Fique bela todos os dias, o dia todo!

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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Saúde: Dicas para aproveitar as festas sem extrapolar


Eu sempre dou uma passada no Blog da Michelle Franzoni (blogdamimis.com.br) e ao encontrar este post, eu tive compartilhar... achei de "utilidade pública"- rsrs
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Final de ano não é fácil pra quem tá de dieta, né! São confraternizações do trabalho, dos amigos, Natal, Reveillon e ainda as férias que geralmente são nessa época.
Claro que a gente é normal e quer aproveitar os momentos e  comer umas coisinhas diferentes, afinal ninguém aqui é radical e o saudável é saber equilibrar. 
Na época que eu estava em processo de emagrecimento, eu passei por essa fase toda sem estresse e aproveitando as festas. Então  hoje vou dar algumas dicas para aproveitar o final do ano sem extrapolar. :)
Vamos ser bem práticos e considerar a semana crítica entre 24 de dezembro e 01 de janeiro, certo? Dentro dessa semana  temos dois dias principais: a ceia de Natal e Reveillon. São nesses dois dias que vamos focar e nos permitir, afinal não dá pra se permitir a semana toda porque aí o estrago tá feito.
A principal regra é não se preocupar em perder peso nessa semana, preocupe-se em manter. São apenas alguns dias e isso não vai fazer você perder seu objetivo. Se você está em uma dieta rigorosa e quer aproveitar os momentos de final de ano e comer coisas diferentes, não se desespere. Pense que se você sair da dieta por 2 noites, e voltar com a corda toda depois, seus objetivos não serão afetados. Se você pensar assim, é mais fácil se planejar e voltar com tudo no começo do ano.
Eu digo isso porque às vezes o desespero pode por tudo a perder, e uns dias de festa servem para jogar todos nossos objetivos para  o alto, tipo: “agora que já sai da dieta, já era!” Isso é bem comum, e a dica serve para nos mantermos firmes no objetivo e no planejamento. Lembram que falei de planejar a diet? Pois é! No planejamento você pode colocar a manutenção do peso nessa semana. :)
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Agora vamos às dicas práticas! 
- Mantenha sua dieta firme durante o dia e deixe o extra apenas para o jantar: Um recurso que eu uso nesses dias é fazer um dia mais “low carb” como falei AQUI, já que na ceia vamos extrapolar um pouquinho.
- Pratique exercícios  aeróbicos como de costume: isso vai ajudar a “queimar” as calorias extras da festa. Caminhadas, corridas, bike ou outros que você preferir. Se você ainda não pratica exercícios, ‘ta na hora de começar. :) Neste POST dou super dicas para escolher a atividade física ideal. 
- Não pule refeições: antes de sair para a festa, ou de receber os convidados em casa, coma um sanduíche leve (receitas AQUI). Assim você não vai chegar desesperada de fome na hora da ceia e atacar tudo que vem pela frente. 
- Cuide com os petiscos: se a festa for na sua casa, faça opções mais leves e saudáveis: frutas secas, oleaginosas, pastinhas leves e outras do tipo são boas opções. 
- Coma sempre a salada antes: toda festa tem que ter salada, né? Além de bonita, ela serve para nos dar saciedade pois é rica em fibras.
- Evite molhos gordurosos ou com queijo, eles são super calóricos.
- O peru é uma ótima fonte de proteína magra! Aproveite e foque no peru! hahaha
- Comece a se servir pelos legumes  e pratos mais saudáveis, assim sobra menos espaço para os mais gordinhos. :) 
- Coma devagar: as pessoas que comem muito rápido passam do seu ponto real de saciedade, isso porque quem avisa que estamos satisfeitos é o  cérebro, e não o estômago, e ele demora até 20 minutos para nos informar. Então, converse bastante, mastigue e sinta bem os alimentos, que consequentemente você vai comer menos. :)
- Se a ceia for na sua casa, tenha opções saudáveis. E se for na família ou amigos, que tal levar um prato saudável? Assim você tem uma boa opção e ainda mostra aos outros como é possível comer bem saudavelmente. Tem várias receitas AQUI
- Cuide com o álcool, ele tem calorias vazias (sem nutrientes) como já falamos. As destiladas adicionadas de açúcar, como os coqueteis podem ser uma bomba calórica. Dê preferência ao vinho e esteja sempre acompanhada de um copo de água. Essa é a tática que já contei AQUI e super funciona, principalmente em festas com amigos que gostam de beber muito. rsss Nesse POST eu mostro as calorias dos drinks mais comuns em festas. 
- Os doces são o seu fraco, assim como o meu? rsss Foque no mais gostoso! É assim que faço. Só como doces quando o meu coração bate forte por algum. Tá certo que antes ele batia forte por todos, mas hoje aprendi a focar mais. Adoro doces com chocolate, então essa é a minha escolha. Deixo o sorvete, o pudim e foco no que gosto mais. Qual tipo de doce você mais gosta? 
- Faça uma sobremesa saudável: outra opção para quem quer se controlar mais, é fazer um doce menos calórico e servir ou levar para a festa. Tem várias receitas AQUI
- No dia seguinte, volte para a dieta e sua rotina equilibrada e nade de ficar sem comer!  O dia low carb aqui também  funciona e é o que faço quando tenho uma ocasião especial. :) 
A última dica é o que aprendi e tenho hoje pra minha vida:
NÃO COMA COMO SE NÃO HOUVESSE O AMANHÃ.  
Sabe aquele desespero por comida, como se aquela fosse a última refeição da face da Terra? Eu tinha isso e muita gente tem. Pense sempre o seguinte: haverão muitas festas ainda, outros momentos gostosos, outras delícias na vida. Não precisamos devorar tudo que tem pela frente como se fosse o nosso último dia, né? Mantenha o equilíbrio sempre. :)  
 Ah! Eu já postei várias dicas legais para as festas AQUI
É isso aí gente! Gostaram das dicas?
Aproveitem as festas!!!

