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segunda-feira, 10 de março de 2014

Saúde: Óleo de Abacate


Gorduras do óleo de abacate regulam triglicérides e colesterol

Cada 100ml de óleo tem 900 calorias. Por isso uma colher de chá, 2 vezes por semana é o suficiente para a medicina preventiva.


Cortado em pedacinhos o abacate pode enriquecer a salada com polifenóis que previnem doenças como diabetes, hepatite e problemas cardíacos.
Os últimos estudos apontam um elixir para a saúde: o óleo de abacate, rico em gorduras que regulam o triglicérides e o colesterol. O óleo de abacate tem:
- Ômega 3, importante para circulação do sangue e funcionamento do cérebro;
- Ômega 6, que fortalece os ossos e a pele;
- Ômega 7, ajuda na absorção de nutrientes;
- Ômega 9, um poderoso antioxidante e anti-inflamatório;
- Ômega 11 que melhora pele, unhas e cabelos.


Cada 100ml de óleo tem 900 calorias. Por isso uma colher de chá, 2 vezes por semana é o suficiente para a medicina preventiva.
Fonte: G1

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Saúde: Opções práticas de suco verde

Com esse calor e com tanta correria, tempo está virando artigo de luxo...
Mas não dá pra abrir mão da saúde e do estilo de vida que escolhemos. Estou super acostumada com o Suco Verde, principalmente com os seus benefícios e por isso não abro mão... por nenhuma desculpa.

Quando não tenho tempo de fazer o original, acabo apelando para algumas alternativas mais rápidas e práticas.

Detox Monstro - Do Bem
Essa é a minha primeira opção. Suco verde sem conservantes ou corante e principalmente, sem adição de açúcar!
Suco de maçã integral, suco de pepino integral, suco de couve integral, suco de limão integral, polpa de gengibre e hortelã.
Suco de caixinha - 1L (80kcal para 200ml) Só deixar geladinho para qualquer emergência.
R$ 14,50

Polpa Clorofila - De Marchi
Polpa congelada a base de clorofila, abacaxi, maçã, kiwi e hortelã -100g (56kcal).
Eu bato com 200ml de água ou água de coco e acrescento gengibre em pó, clorofila concentrada e couve. Mas se bater pura com água já está valendo. 
Obs.: Não acrescento açúcar ou adoçante, mas é opcional.
R$ 1,35

Detox Green - Sanavita
Em pó, é bem prático para levar para o trabalho ou em viagens. Concentrado de couve, 
Ingredientes: maltodextrina, polpa de laranja em pó, espinafre desidratado em pó, couve liofilizada em pó, polidextrose, polpa de blueberry em pó, maçã desidratada em pó, salsa desidratada em pó, gengibre desidratado em pó, antiumectante dióxido de silício, acidulante ácido cítrico, espessante goma guar, edulcorante sucralose, aromatizante idêntico ao natural de laranja e corante natural de clorofila. NÃO CONTÉM GLÚTEN.
Indicação: misturar 2 colheres de sobremesa em 200ml de água (52kcal). De preferência usar mixer ou coqueteleira, com gelo, para homogeneizar bem.
R$ 44,50

Livretox Green - Chá Mais
Ingredientes: Polidextrose, farinha de arroz, frutooligossacarídeo, extrato de limão, colágeno hidrolisado, extrato de couve, extrato de espinafre, polpa de maçã, extrato de chá verde, polpa de graviola, mix de vitaminas e minerais, acidulante ácido cítrico, extrato blueberry, salsa pó, aroma idêntico ao natural de limão, gengibre pó,antiumectante fosfato tricálcico, estévia.
Indicação de consumo: Adicione 10g (1 colher de sopa) em 200ml de água e mexa até completa dissolução. Se preferir bata no liquidificador ou na coqueteleira com gelo
Sugestão de uso: 2 vezes ao dia. (62kcal)
Obs.: Só achei ruim a diluição, mesmo no mixer ou liquidificador, o pó se deposita, rapidamente, no fundo.
R$ -

Clorofila Concentrada - Terra Verde
É um suco concentrado e contém vitaminas, sais minerais e 18 aminoácido  precursores de proteína. Nos sabores abacaxi, menta e limão. O meu preferido é o de abacaxi, o sabor é mais suave. Em embalagens de 250ml (rende 25 doses) e 500ml (rende 55 doses).
Indicação: 10ml em 100ml de água.
Obs.: Gosto de acrescentar em outros sucos.
R$ 27,90


