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Saúde: Ser vegetariano faz mal para a saúde?

A alimentação vegetariana suscita paixões e polêmicas. 

Alguns argumentam que a carne faz falta para o organismo 

e outros que é possível ser saudável sem ela. 


Conheça a opinião de diversos especialistas sobre o assunto



A pesquisadora Suzana Herculano-Houzel, do Rio de Janeiro, afirma que um vegetariano pode ter grandes riscos de não ingerir a quantidade suficiente de proteínas, o que faz falta para o desenvolvimento e o bom funcionamento do cérebro. Ela diz ainda que bebês e crianças não devem ser submetidos a dietas vegetais, a não ser sob supervisão médica. Eric Slywitch, médico e diretor da Sociedade Vegetariana Brasileira, vê na afirmação "um equívoco" e a rebate argumentando que o cérebro é priorizado quando há desnutrição severa. Nesse caso, ocorre perda de massa muscular para aproveitamento proteico cerebral. Segundo ele, não há provas de comprometimento do vegetariano, e a preocupação com o equilíbrio na dieta de crianças deve existir, independentemente de ser onívora ou não. Veja algumas reflexões trazidas por especialistas para ajudar na decisão sobre o que colocar no prato.

Vegetarianos são mais saudáveis?

O nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrologia, garante que a dieta vegetariana não oferece perigo se for monitorada: "Sugiro um check-up a cada seis meses e, se houver qualquer deficiência, ela pode ser rapidamente corrigida". Já o nutricionista George Guimarães, diretor da consultoria NutriVeg, em São Paulo, considera a medida sem importância. "O cardápio vegetariano disponibiliza os nutrientes necessários. Vegetarianos são mais saudáveis e têm menos doenças crônico-degenerativas e cardíacas." Para comprovar sua tese, ele cita uma pesquisa da Universidade de Oxford, feita com 45 mil voluntários (34% vegetarianos) e publicada no American Journal of Nutrition. Os que não comiam carne apresentaram menor risco de cardiopatias. Pesa nesse quadro um traço comportamental, admitido por Durval. Os vegetarianos são mais criteriosos quanto aos alimentos que consomem, não cometem exageros, cuidam da saúde e são menos propensos à obesidade.

Ovolactovegetariano ou vegetariano?

A nutricionista Cynthia Passoni, especialista em nutrição infantil pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), uma estudiosa da relação entre crescimento e alimentação, pondera que a dieta vegetariana não é garantia de saúde: "É muito comum ver pais que não consultam um médico e simplesmente trocam a carne por massas e pães, prejudicando os filhos". Para ela, a proteína é um dos itens mais polêmicos. Presente principalmente na carne, também está em feijões, lentilha, quinoa, nozes (amêndoas, castanha de caju) e sementes (gergelim e linhaça). "Nestes últimos, cumpre o mesmo papel da proteína da carne no desenvolvimento", diz ela, "mas nem sempre está incorporada nas refeições infantis." Eric lembra uma tabela nutricional que aponta que um bife grelhado, de 64 gramas e 190 calorias, pode ser trocado por 7 colheres (sopa) de lentilha cozida. O pediatra Mauro Fisberg, autor do Guia Descomplicado da Alimentação Infantil, editado em parceria com as revistas CLAUDIA e SAÚDE, põe lenha na fogueira: "Quanto mais restrita é a dieta, maior a possibilidade de ocorrer alguma deficiência alimentar". Ele explica que um cardápio ovolactovegetariano, que abre o leque para o ovo e o leite, ofereceria uma opção mais completa. "O cálcio, presente no leite, é essencial para a formação óssea. Sem ele, pode haver, no futuro, risco de osteopenia e osteoporose. A soja também é boa fonte de cálcio, que está em menor quantidade em verduras verde-escuras."