Fonte: Blog da Mimis - entre e conheça mais sobre vida saudável!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Saúde: Dieta glúten-free: menos 3 kg em 10 dias!


Ficar sem glúten por alguns dias... E já adianta o resultado: você emagrece, enxuga medidas, sente-se menos estufada e mais alerta. 

E isso tudo colocando muito mais comida no prato


O glúten é uma proteína difícil de digerir e está presente no trigo, no centeio, na cevada e, em menor quantidade, na aveia. Até há pouco tempo, deixar de consumi-lo era obrigatório apenas para celíacos, portadores de uma doença autoimune desencadeada pelo glúten que interfere intensamente na absorção de nutrientes pelo organismo. No entanto, nos últimos anos, não são poucos os médicos e nutricionistas que vêm sugerindo a retirada dessa proteína do cardápio em dietas para a perda de peso. Sabe-se hoje que o organismo não consegue quebrar o glúten. Ok, então ele seria simplesmente eliminado pelas fezes sem causar problemas, certo? "Errado", observa a nutricionista Gisela Savioli, de São Paulo, autora de Tudo Posso, Mas Nem Tudo Me Convém (Edições Loyola). "Estudos recentíssimos mostram que o glúten favorece a permeabilidade intestinal, deixando que fragmentos não digeridos dessa proteína passem para a corrente sanguínea. Isso desencadeia uma resposta inflamatória, contribuindo para a obesidade e agravando-a, já que o próprio peso em excesso é uma doença inflamatória." Com base nesse raciocínio, Gisela propõe a seus pacientes uma dieta sem glúten que, dependendo da necessidade de perda de peso, pode enxugar até 3 quilos em dez dias ao combater as inflamações causadas pela ingestão exagerada de glúten. É essa dieta que você encontra nas próximas páginas para afinar suas medidas. 


Há muitos paradoxos na questão do glúten. Por um lado, nenhum alimento consumido tal como foi entregue pela natureza contém essa proteína, que se revela no processo de industrialização do trigo e faz o cereal render mais. "É o glúten que faz a massa crescer e ficar fofa", explica Gisela. Por outro, nunca se consumiu tanto glúten como atualmente. "Nas últimas quatro décadas, o trigo sofreu um aprimoramento genético para se tornar mais produtivo, o que resultou num aumento significativo na quantidade de glúten", afirmou a nutricionista Denise Carreiro durante o 4º Glúten-Free, evento realizado em São Paulo no mês passado para debater o assunto. Em 2011, cada brasileiro consumiu em média 60 quilos de trigo, 27 deles no pãozinho francês, segundo dados da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Em contrapartida, a quantidade de frutas e hortaliças no prato não para de cair, representando hoje, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), menos de 1/3 do que deveria segundo bons padrões nutricionais. 

Nesse quadro de desequilíbrio alimentar, a dieta elaborada por Gisela Savioli oferece sabe o quê? Comida (muita comida!): cerca de 1200 calorias diárias de arroz, feijão, carne, frango, peixe, verduras e massas sem glúten. Você provavelmente vai olhar o cardápio e pensar: não consigo comer tudo isso. Mas vale fazer o teste por uma semana e observar as reações do seu corpo. É bem possível que se sinta menos estufada, mais alerta (o organismo gasta muita energia na tentativa de quebrar o glúten, energia essa que deixa de ir para o cérebro!) e apresente uma surpreendente perda de medidas. Talvez até descubra que se sente melhor sem essa proteína. "Atualmente, estima-se que cerca de 35% da população mundial tem alguma sensibilidade ao glúten. Alguns pesquisadores falam até em 60%", afirma Denise Carreiro. Mas, com exceção dos celíacos, ninguém precisa riscar o glúten da dieta para sempre. Controlar a quantidade é suficiente. "Ao trazer de volta essa substância ao cardápio, é importante equilibrar melhor o que se come. Reduzir o glúten não é uma dieta da moda: é a evolução do conhecimento", enfatiza Denise. 