Acesse:

@belezadecorpointeiro

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Saúde: Comer nozes e castanhas aumenta a expectativa de vida, diz estudo



Porção diária de oleaginosas reduz em até 20% o risco de morte por 30 anos


Se você gosta de comer oleaginosas, como nozes, amêndoas e castanhas, esse hábito pode estar cortando o seu risco de morte prematura por comer um punhado delas todos os dias. Uma nova pesquisa, liderada por um cientista da Dana-Farber Cancer Institute, descobriu que as pessoas que comiam uma porção de oleaginosas por dia reduzia em 20% o risco de morte por qualquer causa nas três décadas seguintes, em comparação com aqueles que não faziam esse lanche. Os resultados foram publicados na edição de 21 de novembro no New England Journal of Medicine.


O estudo incluiu mais de 76 mil mulheres do Nurses' Health Study e mais de 42 mil homens que participaram do Health Professionals Follow-Up Study - ao todo são cerca de 119 mil pessoas na amostragem. Nenhum deles tinha histórico de doença cardíaca, AVC ou câncer anterior.



Durante 30 anos de acompanhamento, mais de 16 mil mulheres e mais de 11 mil homens morreram. A cada quatro anos eram verificados os hábitos alimentares de todos os participantes, incluindo consumo de oleaginosas. O trabalho foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA e da International Tree Nut Council Nutrition Research and Education Foundation, um instituto sem fins lucrativos.



Quando os pesquisadores compararam pessoas que comeram oleaginosas com aquelas que nunca incluíam esses alimentos na dieta, eles descobriram uma redução de 7% no risco de morte por qualquer causa durante os 30 anos. Aqueles que faziam esse lanche uma vez por semana tiveram um risco 11% menor de morte, enquanto as pessoas que comiam duas a quatro porções por semana sofreram uma queda de 13% no risco. A amostragem que comeu pelo menos sete porções semanais diminuiu as chances de mortalidade em 20%. Comer mais oleaginosas também foi associado a um menor risco de morte especificamente por câncer, doenças cardíacas e doenças respiratórias.


O estudo revelou uma associação entre comer nozes e viver mais tempo, mas não conseguiu provar uma relação de causa e efeito. Os autores afirmam que uma porção foi calculada entre 16 e 24 amêndoas, de 16 a 18 castanhas de caju ou 30 a 35 unidades de amendoim.



Segundo os autores, as oleaginosas são ricas em nutrientes. Elas contêm ácidos gordos insaturados, fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes. Pesquisas anteriores já haviam relacionado o consumo delas a um menor risco de doença cardíaca, bem como redução do colesterol alto. Fora isso, as pessoas que comiam nozes tendiam a ser mais saudáveis no geral ? tinham menores taxas de obesidade, apresentaram menor colesterol, menores concentrações de menos açúcar no sangue e circunferência abdominal menor, além de comer mais frutas e verduras e praticar mais exercícios.



Sete tipos de oleaginosas que mais protegem o coração
Conhecidas por ser um grupo de alimentos muito saudável, rico em proteínas, gorduras insaturadas, vitaminas e minerais, as oleaginosas não podem ficar de fora da dieta. Algumas delas se destacam por proteger ainda mais o sistema cardiovascular. "Parte desses alimentos são especialmente ricos em gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas, nutrientes que agem de forma positiva nos níveis de lipídios sanguíneos. Manter os níveis adequados desses lipídios, como o colesterol, é fundamental para reduzir o risco de desenvolver doenças cardiovasculares", explica a nutricionista Maria Carla Leone, da Unilever. Mesmo com todos esses benefícios, é preciso ter cuidado na hora de consumir as oleaginosas. "Por serem fontes de gordura, esses alimentos são altamente energéticos e, em grande quantidade, podem contribuir para o aumento da ingestão energética diária, ocasionando ganho de peso", alerta a nutricionista. Confira a lista de oleaginosas que são campeãs na hora de proteger o sistema cardiovascular e a quantidade certa para consumo diário.





Nozes 


Uma pesquisa feita nos Estados Unidos Pennsylvania State University, nos Estados Unidos revelou que, entre as frutas oleaginosas, as nozes são as mais recomendadas para uma dieta saudável por conter o mais alto nível e a melhor qualidade de antioxidantes, substâncias que estimulam a dilatação dos vasos sanguíneos, o que minimiza os riscos de entupimento das artérias. 