É preciso complementar 

A gestação e os primeiros anos da infância são fases críticas, segundo Cynthia. Por isso, Mauro argumenta que a família deveria esperar um pouco para introduzir a criança no vegetarianismo. Ou fazê-lo sob orientação. E aí recorrer aos alimentos fortificados. "No mercado, há arroz, sucos e queijo de soja enriquecidos com cálcio", diz Andrea Giancoli, nutricionista da associação americana de nutrição.

A falta de outro elemento da carne vermelha, o ferro, pode levar à anemia, que causa cansaço e baixa concentração. O ferro das leguminosas (feijão, soja) e das folhas verdes-escuras é menos assimilado pelo organismo. Por isso, vegetarianos devem dobrar a ingestão para não ficar com o estoque baixo - embora esse grupo tenda a se adaptar e aumentar, gradativamente, a capacidade de absorvê-lo. "Para potencializar o ferro, é preciso combiná-lo com vitamina C (acerola e goiaba) e ainda evitar laticínios, que dificultam sua absorção", afirma Cynthia. O peixe de água fria, excluído da mesa vegetariana, é rico em ômega 3 - importante para a mielina, gordura que encapa as fibras nervosas e acelera a comunicação entre os neurônios. "Dá para obter a quantidade diária necessária de ômega 3 ingerindo 2 colheres (chá) de óleo de linhaça", rebate George. Segundo ele, o único componente que não tem substituto, a vitamina B12, precisa ser acrescentado por meio de injeções, cápsulas ou gotas. Ela provém da carne e tem função fundamental no raciocínio. Sua falta pode levar à anemia e prejudicar o crescimento das crianças.

Richard Wrangham, primatólogo e professor de Harvard, autor de Pegando Fogo - Por Que Cozinhar nos Tornou Humanos (Zahar), joga o debate para outro campo. Quando a comida é cozida, diz ele, obtemos a mesma quantidade de calorias na dieta vegetariana ou na típica americana, rica em carne. Só com as cruas ocorrem perdas.

Fonte: M de Mulher

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Saúde: Cuide da saúde lendo os rótulos dos alimentos

Entender e conhecer as propriedades do que se consome pode ser um bom aliado do bem-estar


