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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Carreira: Dress code - as bermudas estão de volta ao ambiente corporativo


Bermuda entra de vez no guarda-roupa corporativo

Calor, geração Y e movimento na internet impulsionaram oficialização de bermudas no trabalho; em alguns lugares, até presidentes aderiram ao traje!

Você concorda?


São Paulo – Além das elevadas temperaturas (e o risco de racionamento de água em algumas localidades), o verão de 2014 pode entrar para a história do mundo corporativo como a estação em que as bermudas estrearam de vez no ambiente de trabalho. 


A TOTVS é um dos exemplos mais contundentes disso. Até o início do ano, os funcionários da empresa não tinham muitas opções além da calça e camisa social. Mas, no final de janeiro, o dress code mudou e as bermudas foram liberadas.

A empresa não está sozinha na decisão. Até onde se tem notícia, nesta temporada, a prefeitura do Rio de Janeiro foi a primeira a liberar o traje mais coerente com as temperaturas de até 41º C registradas na cidade. O decreto, assinado em 18 de dezembro, deve vigorar até 31 de março próximo. 


A proposta, no entanto, não é novidade. Em 2003, o então prefeito do Rio César Maia liberou o uso de bermudas para servidores municipais, motoristas de ônibus, táxis, vans e Kombis. Desde então, a medida tem sido reeditada anualmente e vale durante o VERÃO.



A diretriz serviu de gancho para a ideia de um trio de publicitários cariocas. Com um site e página no Facebook, eles lançaram o movimento Bermuda Sim em 12 de janeiro que, além de apoio à causa, promete enviar e-mails para os chefes pedindo a liberação da peça no trabalho. 



Potencializada pelos ponteiros dos termômetros que não pararam de bater recordes nas últimas semanas, a ideia se espalhou. Em quase um mês, 18 mil e-mails foram enviados, segundo Vitor Damasceno, um dos criadores, e, pelo menos, 500 empresas aceitaram o desafio - entre elas, escritórios de advocacia que anunciaram férias para a gravata e o paletó

O primeiro chefe a aderir ao movimento foi o publicitário Washington Olivetto, chairman da WMcCann. Até então, a bermuda não era uma peça proibida no ambiente da agência. O próprio Olivetto admite que já foi para o trabalho vestindo uma bermuda. Com o movimento, a liberação do traje foi apenas oficializada. E, de certa forma, disseminada. 
O contexto era outro na Ícaro Technologies. Quando os diretores da companhia receberam o e-mail do movimento, ninguém pensava na possibilidade de chegar no trabalho com as canelas de fora - mesmo com as temperaturas de mais de 36º C registradas em Campinas, onde a companhia fica. 
No grupo Newcomm, a nova norma vale só até o dia 30 de março para algumas áreas e agências – como a de back office. Elise Passamani, diretora administrativa e RH do grupo, no entanto, afirma que o prazo pode ser revisto. 


“Não vejo muito problema se todo mundo tiver bom senso e usar uma bermuda adequada para o ambiente de trabalho”, afirma.

Manual de instrução
E é no bom senso dos funcionários que as empresas estão apostando ao autorizar a bermuda.
Noel Portugal, diretor de sales e marketing da Emphasys, por exemplo, deixa uma calça reserva no armário em situações de emergência, como uma reunião de última hora ou visita a um cliente. 


Seu colega Marcelo Leite Barros, agile coach da empresa, fez o caminho inverso: foi com o traje mais conservador para participar de uma reunião com o cliente e, no período da tarde, vestiu uma bermuda.



Antes da liberação do traje, Lusa Silvestre, redator da WMcCann, afirma que não iria “de jeito nenhum” de bermuda ao trabalho.



“Se você é um diretor de marketing e vai visitar o cliente de bermuda não é muito aceitável”, diz. “Tudo é uma questão de adequação ao ambiente”. Hoje, ele já aderiu ao movimento duas vezes por semana. 



A regra em todas as empresas é a mesma: o dress code do cliente, parceiro ou fornecedor é o que vale – caso o funcionário entre em contato pessoalmente com algum deles. 



No dia a dia, “o que não pode é o exagero”, afirma Cristiano Brasil, diretor de Recursos Humanos da TOTVS, que também aderiu ao traje. Por isso, segundo o executivo, chinelos, shorts de academia, camisetas regatas ou de time devem ficar fora do expediente. 