Segundo o estudo, um punhado de nozes contém duas vezes mais antioxidantes que uma mesma quantidade de castanha, amêndoa, amendoim, pistache, avelã, castanha-do-pará, castanha de caju, macadâmia ou noz-pecã. A pesquisa também concluiu que os essas substâncias encontradas em nozes são entre duas a 15 vezes mais poderosas do que os antioxidantes da vitamina E, também conhecida por esse benefício. 



"Além da grande quantidade de antioxidantes encontrados nela, a noz é a oleaginosa que mais possui gordura poliinsaturada, considerada a gordura mais benéfica ao coração. Por isso, o seu consumo deve ser diário para quem tem problemas cardiovasculares", explica a nutricionista Maria Carla. 



Quantidade recomentada por dia: até cinco unidades 



Castanhas 


Um levantamento conduzido pela Universidade Loma Linda, nos Estados Unidos, sugere que a ingestão diária de 67 gramas de castanhas, o que dá aproximadamente dois punhados, reduz o LDL - o mau colesterol - em 7,4%. As concentrações de triglicérides chegaram a cair até 10%. 



Segundo Maria Carla Leone, isso acontece graças à grande quantidade de gorduras monoinsaturadas que esse alimento fornece ao organismo. "Estudos mostram que substituir a gordura saturada da nossa alimentação por poliinsaturada reduz a concentração de colesterol no sangue. Um efeito similar acontece quando substituímos a gordura saturada por monoinsaturada", explica. 



Quantidade recomendada por dia: duas a três unidades 



Castanhas do Pará 


Essas oleaginosas típicas da Floresta Amazônica são fonte de fósforo e potássio, minerais essenciais para equilibrar o ritmo dos batimentos cardíacos e evitar arritmias. "Além disso, a castanha do Brasil, ou castanha do Pará, é a oleaginosa que contém a maior quantidade de selênio, mineral que diminui a viscosidade do sangue e facilita a circulação e o transporte de nutrientes pelo sistema cardiovascular", diz a nutricionista Maria Carla. Entretanto, não é recomendável exagerar: em longo prazo, a ingestão diária de mais de quatro castanhas do Pará por dia pode prejudicar a produção de unhas e cabelos, deixando-os mais fracos e quebradiços. 



Quantidade recomentada por dia: duas a três unidades 




Pistaches 


A Universidade da Pensilvânia, dos Estados Unidos, demonstrou que comer diariamente pistache faz bem à saúde do coração. Isso porque essa oleaginosa reduz o colesterol ruim (LDL) e ajuda na proteção do organismo contra radicais livres, pois tem efeito antioxidante. O pistache contém fitoesteróis em quantidades suficientes para melhorar a saúde do organismo, fazendo com que se evite um eventual entupimento das veias pelo mau colesterol. 



Quantidade recomentada por dia: 30 gramas por dia. Aproximadamente uma xícara de chá. 





Castanha de caju 


Fonte de minerais, como ferro, cálcio, fósforo e sódio, e de gorduras insaturadas, essa parte do caju contém um aminoácido chamado argimino, que alarga as artérias e assim diminui a pressão sanguínea, protegendo todo o sistema cardiovascular. Segundo a nutricionista Maria Carla Leone, a castanha de caju contém grande quantidade de gorduras insaturadas que aumentam os níveis de colesterol bom, o HDL, no sangue. 



Consumo diário: três unidades. 



Avelã 


Essa oleaginosa contém uma grande quantidade de gorduras monoinsaturadas, que combate o colesterol ruim, o LDL, no sangue. Para fazer uma comparação, ela possui o dobro desse ácido graxo em relação à castanha de caju. Além disso, a avelã é fonte de magnésio e vitaminas do complexo B que servem como antiinflamatórios que protegem o coração. 



Consumo diário: quatro unidades por dia.  



Amêndoas


Rica em proteínas, que correspondem a aproximadamente 20% de sua composição, a amêndoa também é fonte de vitaminas E e B1, cobre, zinco, magnésio, proteínas, fibras e gorduras monoinsaturadas, que podem diminuir os níveis de colesterol ruim no sangue. Estudos da Experimental Biology, uma organização médica dos Estados Unidos, comprovam que essa combinação de nutrientes contidos na amêndoa pode diminuir o risco de doença cardíaca. 