Arroz e feijão quase todo dia 
A nutricionista Gisela Savioli sugere opções de refeições intercambiáveis para que você possa combiná-las a gosto com a garantia de ficar sempre perto das 1200 calorias. Siga o cardápio por dez dias e depois volte gradualmente a comer alimentos com glúten até estabelecer uma quantidade menor que a habitual para manter a perda de peso e um melhor equilíbrio alimentar. Ao longo do dia, beba 1 litro de água. "O restante de líquido pode vir dos alimentos, daí a importância dos legumes, das verduras e das frutas", diz Gisela. O cardápio também prioriza alimentos funcionais (orgânicos, sempre que possível) para que o processo de desinflamação aconteça por completo. Pela mesma razão, a nutricionista sugere trocar o leite de vaca pelo de ovelha e o queijo comum pelo de búfala. A biomassa de banana verde é opcional, mas você tem ótimos motivos para experimentar (veja como fazer em O Poder da Biomassa). 

Quem deve, quem pode 
Nem todos os nutricionistas gostam da ideia de retirar o glúten do cardápio. No final de 2011, o Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região (CRN-3) considerou que essa prática havia se disseminado de forma indiscriminada. Lançou, então, um parecer técnico orientando seus profissionais a adotar a medida apenas em determinados casos, como doença celíaca e diagnóstico clínico de sensibilidade ao glúten, que só caberia ao médico. "Mais importante do que cortar o glúten, é melhorar a qualidade das calorias ingeridas e, se for preciso perder peso, reduzir a quantidade", diz Patricia Cruz, nutricionista do Departamento de Nutrição da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). A dieta que BOA FORMA sugere atende a essa necessidade e tem o aval do cardiologista Roque Marcos Savioli, médico supervisor da Divisão Clínica do Instituto do Coração (Incor), do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Além disso, propõe que você siga o cardápio por apenas dez dias. 


Perca peso e ganhe pique 
Este cardápio de 1200 calorias tem pão e até macarrão (sem glúten, claro!). Desincha, desinflama e emagrece 3 quilos (ou mais!) em dez dias. Faça o teste! 

Café da manhã 
opção 1: Suco verde: 4 folhas de couve e 2 maçãs pequenas com casca passadas na centrífuga (se usar o liquidificador, acrescente um pouco de água) e batidas com 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 fatia de bolo de cacau sem farinha + Café (ou chá) com adoçante à base de stévia (opcional) 

opção 2: Suco verde: 4 folhas de couve, 2 cenouras com casca passadas na centrífuga (se usar o liquidificador, acrescente um pouco de água) e batidas com 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 copo (200 ml) de leite de arroz batido com café (ou cacau em pó) + 1 ovo mexido com 1 col. (café) de óleo de coco 

opção 3: Suco verde: 2 folhas de couve batidas com 1 kiwi, 1 maçã verde com casca, 1 pepino com casca, 1 copo (200 ml) de água de coco e 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 xíc. de chá de camomila + 1 falso pão de queijo com 1 fatia de mussarela de búfala (ou queijo de ovelha) 

opção 4: Suco verde: 2 folhas de couve batidas com 1 pepino com casca, 1 pedaço (2 cm) de gengibre, 1 copo (200 ml) de água de coco e 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 5 biscoitos de arroz com 2 col. (sopa) de homus (pasta de grão-de-bico com tahine) + Café (ou chá) com adoçante (opcional) 

opção 5: Suco verde: 2 folhas de couve batidas com 1 fatia de abacaxi, 1 pedaço (2 cm) de gengibre, 1 punhado de hortelã, 1 copo (200 ml) de água e 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde + 1 tapioca com 2 fatias de mussarela de búfala, 1 fio de azeite e orégano + Chá-verde com adoçante à base de stévia (opcional) 

Lanche da manhã 
opção 1: 1 fatia de melão com 1 col. (sopa) de amaranto (ou quinua em flocos) + 1 castanha-do-pará 

opção 2: 1 fatia de melancia + 1 castanha-do-pará 

opção 3: 1 pote de iogurte natural + desnatado com frutas vermelhas 

opção 4: 1/2 papaia 

opção 5: Fruta (1 goiaba, 1 maçã, 1 fatia de melancia) + 2 amêndoas + 2 macadâmias 

Almoço 
opção 1: 4 col. (sopa) de salada de legumes com tofu em cubos temperada com 1 col. (chá) de azeite extravirgem e 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 3 col. (sopa) de arroz integral polvilhado com cúrcuma + 2 col. (sopa) de feijão carioca (ou azuki) + 2 col. (sopa) de batata-doce (ou batata yacon) sautée + 1 filé pequeno (80 g) de frango grelhado 

opção 2: 1 prato (sobremesa) de salada de alface crespa, rúcula e rabanete ralado temperada com 1 col. (chá) de azeite extravirgem e 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 3 col. (sopa) de arroz integral polvilhado com gergelim (opcional) + 2 col. (sopa) de feijão-preto + 2 col. (de servir) de espinafre refogado com alho, cebola e um fio de azeiteextra virgem + 1 filé pequeno (80 g) de carne magra (patinho, coxão-mole) grelhada 

opção 3: 1 prato (sobremesa) de salada de alface, escarola, agrião e cenoura ralada temperada com 1 col. (chá) de azeite extravirgem, 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 3 col. (sopa) de quinua refogada + 1 col. (de servir) de vagem e cenoura refogadas + 1 col. (de servir) de sardinha assada com pimentões. 