Uma pesquisa feita pelo Ministério da saúde apontou que 70% das pessoas leem os rótulos dos alimentos durante as compras, mas metade não compreende adequadamente os significados das informações. Se você está lutando contra a balança, entender e conhecer as propriedades dos alimentos que está consumindo é importante para não cair em tentação na hora de fazer compras no supermercado.
Segundo o nutrólogo André Veinert, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tornou obrigatória a veiculação de um rótulo nutricional nas embalagens dos produtos.
— Hoje todos os produtos disponibilizam informação nutricional que avisa sobre a contribuição dos nutrientes ingeridos. Mas os consumidores devem ficar atentos às necessidades energéticas que variam de acordo com a idade, o peso, a altura, a atividade física e o sexo da pessoa — explica.
Fazer uma escolha saudável e equilibrada não é fácil, principalmente quando existem valores diários a serem consumidos. De acordo com o nutrólogo, uma criança deve ingerir aproximadamente entre 1.200 e 2.000 kcal por dia, um adolescente entre 2.200 e 3.000 kcal, uma mulher adulta entre 1.800 e 2.200 kcal e um homem adulto entre 2.200 e 2.700 kcal.
Para não correr o risco de consumir nutrientes em excesso, conheça os principais pontos a serem avaliados nos rótulos:
Porção (em g ou ml)
Trata-se da quantidade média recomendada para consumo para manter uma alimentação saudável.
— Vale ressaltar que os valores nutricionais não correspondem ao alimento inteiro. Um pacote com 90 g de salgadinho pode conter uma tabela nutricional relacionada a uma porção de 30 g. Mas para descobrir o quanto você já consumiu, será preciso multiplicar os valores da tabela por três — sugere o Dr. André.
Medida caseira
Indica a porção de um alimento segundo uma medida usada pelo consumidor, tais como: fatias, unidades, pote, xícaras, copos, colheres de sopa. Informar a medida caseira é obrigatório.
%VD
A sigla significa Valor Diário. Ela indica qual a quantidade de energia (calorias) e de nutrientes que o alimento apresenta em relação a uma dieta média de 2.000 kcal.
— Se você ler o rótulo de uma sopa com 90% do VD de sódio, significa que esse produto já fornece o total da quantidade recomendada desse nutriente para um dia — revela o médico.
Valor energético
São as famosas calorias (kcal). Elas representam a energia que nosso corpo produz a partir do consumo daquela porção de alimento.
— Você pode notar que os valores energéticos estão com outra unidade de medida, os quilojoules (kJ), Nesses casos, basta lembrar que 1 kcal corresponde a 4,2 kJ — recomenda Veinert.
Carboidratos
Eles atuam como fontes de energia para o corpo. Por isso, é preciso consumir a quantidade adequada desse nutriente, daí a importância de ficar de olho no %VD dos alimentos. Os carboidratos são encontrados em pães, tubérculos, massas, farinhas e doces em geral e sua necessidade diária é em torno de 300 g.
Proteínas
Auxiliam a construir e conservar tecidos, órgãos e células. Sem exagero, as proteínas garantem a manutenção do organismo, além de proporcionar uma sensação de saciedade.
— O ideal é consumir 75 g de proteínas. Carnes, leite e leguminosas como feijão, soja, grão de bico, quinoa, contêm boas doses do nutriente — diz o nutrólogo.
Gorduras totais
Essas gorduras auxiliam no transporte de vitaminas A, D, E e K, mas o seu consumo deve ser moderado, pois o abuso das gorduras totais pode levar ao aumento de peso.
Gorduras saturadas
São aquelas encontradas em produtos de origem animal, como carnes, queijos, pele de frango, leite integral, requeijão e manteiga, entre outros.
— A ingestão excessiva desse tipo de gordura aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Por isso, antes de consumir esses alimentos verifique as taxas de % VD — esclarece Veinert.
Gorduras trans
Também chamadas de ácidos graxos trans, elas estão presentes principalmente em produtos industrializados como salgadinhos, bolachas, sorvetes e margarinas.
— A gordura trans não faz bem à saúde e ainda pode aumentar as chances de problema no coração. O ideal é consumir no máximo 2 g de gordura trans — aconselha o Dr. André.
Fibra alimentar

As fibras garantem o bom funcionamento do organismo, o controle das taxas de glicemia e colesterol, além de aumentar o efeito de saciedade. São facilmente encontradas em frutas, hortaliças, feijões e alimentos integrais. É necessário consumir 25 g de fibras por dia.


Sódio
O nutriente é importante para a regulação hídrica e o desempenho adequado do cérebro. Porém, quando o sódio é consumido em excesso ele pode causar retenção de líquidos e aumentar a pressão arterial.
— Nem todo mundo sabe, mas o sódio está presente na maioria dos produtos industrializados. Para evitar problemas na saúde observe o %VD e procure manter distância do saleiro — conclui o nutrólogo.
Dessa forma, é possível ingerir alimentos saudáveis sem colocar a dieta e a saúde em risco. Prefira produtos cujos primeiros ingredientes da lista não sejam gorduras, óleos, sal, açúcar, sacarose, mel, melaço ou ainda outras formas de açúcar, e opte por aqueles que apresentarem alto %VD de fibras alimentares. Seguindo essas dicas é possível consumir os alimentos sem culpa.

Fonte: Zero Hora

domingo, 21 de julho de 2013

Na minha opinião: Danubio Yogurt - sem lactose

São 3 sabores: Integral (natural), Morango e Physalis num potinho de vidro de 110g com 112Kcal e 4,4g de proteínas.