Quantidade recomentada por dia: 10 a 12 unidades 

Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Saúde: Alimentos que fazem bem para o cabelo


Veja o que incluir na dieta para ter fios mais fortes e brilhantes



De nada adianta gastar aquela grana com produtos para cabelo se a alimentação anda deixando a desejar. Certas vitaminas e nutrientes são essenciais para conseguir os invejáveis cabelos dos comerciais de xampu. Sem isso, pode haver quedas, fios quebradiços e secos. Então, que tal aproveitar as dicas da endocrinologista e nutróloga Maria José Basile, de São Paulo, para montar um cardápio semanal que seja bom para a saúde e para a beleza?

“A alimentação é muito importante para a saúde do cabelo. Por isso, é preciso ingerir proteínas, carboidratos, cereais e gorduras de modo adequado”, aponta a endocrinologista. As vitaminas do Complexo B, por exemplo, são essenciais para o crescimento dos fios. O déficit destas vitaminas pode fazer com que eles não cresçam ou acabem caindo.

Outros nutrientes são, também, de grande importância para a saúde das madeixas: ferro, zinco e cobre. “Eles podem ser encontrados em frutas, verduras verde-escuras, peixes, carnes, frangos, ovos, leite e derivados”, explica Maria José.

Dê uma olhada na lista mais detalhada de alimentos em que os principais nutrientes e vitaminas podem ser encontrados:


Complexo B: as vitaminas deste complexo encontram-se em leite e derivados, na maioria dos vegetais, ovos e carne vermelha.

Ferro: alimentos como as carnes vermelhas, o feijão e os vegetais verde-escuro (como brócolis, espinafre e couve) são ricos neste nutriente.

Zinco: aparece em frutos do mar, como ostras e mariscos.

Cobre: pode ser encontrado em frutos do mar, grãos integrais e também no chocolate amargo.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Saúde: Adeus prazeres da carne: tudo o que você precisa saber para ser vegetariana


Você decidiu tornar-se vegetariana - e isso pode fazer maravilhas por sua saúde. Mas só se for do jeito certo...




Antes da mudança, o ideal é procurar um nutricionista para que ele indique uma dieta equilibrada

Foto: Getty Images
As mulheres vivem lutando para chegar ao topo: da carreira, dos relacionamentos... Pois bem, saiba que você está no topo da cadeia alimentar: pode comer o bicho que quiser. E não corre o risco de ser comida por nenhum deles - a menos que se aventure em um safári pela África. Se ainda assim você quer abrir mão da sua posição superior e tornar-se uma vegetariana, é questão de escolha. Algumas pessoas fazem isso por acharem que é bom para a saúde, outras porque estão preocupadas com o planeta, algumas têm pena dos animais, os iogues acham que combina com seu estilo de vida, e também não se pode desprezar a companhia durante a refeição - e talvez até depois dela - do rapaz vegetariano de olhos verdes que conheceu naquela balada. Ou a decisão de se tornar vegetariana seja apenas reflexo de sua inteligência privilegiada. Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Southampton, na Inglaterra, mostrou que um QI alto na infância está intimamente relacionado com a conversão de algumas pessoas à dieta vegetariana na idade adulta. Bem, não importam os motivos que a levaram a dizer adeus de vez ao bacon, à picanha, ao cupim e ao companheiro de tantos ataques de fome, o hambúrguer. O importante é fazer com que essa despedida seja o menos dolorosa e danosa possível ao seu organismo. O que isso significa: que a transição deve ser feita de forma consciente e bastante saudável. A mudança pode ser radical, ou seja, a pessoa para de consumir carne de uma vez, ou pode levar alguns meses, com o consumo sendo reduzido aos poucos. Cada um faz do jeito que achar melhor. "Quem radicaliza muitas vezes pode ter um problema sério de saúde e acredita que esse é o momento de mudar. Alguns o fazem por filosofia de vida. Nesse caso, a transição costuma ser mais lenta", diz a nutricionista Bárbara Sanches, da VP Consultoria, em São Paulo.

Junk vegetariano

Seja qual for seu ritmo, tenha na cabeça que a conversão pura e simples ao fantástico mundo das folhas e frutas não é garantia de uma dieta de qualidade. "O fato de a pessoa optar pelo vegetarianismo não significa que ele seja saudável, porque a alimentação pode estar totalmente desequilibrada. Existem dietas desbalanceadas tanto entre os vegetarianos como entre os onívoros, aqueles que comem de tudo", diz a nutricionista Tatiana Scacchetti, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Nessa salada russa, há muita comida que pode ser classificada como vegetariana mas que também acaba entupindo suas artérias com o passar do tempo. Se você cortar carne mas continuar comendo salgadinhos e molhos prontos, a única coisa que estará fazendo é ser adepta de uma espécie de junk food vegetariano.