opção 4: 1 prato (sobremesa) de salada de manjericão fresco e tomate picado sem sementes temperada com 1 col. (chá) de azeite extra virgem, 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 1 porção (250 g) de macarrão de arroz com brócolis + 1 filé pequeno (80 g) de carne magra grelhada 

opção 5: 1 prato (sobremesa) de salada de alface americana, rúcula, tomate-cereja e pepino temperada com 1 col. (chá) de azeite extravirgem e 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 2 col. (sopa) de arroz integral polvilhado com gergelim (opcional) + 1 col. (sopa) de lentilha + 5 buquês de brócolis cozidos no vapor + 1 filé médio (100 g) de peixe assado 

Lanche da tarde 
opção 1: 1 fatia média de melancia + 1 castanha-do-pará 

opção 2: 1 banana amassada com 1 col. (café) de coco ralado e canela 

opção 3: 4 biscoitos de polvilho (sem gordura trans) 

opção 4: 2 lascas (20 g) de coco fresco (ou seco) 

opção 5: 4 biscoitos doces sem glúten + Café (ou chá) com adoçante (opcional) 

Jantar 
opção 1: 1 prato (sobremesa) de salada de grão-de-bico com molho de iogurte + 2 col. (de servir) de brócolis cozido no vapor + 1 filé médio (100 g) de peixe grelhado 

opção 2: 1 prato (fundo) de sopa de couve-flor com cardamomo + 1 fatia de pão sem glúten 

opção 3: 1 prato (fundo) de sopa de abobrinha com curry servida com 1 peito de frango cozido e desfiado 

opção 4: 1 prato (fundo) de sopa de abóbora com gengibre batida com 2 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 prato (sobremesa) de couve-flor e cenoura refogadas com allho, cebola e 1 fio de azeite extravirgem 

opção 5: 1 prato (fundo) de sopa de mandioquinha e cenoura batida com 2 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 prato (sobremesa) de salada de chuchu com cebola 

Ceia 
opção 1: 1 maçã cozida com canela 

opção 2: 1 porção de frutas (2 kiwis, 1 pera) 

opção 3: 1 copo (200 ml) de suco de maracujá 

opção 4: 1 maçã cozida com cravo e canela 

opção 5: 2 amêndoas + 2 castanhas-do-pará


Compra permitida: confira os produtos sem glúten disponíveis no mercado, que você pode consumir na dieta.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Saúde: Ser vegetariano faz mal para a saúde?

A alimentação vegetariana suscita paixões e polêmicas. 

Alguns argumentam que a carne faz falta para o organismo 

e outros que é possível ser saudável sem ela. 


Conheça a opinião de diversos especialistas sobre o assunto



A pesquisadora Suzana Herculano-Houzel, do Rio de Janeiro, afirma que um vegetariano pode ter grandes riscos de não ingerir a quantidade suficiente de proteínas, o que faz falta para o desenvolvimento e o bom funcionamento do cérebro. Ela diz ainda que bebês e crianças não devem ser submetidos a dietas vegetais, a não ser sob supervisão médica. Eric Slywitch, médico e diretor da Sociedade Vegetariana Brasileira, vê na afirmação "um equívoco" e a rebate argumentando que o cérebro é priorizado quando há desnutrição severa. Nesse caso, ocorre perda de massa muscular para aproveitamento proteico cerebral. Segundo ele, não há provas de comprometimento do vegetariano, e a preocupação com o equilíbrio na dieta de crianças deve existir, independentemente de ser onívora ou não. Veja algumas reflexões trazidas por especialistas para ajudar na decisão sobre o que colocar no prato.

Vegetarianos são mais saudáveis?

O nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrologia, garante que a dieta vegetariana não oferece perigo se for monitorada: "Sugiro um check-up a cada seis meses e, se houver qualquer deficiência, ela pode ser rapidamente corrigida". Já o nutricionista George Guimarães, diretor da consultoria NutriVeg, em São Paulo, considera a medida sem importância. "O cardápio vegetariano disponibiliza os nutrientes necessários. Vegetarianos são mais saudáveis e têm menos doenças crônico-degenerativas e cardíacas." Para comprovar sua tese, ele cita uma pesquisa da Universidade de Oxford, feita com 45 mil voluntários (34% vegetarianos) e publicada no American Journal of Nutrition. Os que não comiam carne apresentaram menor risco de cardiopatias. Pesa nesse quadro um traço comportamental, admitido por Durval. Os vegetarianos são mais criteriosos quanto aos alimentos que consomem, não cometem exageros, cuidam da saúde e são menos propensos à obesidade.

Ovolactovegetariano ou vegetariano?