Experimentei o Danubio Yogurt sem lactose e na verdade não gostei tanto assim. A textura é gostosa mas achei um pouco gorduroso. O Morango é gostosinho, sem parecer artificial; já o Natural é bem azedinho, não consegui comer puro e só consegui comer com agave ou mel; em compensação o Physalis é o mais gostoso com um sabor suave, diferente mas muito bom!

Então, NA MINHA OPINIÃO, não vale. Se quiser experimentar, ok ou talvez numa emergência pode ser, porém não dá para incluir no dia-a-dia...

Ficha Técnica:
Peso: 110g
Calorias: 112Kcal
Preço: R$2,79




quarta-feira, 10 de julho de 2013

Na minha opinião: Smoothie



Experimentei o Smoothie da marca Jasmine, usei no lanche da tarde - e... super aprovei!

É leve, saboroso, prático, enfim super funciona para um lanchinho rápido. Adorei porque é gostoso e dá para tomar gelado ou com temperatura ambiente, o que facilita muito.

É um mix de frutas, sem adição de açúcar, com polpa de fruta e rico em vitamina C. Eu experimentei o de maçã e uva; tem ainda de maçã e banana e maçã, uva e framboesa.

Lembra muito aquelas papinha da Nestlé para bebê, o sabor é bem parecido mas contém um poquinho de fibras, enquanto a papinha é bem liquida.

Achei um pouco caro comparando a quantidade, mas numa emeregência, vale.

Ficha Técnica:
Peso: 90g
Calorias: 64 Kcal
Preço: R$3,50

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Tabela de Medidas e Calorias


Muitas pessoas me perguntam sobre as medidas usadas na cozinha: quantas colheres ou xícaras de chá são 100g, 250g ou 350g... O mais importante de uma receita são as medidas, elas fazem muita diferença no resultado final.
Outra dúvida muito frequente são as calorias de certos alimentos, geralmente os mais comuns de nosso dia-a dia. Por isso, fiz uma pesquisa para tentar simplificar ao máximo para vocês. Espero que gostem.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Barriga Negativa