Siga o mestre

A primeira dica para fazer a coisa certa vai na linha "Consulte sempre um corretor de seguros". Antes da mudança, o ideal é procurar um nutricionista para que ele indique uma dieta equilibrada. Feita de qualquer forma, pode deixá-la com uma deficiência nutricional. E sabe o que isso significa na prática? Além de começar a colecionar problemas de saúde, você ficará feia. "A deficiência proteica pode resultar em perda muscular, dificuldade de cicatrização, queda de cabelo e unhas quebradiças", diz a nutricionista Eneida Ramos, do Albert Einstein. E você não pretende ficar parecida com aquele estereótipo da vegetariana pálida e abatida, não é mesmo? Tornar-se vegetariana não significa resignar-se a enxergar um prato verde o tempo todo. Se decidir fazer tudo sozinha, sem um nutricionista, é bom preocupar-se com o que não pode faltar no seu organismo. "Você já ouviu isso, mas agora, mais do que nunca, a alimentação deve ser muito variada e colorida também. Caso necessário, a dieta pode ser complementada por suplementos, recomendados por um profissional", diz a nutricionista Letícia de Nardi, de São Paulo.

Bons motivos para se tornar vegetariana

Quando um chato perguntar por que você se tornou herbívora, tenha as respostas na ponta da língua.


· É mais fácil ficar magra. Um estudo conduzido pelo Instituto Cancer Research, na Inglaterra, acompanhou 22 mil pessoas em cinco anos. Nesse período, enquanto os carnívoros ganharam 2 kg, os vegetarianos ficaram ½ kg mais gordos.

· Um estudo da Universidade Columbia, nos EUA, mostrou que a ansiedade diminuiu 18,6% e o stress crônico caiu 16,4% em adeptos da dieta vegan.

· A pressão sanguínea e os níveis de LDL (colesterol ruim) e triglicérides eram mais baixos entre os ovolactovegetarianos, segundo um estudo da Universidade Federal do Espírito Santo.

· A dieta diminui a produção de radicais livres e previne o envelhecimento, segundo pesquisa da Universidade de Medicina da Eslováquia.

· Vegetarianos e vegans têm o índice de massa corporal menor do que os que comem carne.

· Quem não come carne é 45% menos propenso a desenvolver câncer no sangue, segundo pesquisa da Universidade de Oxford, na Inglaterra. O mesmo estudo conclui que a abstinência reduz em 12% o risco de qualquer tipo de câncer.

· Melhora a digestão por causa do consumo de fibras. Você nunca mais vai precisar contar há quantos dias seu intestino está de greve.

· Aumenta a longevidade. Mulheres vegetarianas têm 24% menos chance de morrer de ataque cardíaco do que as não vegetarianas.

Bons outros para manter a carne no cardápio

O que responder a um vegetariano que tente convencê-la a abandonar o espeto de picanha.


· É possível fazer refeições saudáveis e balanceadas mesmo comendo carne. A dieta vegetariana também pode ser de má qualidade.

· As fontes de proteína vegetal não contêm todos os aminoácidos de que o organismo precisa. E, no caso dos vegetais, essas proteínas não são tão facilmente absorvidas pelo organismo.

· Ao cortar carne, a deficiência de ferro pode levar à anemia, que vai deixá-la cansada e abatida, muitas vezes com falta de ar e fraca. Um estudo feito pelo Conselho Nacional de Combate à Anemia, nos EUA, mostrou que as adolescentes tinham dez vezes mais chance de ter anemia do que os garotos - uma das causas apontadas eram as dietas vegetarianas.

· Estudos mostram que a deficiência de zinco, um dos problemas que podem afetar os vegetarianos, pode deixar o sistema imunológico mais fraco. Um estudo da Universidade Estadual de Michigan, nos EUA, constatou que em apenas um mês a eficiência do sistema imunológico diminuiu de 30 a 80%.

· Um estudo do Instituto Ludwig Boltzmann, na Áustria, constatou nos vegetarianos uma redução da síntese de colágeno, que tem papel fundamental na prevenção do envelhecimento da pele.