A nutricionista Cynthia Passoni, especialista em nutrição infantil pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), uma estudiosa da relação entre crescimento e alimentação, pondera que a dieta vegetariana não é garantia de saúde: "É muito comum ver pais que não consultam um médico e simplesmente trocam a carne por massas e pães, prejudicando os filhos". Para ela, a proteína é um dos itens mais polêmicos. Presente principalmente na carne, também está em feijões, lentilha, quinoa, nozes (amêndoas, castanha de caju) e sementes (gergelim e linhaça). "Nestes últimos, cumpre o mesmo papel da proteína da carne no desenvolvimento", diz ela, "mas nem sempre está incorporada nas refeições infantis." Eric lembra uma tabela nutricional que aponta que um bife grelhado, de 64 gramas e 190 calorias, pode ser trocado por 7 colheres (sopa) de lentilha cozida. O pediatra Mauro Fisberg, autor do Guia Descomplicado da Alimentação Infantil, editado em parceria com as revistas CLAUDIA e SAÚDE, põe lenha na fogueira: "Quanto mais restrita é a dieta, maior a possibilidade de ocorrer alguma deficiência alimentar". Ele explica que um cardápio ovolactovegetariano, que abre o leque para o ovo e o leite, ofereceria uma opção mais completa. "O cálcio, presente no leite, é essencial para a formação óssea. Sem ele, pode haver, no futuro, risco de osteopenia e osteoporose. A soja também é boa fonte de cálcio, que está em menor quantidade em verduras verde-escuras."

É preciso complementar 

A gestação e os primeiros anos da infância são fases críticas, segundo Cynthia. Por isso, Mauro argumenta que a família deveria esperar um pouco para introduzir a criança no vegetarianismo. Ou fazê-lo sob orientação. E aí recorrer aos alimentos fortificados. "No mercado, há arroz, sucos e queijo de soja enriquecidos com cálcio", diz Andrea Giancoli, nutricionista da associação americana de nutrição.

A falta de outro elemento da carne vermelha, o ferro, pode levar à anemia, que causa cansaço e baixa concentração. O ferro das leguminosas (feijão, soja) e das folhas verdes-escuras é menos assimilado pelo organismo. Por isso, vegetarianos devem dobrar a ingestão para não ficar com o estoque baixo - embora esse grupo tenda a se adaptar e aumentar, gradativamente, a capacidade de absorvê-lo. "Para potencializar o ferro, é preciso combiná-lo com vitamina C (acerola e goiaba) e ainda evitar laticínios, que dificultam sua absorção", afirma Cynthia. O peixe de água fria, excluído da mesa vegetariana, é rico em ômega 3 - importante para a mielina, gordura que encapa as fibras nervosas e acelera a comunicação entre os neurônios. "Dá para obter a quantidade diária necessária de ômega 3 ingerindo 2 colheres (chá) de óleo de linhaça", rebate George. Segundo ele, o único componente que não tem substituto, a vitamina B12, precisa ser acrescentado por meio de injeções, cápsulas ou gotas. Ela provém da carne e tem função fundamental no raciocínio. Sua falta pode levar à anemia e prejudicar o crescimento das crianças.

Richard Wrangham, primatólogo e professor de Harvard, autor de Pegando Fogo - Por Que Cozinhar nos Tornou Humanos (Zahar), joga o debate para outro campo. Quando a comida é cozida, diz ele, obtemos a mesma quantidade de calorias na dieta vegetariana ou na típica americana, rica em carne. Só com as cruas ocorrem perdas.

Fonte: M de Mulher

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Saúde: Proteja sua família da obesidade!


Bebidas industrializadas têm açúcar demais e estão engordando a população. Aprenda as razões para incluir sucos naturais na dieta e ficar sempre bem


Uma pesquisa do Instituto da Criança do HC e das faculdades de Saúde Pública da USP e de Medicina do ABC, em São Paulo, revelou recentemente que as crianças e os adolescentes brasileiros estão trocando o consumo de água e leite por bebidas açucaradas, como refrigerantes e sucos industrializados. Esse hábito tem aumentado os casos de obesidade, diabetes tipo 2 e hipertensão. Pudera: os jovens consomem cerca de 21 kg de açúcar por ano só considerando as bebidas, quando a ingestão máxima (incluindo todos os tipos de alimentos) deveria ser de 18 kg por ano.

Fique atenta

"Muitas famílias escolhem sucos industrializados porque os consideram saudáveis, sem ter ideia de que esses produtos, muitas vezes, têm tanto açúcar ou mais que uma latinha de refrigerante", afirma Cláudio Leone, um dos autores do estudo. Para Celso Cukier, nutrólogo do Instituto de Metabolismo e Nutrição, "a educação nutricional faz mais efeito que a proibição. O ideal é conscientizar. A bebida pronta não faz mal. O problema é quando vira hábito. Por isso, a dica é mudar a atitude e passar a incluir no cardápio as versões naturais. Elas são mais gostosas, saudáveis e econômicas!".

Como equilibrar saúde e praticidade?

Natural X industrializado

Um copo de suco de laranja natural (200 ml) tem 9,7 g de frutose, o açúcar da fruta. O industrializado contém 26 g de açúcar. Portanto, tome, no máximo, três caixinhas de 200 ml de suco pronto por semana!