Os “bermudamentos” listados pelos idealizadores do Bermuda Sim seguem a mesma linha. “Quando a gente começou a falar do assunto, parecia que o pessoal iria chutar o balde”, brinca Ricardo Ruliére, um dos criadores.




Acesse:

@belezadecorpointeiro






quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Carreira: Você é comprado conforme se apresenta


Créditos: Divulgação
Todas as empresas adotam comportamentos e trajes de acordo com a sua cultura interna. Empresas multinacionais, principalmente as européias, tendem a ser mais conservadoras quanto ao modo dos funcionários se vestirem.
Muitas vezes, estas regras são implícitas e, dependendo do nível hierárquico, ficam a cargo do bom senso do próprio funcionário.
Apresentamos a seguir algumas orientações para diminuir suas dúvidas sobre o assunto.

HOMENS
No vestuário masculino, o sapato deve ter a mesma cor do cinto. A meia segue a mesma regra. Dizem os entendidos em elegância masculina que a meia é como o juiz de futebol: quanto menos aparecer, melhor. É aconselhável também, em prol do conjunto, que a maleta acompanhe a combinação.
A gravata é a parte mais divertida e versátil do traje masculino. Com ela, o homem pode passar um pouco da sua personalidade e do seu estilo. Mas se você não for um expert em moda, escolha gravatas mais clássicas para não derrapar nas curvas da elegância. Gravatas cômicas, com estampas de personagens de desenho animado, por exemplo, não ficam elegantes nem para o Bill Gates…
As gravatas mais clássicas têm listras transversais, também chamadas de regimentais, por terem surgido na Inglaterra e serem usadas para distingüir os membros dos regimentos reais. São clássicas também as estampadas de cashemere ou com desenhos geométricos. Com elas, diminui-se o risco de errar.
As tonalidades variam muito, mas deve-se buscar as mais tradicionais, como preto, azul-marinho, vinho, bege ou amarelo.
Veja algumas combinações masculinas básicas:
- Terno preto + sapato preto + cinto preto + meia preta + camisa branca, azul, rosa, marfim, gelo, cinza escuro ou bege queimado + gravata regimental ou de bolinhas com fundo preto.
- Terno azul-marinho + sapato preto + cinto preto + meia preta + camisa branca + gravata com fundo azul-marinho com desenho amarelo ou vinho.
- Terno grafite + sapato preto + cinto preto + meia preta + camisa branca ou gelo + gravata com fundo vinho ou grafite com listras ou estampas.
- Terno marrom, cáqui ou bege + sapato marrom + cinto marrom + meia marrom + camisa marfim ou azul + gravata em tons de marrom ou amarelo.
Lembre-se que as combinações de tons que se aproximam são sempre as melhores.
As peças clássicas de cores básicas são sempre uma boa forma de não gastar muito, pois elas não saem de moda e podem estar no armário por um longo tempo.

MULHERES
Para as mulheres, possuir peças clássicas e de cores básicas é a grande chave para estar sempre elegante e bem-vestida no ambiente de trabalho.
Veja as peças que toda mulher deve ter no guarda-roupa:
- Vestidos modelo “tubinho” preto e em tons de bege (desde o marfim até o crocante ou bege queimado).
- Blazers preto e em tons de beje (se possível do mesmo tecido dos vestidos).
- Saias com comprimento discreto, próximo ao joelho, preta e em tons de beje.
- Sapato tipo escarpin com salto médio, nas cores preta e bege.
- Bolsa clássica média preta e outra marfim (esqueça as do tipo “mochila”).
- Meia fina cor da pele.
Com estes itens, é possível obter várias combinações e acrescentar blusas de cores variadas, tanto no inverno quanto no verão. Você também pode contar com o auxílio de echarpes e bijuterias discretas para estar sempre chique.
Lembre-se que perfume e maquiagem devem ser usados moderadamente e as unhas devem estar sempre pintadas com esmaltes claros.