· Vegetarianos podem sofrer prejuízo na saúde mental, segundo um estudo da Universidade de Newcastle, na Austrália. Entre os vegetarianos, 22% tinham depressão, ante 15% dos não vegetarianos.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Saúde: Versão Prática do Suco Verde

Quando estou sem tempo ou sem paciência (e qualquer um dos dois faz muita falta) faço um Suco Verde Express:

200ml de água mineral ou água de coco
1 polpa mista de Clorofila (kiwi, abacaxi, maçã, hortelã e clorofila)
1 colher de sobremesa de couve liofilizada
1 colher de sobremesa de espinafre liofilizado
1 colher de sobremesa de cenoura liofilizada
1 colher de sobremesa de farinha de banana verde
1 "ponta"de colher de café de gengibre em pó
6 uvas passas para adoçar
Opcional: 10ml de clorofila concentrada 

- Bater tudo no liquidificador e tomar em seguida.

Obs.: é claro que muda um pouco a consistência por causa dos pós, mas ainda assim fica bem gostoso.

Saúde: As vantagens de cada cereal e as melhores combinações para a sua saúde


Confira quem perde e quem ganha na comparação de 40 gramas de farelo de trigo e flocos de milho e aveia 

e veja como combinar esses cereais no seu cardápio.




Ao acordar, precisamos de altas doses de carboidratos, fibras e vitaminas - o que os cereais oferecem.
Foto: Alex Silva
A última Pesquisa de Orçamentos Familiares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente ao biênio 2008-2009, mostra que o consumo de cereais por aqui ainda é bem baixo. Segundo o levantamento, apenas 2,2% da população costuma ingerir flocos à base de milho, trigo e aveia. E, por incrível que pareça, o índice despenca entre os jovens: só 1,7% deles os apreciam com regularidade.

Apesar de taxas tão pequenas, tanto a indústria quanto as autoridades em saúde apostam na maior presença desses grãos no cardápio verde e amarelo. Prova disso foi a sua recente inserção na pirâmide alimentar brasileira - neste ano, diversos ingredientes que ganham destaque na nossa cozinha foram adicionados ao reconhecido guia nutricional. "A proposta foi considerar a necessidade de inclusão de alimentos importantes, como o cereal matinal e alguns tipos de frutas e legumes", conta a nutricionista Sonia Tucunduva Philippi, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, idealizadora da pirâmide. "Sabemos que indivíduos que consomem cereais matinais e alimentos integrais sofrem menos com obesidade, pressão alta e níveis elevados de glicose no sangue", justifica.

O destaque para os flocos de milho e seus parceiros ultrapassa fronteiras. Uma revisão de estudos publicada no Jornal Italiano de Pediatria reforça o impacto do café da manhã na saúde de gente de qualquer idade, sobretudo se for à base de cereais matinais. "Eles são ricos em fibras e carboidratos, além de apresentarem baixo teor de gordura", elogia Ludmilla de Carvalho Oliveira, engenheira de alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo. Fornecem, portanto, energia na medida.


CORAÇÃO PROTEGIDO

Um dos principais pontos elencados pelo documento italiano são os benefícios de uma porção matinal para o coração. "Os farelos de aveia e de trigo fornecem fibras solúveis, que auxiliam na redução de triglicérides e do colesterol ruim", ressalta a engenheira agrônoma Eliana Guarienti, da Embrapa Trigo. Já a betaglucana, fibra típica da aveia, se une às moléculas de gordura, formando um complexo eliminado nas fezes. "Consumir cerca de 5 colheres de sopa do grão por dia reduz em 5% os níveis do mau colesterol", indica a nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, a Abeso. Tem mais: pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, notaram um elo entre o consumo de cereais e a redução do risco de pressão alta em homens de meia-idade.


INTESTINO EFICIENTE

Se as fibras solúveis são amigas dos vasos, as insolúveis dão aquela forcinha ao sistema digestivo. Na Universidade de Leeds, na Inglaterra, cientistas analisaram os efeitos da ingestão do farelo de trigo em 153 voluntários. Eles viram que após duas semanas houve melhoras no trânsito intestinal e até mesmo na disposição dos participantes. "A fibra insolúvel estimula a evacuação, trazendo sensação de bem-estar", observa a nutricionista Nair Luft, da Universidade de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul.


MEMÓRIA AFIADA

Dentro de um desjejum equilibrado, o cereal traz vantagens para o cérebro. Os dados coletados indicam uma íntima relação entre o que colocamos na tigela logo cedo e o bom funcionamento da nossa rede de neurônios. É que os flocos de milho e companhia são fontes de nutrientes imprescindíveis às funções cognitivas: em crianças e adolescentes, melhoram a performance na escola e, nos mais velhos, asseguram agilidade mental e memória afiada. "A falta de vitamina B12 pode atrapalhar o desempenho cerebral. Por sorte, sua presença em cereais garante as cotas diárias de que precisamos", exemplifica o neurologista Norberto Frota, da Academia Brasileira de Neurologia.