Cuidado com os sucos light...
As versões light podem ter um exagero de substâncias artificiais que também prejudicam a saúde, como adoçantes, corantes e conservantes. O consumo frequente deve ser evitado.

4 razões para ser amiga das frutas e não ter preguiça de preparar seu suquinho...

- Elas oferecem vitaminas e minerais essenciais para o organismo. A laranja, por exemplo, é rica em vitaminas C e B12, magnésio e ácido fólico - bons para manter o humor e aumentar a imunidade. Já o suco de uva tem ação antioxidante e inibe o envelhecimento precoce.

- São fontes de fibras, que regulam o intestino e controlam os níveis de colesterol e glicemia no corpo.

- As bebidas naturais protegem o sistema cardiovascular, fortalecem as nossas defesas e aumentam a disposição.

- Uma refeição leve acompanhada de suco natural também garante uma boa digestão.

Como eu faço na correria?

Não deu para preparar o suco na hora? Tenha polpa de fruta no freezer. Os sucos concentrados também podem ser consumidos de vez em quando e são uma saída quando estamos correndo contra o relógio. Mas, antes de comprar, verifique os ingredientes nas embalagens. Existem marcas que possuem menos aditivos químicos. Habitue-se a conferir!

Suco para a semana toda...

A nutricionista Paula Fernandes Castilho, da Sabor Integral, dá sete sugestões preciosas para preparar uma jarra de suco para até quatro pessoas. Evite adoçá-los!

- 3 unidades de maracujá + 1 Litro de água

- 1/2 unidade de melão + 1 Litro de água

- 6 unidades de limão + 1 Litro de água

- 5 unidades de acerola + 1 Litro de água

- 6 unidades de morango + 1 Litro de água

- 3 unidades de laranja + 1 Litro de água

- 2 unidades de kiwi + 1 Litro de água

Fonte: M de Mulher

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Barriga Negativa

Candice Swanepoel, Karlie Kloss e Alessandra Ambrósio: Angels da Victoria's Secret têm barriga negativa
Os anos vão passando e os ideais de beleza estão sempre aí. Eles mudam com o tempo mas jamais deixam de existir. A febre do momento nas academias tem nome e sobrenome: barriga negativa. Recentemente exposta nas redes sociais pela modelo sul-africana Candice Swanepoel, o modismo traz faz com que os ossos da pelve fiquem mais proeminentes que a musculatura abdominal. Mas será que qualquer pessoa pode desfilar o modelito por aí?
O clínico geral e fisiologista do exercício João Pinheiro garante que a barriga negativa não é para todo mundo. "Algumas pessoas com membros inferiores maiores que o tórax, chamadas de longilíneas, terão maior facilidade para conseguir o efeito devido à genética favorável", explica. Já as pessoas que possuem na sua constituição uma predominância em acumular gordura no abdômen terão maior dificuldade.
Giovana Guido, nutricionista esportiva da Dr. Shape, alerta que dificilmente uma mulher do tipo mignon - estilo da brasileira - irá atingir a barriga negativa, mesmo com muita dieta e exercícios. "Para ter esse estilo de barriga só tendo um percentual de gordura bem baixo e um Índice de Massa Corporal (IMC) menor do que o normal", salienta. E isso não é nada saudável.
Além da amenorréia (falta de menstruação) que aparece quando a gordura corporal atinge nível inferior a 7%, outros problemas de saúde podem dar o ar da graça. "Perda de tecido mamário, diminuição da ovulação, baixa consciência, arritmias cardíacas, doenças de pele por deficiência de alguns minerais, desmaios, baixa atividade hormonal e diminuição da vitalidade", pontua Gabriel Cairo Nunes, nutricionista esportivo da Clínica Healthme Gerenciamento de Peso.
Para quem está dentro do perfil longilíneo favorável, o resultado vem com dedicação. "Com uma dieta hiperprotéica rigorosa e exercícios aeróbicos de baixa e média intensidade e longa duração - no mínimo 60 minutos, de 5 a 7 dias por semana - é possível chegar a um abdômen negativo", observa o Dr. Pinheiro, ressaltando que algumas pessoas podem alcançar esse objetivo com maior facilidade, outras demoram mais um pouquinho.
Candice em ação na passarela da Victoria's Secret
Ricardo Santos, campeão Sul Sudeste e Paulista de Culturismo, personal trainer e treinador de atletas da Dr. Shape, diz que as pessoas devem afastar qualquer dieta mirabolante e exercícios sem supervisão. "O indivíduo deve, primeiramente, ser avaliado por um profissional especializado e assim ter o melhor acompanhamento possível para seu objetivo, sempre levando em conta sua rotina diária e genética. Dessa forma, as pessoas com condições de obterem a barriga negativa a terão com ações e rotinas adaptadas, com medidas saudáveis e seguras como alimentação, suplementação e programas de exercícios personalizados".
Pinheiro garante que, se acompanhada por profissionais capacitados, a jornada para conseguir a barriga negativa não traz prejuízos à saúde. "Não há riscos desde que a pessoa faça uma monitorizarão contínua do perfil hormonal e energético", diz o médico, esclarecendo que, por exemplo, exercícios abdominais realizados sem critérios podem lesionar a coluna lombo-sacra. Além disso, conforme explica Ricardo, lutar contra a natureza do próprio corpo para chegar a um resultado pode trazer consequências como uso de drogas, bulimia e anorexia. E todo mundo já sabe que isso não é nada bom.
De acordo com Gabriel, para evitar danos à saúde o indivíduo deve fazer uma dieta com cerca de 1200 calorias, gastando ao menos 500 calorias nos exercícios. A nutricionista Giovana Guido acredita que o ideal é sempre seguir uma dieta equilibrada em todos os nutrientes, porém, remanejada de forma correta a fim de agilizar os resultados. "Os principais cuidados são: evitar consumo extremamente baixo de calorias, cortar carboidratos, não ficar muito tempo sem se alimentar, não basear a dieta em um ou dois alimentos e sim ter uma dieta variada e ter alta ingestão de líquidos ao longo do dia", ensina.
Os suplementos alimentares podem dar alguma ajuda. "Eles aceleram os resultados da dieta e dão uma motivação extra. Neste caso, os termogênicos/queimadores de gordura são bem indicados, assim como os diuréticos naturais, bloqueadores de absorção, fibras, emagrecedores e shakes protéicos/dietéticos", esclarece Giovana.
Alguns alimentos dão uma estufadinha na barriga, mas Gabriel Cairo lembra que é uma situação transitória. "Leite, grãos e alimentos integrais podem fazer o abdômen inchar, mas isso dura pouco tempo. Varia de uma a duas semanas, até o corpo regularizar a produção de bactérias benéficas ao intestino, e assim o tamanho do abdômen volta a sua normalidade. O que nunca deve acontecer é se alimentar com grandes volumes de comida em uma mesma refeição, pois isso leva a maior putrefação ou digestão alimentar - que libera gases e assim aumento a barriga", pondera.
Giovana ressalta que conseguir uma barriga negativa só pode ser considerado favorável se o intestino funcionando perfeitamente e se não houver nenhum grau de retenção no organismo. O correto é conseguir chegar aos objetivos sem sacrificar a saúde.
Então, se você não tem biotipo para ostentar a barriga da moda, contente-se com o abdômen sequinho. "Barriga sequinha é a tradicional forma de abdômen malhado sem gordura localizada e flacidez. Temos, neste caso, um abdômen bem rígido às custas de muito treino de abdominais bem executados e intensos e um percentual de gordura baixo. Porém não veremos os famosos "gominhos" que é fruto de uma boa hipertrofia da musculatura abdominal conseguida com treinos específicos", finaliza Ricardo.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Cardápio para "enxugar" medidas