CASUAL DAY
Algumas empresas adotam o casual day em algum dia da semana, geralmente às sextas-feiras, para descontrair um pouco a vestimenta no ambiente de trabalho, principalmente a masculina. Considerando formal o uso de paletó e gravata, estas empresas optam por uma “liberação” de roupa no último dia útil da semana.
O traje chamado casual pede calças de algodão, camisas pólo ou de algodão lisas, xadrezes ou listradas (mangas curtas no verão e compridas no inverno), sapatos de nobuck e meias de algodão. Um suéter nos ombros para as mudanças climáticas também cai bem. É permitido o uso de calça jeans, se adotado por outros colegas, já que no mundo empresarial, a melhor dica é não ser um elemento destoante. No entanto, evite o uso de calça jeans com camisa social, elas são imcompatíveis.
Para as mulheres, o casual day faz pouca diferença, pois sair do que é considerado correto para o uso durante a semana é um terreno arriscado de se pisar. Permita-se apenas um salto um pouco mais baixo ou uma bijuteria um pouco mais extravagante.

NA ENTREVISTA
Para entrevistas de emprego, a discrição e sobriedade são as palavras de ordem, que destacam o candidato. Colha o máximo de informações sobre a empresa onde estiver pleiteando uma vaga, inclusive sobre as regras adotas para trajes, e se prepare muito bem, pois você precisará se vender de forma eficiente. Um bom produto, além de uma embalagem bem cuidada, deve ter um conteúdo de qualidade.

HOMENS E MULHERES PODEM VALORIZAR A SUA APARÊNCIA
Para as mulheres, maquiagem, corte de cabelo, tintura, roupas e acessórios devem sempre seguir o mesmo estilo, combinando com a sua personalidade, seja ela clássica, esportiva, moderna ou exuberante.
Definido o seu estilo, estude sua aparência diante do espelho, identificando seus pontos fortes e fracos. Por exemplo, se você tem um belo colo, se seu olhar é expressivo, se seu contorno corporal é insinuante, se suas pernas são bonitas. Os homens devem fazer o mesmo exercício.
Identificados estes pontos, busque realçar os que são fortes e esconder ou disfarçar os fracos.
Procure comprar roupas de cores que combinem com você. Pense na possibilidade de investir em um novo corte de cabelo com a ajuda de um bom profissional.
É importante investir em si mesmo para levantar o astral.



Fonte: Site Catho

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Carreira: Reputação Corporativa

Atitudes éticas dentro da empresa fazem toda diferença quando o assunto é reputação corporativa. Ações simples que estão atreladas, muitas vezes, ao bom senso dão o tom aos relacionamentos e às oportunidades de crescimento.

O que todos procuram e esperam trabalhando dentro de uma organização é reconhecimento e resultados, porém, muitos se esquecem de que existe um tempo hábil de adaptação e evolução e passam a explorar de forma imatura a empresa em que se trabalha.

Para Fernando Montero Capella, diretor da Capella RH, a reputação está diretamente atrelada ao avanço da carreira. “Ela diz respeito ao quanto o profissional é respeitado e goza de prestígio dentro da empresa. É também um forte indicador de como anda a imagem do profissional e se ele está sendo assertivo em seus posicionamentos, e se tem conseguido manter-se íntegro na defesa dos princípios e valores de sua organização”, afirma Capella.
Ainda segundo José Carlos Ignácio, diretor da consultoria empresarial JCI Acquisition, uma reputação de renome está relacionada a sucesso, boa gestão de pessoas no tocante à formação e treinamento e capacidade de gerar resultados e mudanças. “O profissional com uma experiência bem sucedida dentro de uma organização gera a expectativa de ter capacidade de sobra para agregar valores quando for atuar em uma nova empresa”, explica o Ignácio.

Outro fator que interfere na reputação é a falta de motivação e a dificuldade de relacionamento com as outras pessoas, estas são as piores características para se superar obstáculos na empresa.
De acordo com Fernando, algumas atitudes podem ir mais longe, por exemplo, disciplinar alguém a não pedir uma nota fiscal de valor superior ao que consumiu num restaurante, durante um almoço de negócios com cliente. “Já imaginou se alguém que pratica isto é pego em algum momento despercebidamente, ou pelo próprio cliente que o entrega a alguém da empresa, por considerar tal conduta antiética em sua própria organização?”, enfatiza.

Sendo assim, para manter uma reputação corporativa positiva trabalhe com sinceridade e franqueza, seja para confirmar uma gafe ou para um pedido de desculpas, ser transparente garante a confiança de todos.
“Engajamento com os valores da empresa e capacidade de liderança, principalmente para impedir que a equipe abata-se com as frustrações é outro fator importante”, finaliza José Carlos.

Fonte: Portal Catho