PESO CONTROLADO

Começar o dia com flocos de milho e afins também faz diferença para aqueles que se preocupam com a balança. Um experimento com adolescentes americanas mostrou que saborear uma porção de cereal com leite logo cedo reduz os abusos no almoço e a vontade de comer guloseimas à tarde. O efeito, veja, não é só imediato. Por falar em gente jovem, incluindo a criançada - público que costuma pular o café da manhã ou apelar para soluções rápidas -, fica ainda mais importante o convite de adotar uma tigela. "Nem dá para comparar o valor dos cereais com o dos biscoitos recheados, que não passam de uma bomba calórica", diz o médico Cláudio Barbosa, da Associação Brasileira de Nutrologia. Por causa das fibras e vitaminas, os grãos ainda deixam pra trás aquele copo de leite com achocolatado, rapidamente absorvido pelo corpo.

Só não se esqueça de checar o rótulo das caixas. "Alguns cereais são cheios de corante e carregam muito sódio", adverte a nutricionista Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria, na capital paulista. Quanto mais natural e livre de aditivos, melhor. Aí, o pão com manteiga e o leitinho que se cuidem.

TRIGO

cálcio está presente em boas medidas nos três tipos de cereal, com destaque para o farelo de trigo. Adicionar leite ou iogurte à cumbuca aumenta de forma significativa o teor do mineral na refeição matutina. No quesito fibras, cujos benefícios vão desde o intestino funcionando como um relógio até menos colesterol ruim circulando por veias e artérias, os itens à base de trigo ganham de goleada. As vitaminas B, que atuam no aproveitamento de outros nutrientes, ou seja, nas reações químicas que produzem energia para o corpo trabalhar, também são mais abundantes no cereal de trigo. 

MILHO

Os flocos de milho são mais os mais ricos em carboidrato, o que faz desse alimento uma ótima pedida para quem vai praticar atividade física logo cedo. Os cereais feitos a partir do milho também ficam em primeiro lugar quando o assunto é zinco, um dos minerais essenciais para o nosso organismo. Entre outros problemas, a falta dessa substância está relacionada à baixa na imunidade. 

AVEIA

A aveia tem valor energético pouco maior que o do floco de milho e bem mais que o do trigo. As versões acompanhadas de chocolate, frutas secas, mel e oleaginosas agregam ainda mais calorias - ponto de atenção para os mais cheinhos. 

PARA PERDER PESO

Do gérmen de trigo vem a vitamina B e, do farelo, as fibras insolúveis. Junto com o iogurte, a dupla dá uma força extra para a digestão. A aveia prolonga a saciedade e a canela tem ação termogênica, acelerando a queima calórica. 

MULHERES NA MENOPAUSA

A granola - mix de cereais, frutas e oleaginosas - é rica em fibras, vitaminas B, zinco, selênio e gorduras boas. O leite desnatado é indicado por ser magro e ter muito cálcio. Já o mirtilo oferece antocianina, um potente antioxidante. 

ANTES DE MALHAR

Por liberarem rapidamente açúcar para o organismo, os flocos de milho e o suco de melancia garantem a energia para o exercício. O iogurte contribui para uma digestão mais fácil, além de prover boas doses de proteína e cálcio. 

PARA BAIXAR O COLESTEROL

A ideia é combinar uma turma de protetores dos vasos. A proteína do leite de soja reduz os níveis de colesterol ruim no sangue. O mesmo vale para a fibra betaglucana da aveia, o flavonol do cacau e o ômega-3 da semente de linhaça. 

DEPOIS DOS 65

A aveia é cheia de fibras solúveis, que controlam a glicemia e o colesterol. A maçã, rica em pectina, também se une à luta contra o excesso de gordura nos vasos. O cálcio, presente no iogurte e no gergelim, fortalece o esqueleto. 

CRIANÇAS

Os pais temem o excesso de doçura de cereais com chocolate, como este müsli. No entanto, o combo com leite integral fornece fibras, cálcio e uma energia bem-vinda. A fruta acrescenta vitaminas - no caso do morango, a C. 
Fonte: M de Mulher








segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Saúde: A onda do SUCO ROSA - conheça o novo sucesso fit da Europa



Se no Brasil o suco verde está em alta, na Europa a estrela é o rosa. Sucesso no Instagram das garotas saudáveis de lá, ele é feito com beterraba - raiz que ganhou força depois da publicação de um estudo do professor Andy Jones, no Journal of Applied Physiology, sugerindo que ele melhora em até 10% a performance física, além de ajudar na recuperação dos músculos. 