Candice Swanepoel, Karlie Kloss e Alessandra Ambrósio: Angels da Victoria's Secret têm barriga negativa
Os anos vão passando e os ideais de beleza estão sempre aí. Eles mudam com o tempo mas jamais deixam de existir. A febre do momento nas academias tem nome e sobrenome: barriga negativa. Recentemente exposta nas redes sociais pela modelo sul-africana Candice Swanepoel, o modismo traz faz com que os ossos da pelve fiquem mais proeminentes que a musculatura abdominal. Mas será que qualquer pessoa pode desfilar o modelito por aí?
O clínico geral e fisiologista do exercício João Pinheiro garante que a barriga negativa não é para todo mundo. "Algumas pessoas com membros inferiores maiores que o tórax, chamadas de longilíneas, terão maior facilidade para conseguir o efeito devido à genética favorável", explica. Já as pessoas que possuem na sua constituição uma predominância em acumular gordura no abdômen terão maior dificuldade.
Giovana Guido, nutricionista esportiva da Dr. Shape, alerta que dificilmente uma mulher do tipo mignon - estilo da brasileira - irá atingir a barriga negativa, mesmo com muita dieta e exercícios. "Para ter esse estilo de barriga só tendo um percentual de gordura bem baixo e um Índice de Massa Corporal (IMC) menor do que o normal", salienta. E isso não é nada saudável.
Além da amenorréia (falta de menstruação) que aparece quando a gordura corporal atinge nível inferior a 7%, outros problemas de saúde podem dar o ar da graça. "Perda de tecido mamário, diminuição da ovulação, baixa consciência, arritmias cardíacas, doenças de pele por deficiência de alguns minerais, desmaios, baixa atividade hormonal e diminuição da vitalidade", pontua Gabriel Cairo Nunes, nutricionista esportivo da Clínica Healthme Gerenciamento de Peso.
Para quem está dentro do perfil longilíneo favorável, o resultado vem com dedicação. "Com uma dieta hiperprotéica rigorosa e exercícios aeróbicos de baixa e média intensidade e longa duração - no mínimo 60 minutos, de 5 a 7 dias por semana - é possível chegar a um abdômen negativo", observa o Dr. Pinheiro, ressaltando que algumas pessoas podem alcançar esse objetivo com maior facilidade, outras demoram mais um pouquinho.
Candice em ação na passarela da Victoria's Secret
Ricardo Santos, campeão Sul Sudeste e Paulista de Culturismo, personal trainer e treinador de atletas da Dr. Shape, diz que as pessoas devem afastar qualquer dieta mirabolante e exercícios sem supervisão. "O indivíduo deve, primeiramente, ser avaliado por um profissional especializado e assim ter o melhor acompanhamento possível para seu objetivo, sempre levando em conta sua rotina diária e genética. Dessa forma, as pessoas com condições de obterem a barriga negativa a terão com ações e rotinas adaptadas, com medidas saudáveis e seguras como alimentação, suplementação e programas de exercícios personalizados".
Pinheiro garante que, se acompanhada por profissionais capacitados, a jornada para conseguir a barriga negativa não traz prejuízos à saúde. "Não há riscos desde que a pessoa faça uma monitorizarão contínua do perfil hormonal e energético", diz o médico, esclarecendo que, por exemplo, exercícios abdominais realizados sem critérios podem lesionar a coluna lombo-sacra. Além disso, conforme explica Ricardo, lutar contra a natureza do próprio corpo para chegar a um resultado pode trazer consequências como uso de drogas, bulimia e anorexia. E todo mundo já sabe que isso não é nada bom.
De acordo com Gabriel, para evitar danos à saúde o indivíduo deve fazer uma dieta com cerca de 1200 calorias, gastando ao menos 500 calorias nos exercícios. A nutricionista Giovana Guido acredita que o ideal é sempre seguir uma dieta equilibrada em todos os nutrientes, porém, remanejada de forma correta a fim de agilizar os resultados. "Os principais cuidados são: evitar consumo extremamente baixo de calorias, cortar carboidratos, não ficar muito tempo sem se alimentar, não basear a dieta em um ou dois alimentos e sim ter uma dieta variada e ter alta ingestão de líquidos ao longo do dia", ensina.
Os suplementos alimentares podem dar alguma ajuda. "Eles aceleram os resultados da dieta e dão uma motivação extra. Neste caso, os termogênicos/queimadores de gordura são bem indicados, assim como os diuréticos naturais, bloqueadores de absorção, fibras, emagrecedores e shakes protéicos/dietéticos", esclarece Giovana.
Alguns alimentos dão uma estufadinha na barriga, mas Gabriel Cairo lembra que é uma situação transitória. "Leite, grãos e alimentos integrais podem fazer o abdômen inchar, mas isso dura pouco tempo. Varia de uma a duas semanas, até o corpo regularizar a produção de bactérias benéficas ao intestino, e assim o tamanho do abdômen volta a sua normalidade. O que nunca deve acontecer é se alimentar com grandes volumes de comida em uma mesma refeição, pois isso leva a maior putrefação ou digestão alimentar - que libera gases e assim aumento a barriga", pondera.
Giovana ressalta que conseguir uma barriga negativa só pode ser considerado favorável se o intestino funcionando perfeitamente e se não houver nenhum grau de retenção no organismo. O correto é conseguir chegar aos objetivos sem sacrificar a saúde.
Então, se você não tem biotipo para ostentar a barriga da moda, contente-se com o abdômen sequinho. "Barriga sequinha é a tradicional forma de abdômen malhado sem gordura localizada e flacidez. Temos, neste caso, um abdômen bem rígido às custas de muito treino de abdominais bem executados e intensos e um percentual de gordura baixo. Porém não veremos os famosos "gominhos" que é fruto de uma boa hipertrofia da musculatura abdominal conseguida com treinos específicos", finaliza Ricardo.