Mais uma semana e não sei se é mais difícil começar ou manter uma reeducação alimentar.
Os primeiros dias são muito difíceis, mas aos poucos e com muita paciência começamos a nos acostumar com o novo cardápio, mas é muito fácil "cair em tentação" e o recomeço parece pior ainda.
Vi o artigo abaixo e achei interessante compartilhar, pois uma das dificuldades no início é ter ideias para elaborar um cardápio. Anotar as opções é bem mais fácil do que ter que decidir algo na hora da pressa ou da fome.
Mas não se esqueça de consultar um profissional para orientar, individualmente, o seu caso.


Flávia conta com a ajuda de uma cozinheira, a quem entregou uma pasta com várias receitas leves, que a família toda adotou. Quando tem tempo, ela mesma gosta de preparar alguns pratos. "Adoro saladas incrementadas, que também podem substituir uma refeição. O segredo está no molho, que pode fazer toda a diferença. Misturo mel, mostarda, azeite, sal marinho, dá um sabor delicioso às verduras", garante.

Pela manhã, o suco verde é sagrado: na centrífuga, ela mistura folhas de couve, cenoura, beterraba e duas frutas da época, além de linhaça. No lanche, prefere os sucos de frutas. "Gosto de abacaxi com hortelã ou de melancia ou melão com gengibre. Essa raiz, além de afrodisíaca, acelera o metabolismo", fala. Quando se sente cansada, aposta no suco de laranja com maçã. "É puro energético", garante. Quando bate aquela fome fora de hora, ela recorre a uma salada de frutas com iogurte natural, granola e mel. Picolés de frutas e gelatina dietética também não faltam na geladeira da atriz. "Faço uma apresentação bacana porque a gente também come com os olhos. Uso uma taça bonita, coloco frutas picadas. Gelatina em copo de geleia perde a graça", diz. As filhas da atriz, Giulia e Olívia, já aprenderam a comer de maneira saudável. E o marido de Flávia, o ator Otaviano Costa, também aderiu ao cardápio light. "Não é só uma questão de estética, mas de saúde. Por sorte, minhas filhas adoram."