"São efeitos relacionados ao fato de a beterraba ser uma fonte de nutrientes precursores do óxido nítrico, substância que reduz a pressão arterial e reforça a resistência do organismo", explica Felipe Donatto, nutricionista esportivo e doutor em biologia celular pelo Instituto de Ciências Biomédicas, da Universidade de São Paulo. Apesar de docinha, ela não engorda: uma unidade grande (100 gramas) tem 43 calorias. 

Prefira consumi-la crua. "O calor do cozimento quebra as fibras e aumenta a concentração do açúcar natural." Interessada no suco? No liquidificador, bata 1 beterraba pequena, crua e fatiada, com 1/2 pote de iogurte natural desnatado, 1/2 copo (100 ml) de água gelada e suco de 1 laranja. Rende 1 copo grande com 70 calorias. Beba até uma hora antes do treino.

Fonte: Boa Forma

Minhas versões do SUCO ROSA:

Versão1:
200ml de suco de uva (natural sem adição de açucar), 1 colher de sopa de beterraba liofilizada, 1 colher de sopa de farinha de banana verde (equivalente a biomassa). Pode apenas mexer, usar o mixer ou bater no liquidificador.

UP DATE:

Versão 2:
200ml de suco de uva (natural sem adição de açucar), 1 colher de sopa de chia (hidratada no suco de uva), 1 colher de sopa de beterraba liofilizada. Pode apenas mexer, usar o mixer ou bater no liquidificador.

Versão 3:
200ml de água de coco, 1 colher de sopa de goji berry, 1 colher de sopa de beterraba liofilizada, 1 colher de sopa de cenoura liofilizada. Pode apenas mexer, usar o mixer ou bater no liquidificador.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Saúde:Praticar exercícios 4 vezes por semana pode ser melhor do que 6


Um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Alabama em Birminghan, aponta que praticar exercícios quatro vezes por semana pode ser mais eficaz que seis vezes

Contrariando estudos anteriores de que para ter efeito a prática de exercícios físicos deve ser feita quase que diariamente, foi divulgada, este mês, uma nova pesquisa no site do jornal The New York Times concluindo que, se exercitar quatro vezes por semana pode ser melhor do que seis vezes.

A questão foi colocada em cheque pela Universidade do Alabama em Birmingham que fez um do estudo defendendo a ideia de que, uma menor quantidade de exercício seria tão eficiente, ou até melhor, que um maior tempo de dedicação dentro da academia.

Para a realização desse estudo, os cientistas contaram com 72 voluntárias, com idades entre 60 a 74 anos e sedentárias, distribuídas em três grupos, que tinham como bases diferentes formas de se exercitar. O primeiro grupo contava com apenas dois dias por semana de práticas de exercícios físicos, o segundo grupo com quatro dias por semana, e por último o terceiro grupo, no qual as mulheres praticavam exercícios físicos seis vezes por semana. As atividades tiveram duração de quatro meses, e eram sempre supervisionadas.


Para que os resultados fossem colhidos, eram retiradas amostras de sangue para medir o nível da substancia citosina, capaz de apontar se o corpo estava sendo exposto a um nível muito alto de exercícios físicos, trazendo malefícios à saúde.


Após o período da pesquisa, os estudiosos notaram uma melhora na força, na resistência, e na perda de peso de todas as mulheres, independente do grupo pertencente. No entanto, o curioso resultado apareceu nos benefícios à saúde.


As mulheres que praticavam exercícios duas vezes por semana, obtiveram tantos benefícios quanto as que praticavam seis vezes por semana. Porém, as mulheres, que praticavam exercícios quatro vezes por semana, gastaram mais energia e obtiveram mais benefícios que os outros dois grupos.


O resultado fica visível quando os números são mostrados. O primeiro grupo gastava em média, 100 calorias por dia, enquanto o terceiro grupo, que se exercitava mais, gastava em torno de 200 calorias, e por ultimo, o segundo grupo, gastava 225 calorias por dia. Segundo o professor da Universidade do Alabama em Birmingham Gary Hunter, que conduziu a pesquisa, a conclusão é de que menos pode ser mais.

Fonte: Saúde Abril