Cheia de ideias leves e nutritivas, Flávia também recomenda preparar o croûton da salada em casa, com pão integral e azeite. "Às vezes, faço uma farofinha do pão torrado, misturada com alho. Junto um pouco de nozes e jogo na salada. O prato fica muito mais saboroso." Já a lasanha da estrela é feita com fatias de chuchu ou abobrinha, intercaladas com carne de soja, molho de tomate e orégano. Não é por acaso que ela dá nome a uma orla inteirinha, certo?

Cardápio de estrela


DIA 1 
Café da manhã: 1 copo (300 ml) de suco verde (ao acordar) meia hora depois + 2 fatias de melão com 1/2 pote de iogurte natural + 2 col. (sopa) de granola + 1 torrada integral + 1 col. (chá) de geleia sem açúcar + 1 col. (sopa) de requeijão light + 1 xícara de café

Almoço: salada verde com tomate-cereja, croûton integral e nozes picadas + 1 medalhão (120 g) de filé-mignon + 2 pegadores de espaguete integral ao sugo

Lanche: 1 copo (300 ml) de suco de abacaxi com gengibre ou hortelã + 1 omelete com duas claras com 1 fatia de queijo de cabra (ou queijo branco), abobrinha picadinha e manjericão fresco

Jantar: 1 prato (fundo) de sopa de cebola polvilhada com ricota + 1 porção de robalo (150 g) assado com tomilho (opcional) + 3 buquês de brócolis refogados + 2 col. (sopa) de ervilhas frescas refogadas

DIA 2

Café da manhã: 1 copo (300 ml) de suco verde (ao acordar) meia hora depois + 1/2 papaia batido com 3 col. (sopa) de leite em pó desnatado, pouca água e adoçante a gosto + 1 fatia de pão integral light na chapa com queijo branco + 1 xícara de café

Almoço: 1 prato (raso) de salada verde com ovo cozido e molho de iogurte (bata o iogurte natural com um fio de azeite e sal a gosto), polvilhada com alho torrado + 1 polpetone recheado com queijos cottage e mussarela (ou três almôndegas) + 2 col. (sopa) de purê de batata

Lanche: 1 copo (300 ml) de suco de laranja com maçã + 1 torrada integral light com cream cheese light e geleia de damasco

Jantar: 1 prato (fundo) de sopa de couve-flor + 1 filé (120 g) de frango grelhado + 2 col. (sopa) de suflê de espinafre e queijo cottage

DIA 3

Café da manhã:
 1 copo (300 ml) de suco verde (ao acordar) meia hora depois + 4 morangos + 1 pote de iogurte light sabor morango + 2 col. (sopa) de granola + 1 torrada integral + 2 fatias de peito de peru light + 1 col. (sopa) de queijo cottage

Almoço: 1 prato ((fundo) de salada verde com molho de manga + 1 filé-mignon (120 g) grelhado com aspargos ou palmito (à vontade))

Lanche: 1 copo (300 ml) de suco de mamão com laranja + 1 fatia de pão integral light com queijo branco, tomate e orégano (de preferência, ao forno)

Jantar: 1 prato (fundo) de sopa de queijo (veja receita) + 1 prato (raso) de salada niçoise

RECEITAS

Sopa de queijo

Ingredientes •1/2 cebola ralada
• 1 col. (sopa) de óleo
• 1/2 litro de leite desnatado
• 1/2 litro de caldo de frango
• 1 chuchu picado
• 150 g de queijo branco picado
• 2 col. (sopa) de cheiro-verde picado
• Sal a gosto

Modo de fazer Refogue a cebola com o óleo, acrescente o leite, o caldo de frango, o chuchu e o sal e deixe cozinhar. Deixe amornar e bata no liquidificador.
Volte ao fogo, deixe ferver até reduzir 30% do conteúdo. Ao servir, acrescente o queijo e o cheiro-verde.
Rende: 4 porções

Salada verde com manga

Ingredientes •2 pratos (raso) de alface mista (crespa, roxa, romana, lisa)

Molho • 1 manga não muito madura batida no liquidificador
• 1/2 colher (sopa) de mostarda
• 2 col. (sopa) de iogurte
• 2 col. (sopa) de mel
• Suco de 2 limões (de preferência, cravo ou caipira)
• Sal a gosto

Modo de fazer Em uma panela, misture a manga batida com os demais ingredientes do molho e leve ao fogo médio, mexendo sempre, até aquecer. Espere esfriar e regue as folhas de alface.
Rende: 4 porções

Salada Niçoise

Ingredientes • 4 tomates
• 1/2 maço de alface
• 2 ovos cozidos
• 1/2 lata de milho
• 1 lata de atum light
• Azeitonas pretas

Molho • 2 col. (sopa) de vinagre
• 1 col. (sopa) de mostarda
• 2 col. (sopa) de azeite de oliva extravirgem
• Sal a gosto

Modo de fazer Corte os tomates e os ovos em rodelas e junte-os aos outros ingredientes. Misture os ingredientes do molho e regue a salada.
Rende: 4 porções

Fonte: Boa Forma por Dalila Magarian