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quarta-feira, 19 de março de 2014

Carreira: 10 táticas de pessoas de sucesso para fazer o tempo render



De aproveitar o trajeto para o trabalho até manter um diário de "nãos", veja as estratégias de personalidades do mundo dos negócios para administrar o tempo

São Paulo - De nada vale um currículo impecável e habilidades que fazem qualquer chefe ficar boquiaberto, se você não sabe administrar bem o próprio tempo. Pois é.
Não é por acaso que pessoas bem sucedidas em suas devidas áreas de atuação encaram o tempo como um recurso valioso e, por isso, criam estratégias rebuscadas para lidar com ele.
Exemplo disso é o CEO da BP Capital que coloca telefone, e-mail e serviços de mensagens de lado para falar pessoalmente com as pessoas. Ou o editor da Newyorker.com que aproveita o trajeto que faz todos os dias ao trabalho para praticar exercícios físicos. Enquanto uma escritora de livros de gestão mantém um diário de "nãos".
Essas e outras experiências foram compartilhadas pelos chamados influenciadores do LinkedIn em uma série de produtividade lançada na rede social profissional.
Das 74 ocorrências sobre o assunto, selecionamos as mais interessantes (e plausíveis para a realidade do brasileiro). Confira e aprenda a fazer uma boa administração do tempo:
1-Siga a regra do 1 minuto
No dia a dia, a autora Gretchen Rubin cumpre à risca o lema: “Faça, sem procrastinar, qualquer tarefa que pode ser concluída em um minuto”. Ponto. “Algo bom da regra do um minuto é que eu não precisa que pensar em prioridades”, escreveu.
2-Tome o controle do seu smartphone
“Gerencie seu celular, não o deixe gerenciar você”, escreveu Richard Branson, fundador do Virgin Group. Apesar do tom dramático, ele não poderia estar mais certo.

Um olhar mais atento é suficiente para comprovar que, de ferramentas úteis ao trabalho, os smartphones estão se transformando em verdadeiros vilões do tempo.

“Algo muito ruim aconteceu com a chegada do smartphone. As reuniões ficaram mais longas. A razão é que as pessoas começam a checar seus e-mails em vez de prestar atenção no que está acontecendo”, disse no LinkedIn Shane Atchison, CEO da Possible.

Por isso, a primeira coisa que ela faz ao chegar em uma reunião é desligar o celular na frente de todo mundo e oloca-lo virado sobre a mesa. “Eu posso me concentrar melhor no negócio que está em nossas mãos. Sem distrações”, escreveu a executiva.
3-Use a tecnologia de um jeito inteligente
Com isso, caímos em um tema caro para quem tem que lidar o dia todo com tecnologia. Todas estas ferramentas podem ser fortes aliadas da sua produtividade – desde que você saiba como usá-las.

Comece, aprendendo alguns atalhos no teclado. “Toda vez que você usa seu mouse, você perde um pouco da sua vida”, brinca Charles Best, CEO da DonorsChoose.org. 

O mesmo acontece quando você se distrai com o alerta de algum e-mail ou investe tempo no ato de lembrar as diferentes senhas. Por isso, aconselha o executivo, lime as notificações e use aplicativos como 1Password que armazena e gerencia senhas, por exemplo. 

“Eu abraço as novas tecnologias e aprendo como usá-las e otimizo meu smartphone organizando as informações”, disse David H. Stevens, CEO da Mortgage Bankers Association.

4-Colonize seu e-mail

Na hora de lidar com o e-mail, é preciso ser estratégico. Por isso, todos os dias, Gary Shapiro, CEO da Consumer Electronics Association, mantém o hábito de cancelar a inscrição de alguma newsletter ou grupo de e-mails.

Outra estratégia dele é criar um jogo para ler todos os e-mails. “Sempre que tenho menos que 100 mensagens na minha caixa de entrada, jogo uma partida do ‘Words with friends’ – meu jogo favorito”, brinca.

Outra tática do executivo é usar serviços de reconhecimento de voz, como a Siri da Apple, para ditar e-mails e respostas. 
5-Escolha o ao vivo
Em tempos de WhatssApp, e-mails e smartphones, a comunicação “tête-à-tête, em alguns locais, virou mito. Exceto para T. Boone Pickens, CEO do BP Capital e da TBP Investments Management. 
Para o empresário, a comunicação ao vivo é a melhor e mais eficiente estratégia para administrar o tempo e, de quebra, alimentar a inovação. 
“Eu quero saber o que minha equipe está ouvindo, lendo e pensando”, escreveu em sua página no LinkedIn. “Se eles não estão falando comigo, eu os procuro e pergunto”. 

6-Torne o trajeto para o trabalho útil 
Você já contabilizou quantas horas dedica ao percurso de ida e volta para o trabalho todos os dias. Calculou? Então, imagine o volume de atividades que você poderia aproveitar para fazer neste espaço de tempo. 
De praticar inglês ou ouvir notícias (para quem vai dirigindo) até ler o jornal ou um livro (para quem vai de carona ou de transporte público), dá para fazer quase de tudo no percurso. 
Nicholas Thompson, editor da Newyorker.com, decidiu aproveitar este tempo para ... fazer uma atividade física. Regularmente, ele aproveita o trajeto para o trabalho para correr. 
“Alguns dias, eu corro para o trabalho; em outros, para a casa; raramente, faço os dois”, contou no LinkedIn. “Eu levo cerca de 45 minutos para ir de metrô e 1 hora e cinco minutos para ir correndo”.

Enquanto corre, o jornalista ainda ouve podcasts ou o áudio de algum livro. E, segundo ele revelou, Thompson deixa um sapato e outras roupas de escritório na redação para não ter que levar peso.
7-Cultive o não
Ferramentas e métodos de gestão de tempo são inúteis se você não praticar uma ideia: a de falar não.
Recusar convites ou pedidos não é suficiente. A proposta é falar não para si mesmo: não para o impulso de acessar o Facebook, não para o hábito de ficar horas no cafezinho, não para o vício em e-mails ou em reuniões longas e por aí vai.
Para se motivar e mensurar os próprios avanços neste sentido, a autora Beth Kanter mantém um diário dos não que concede ao longo dos dias.
“Escrever e refletir sobre isso (...) não apenas me deu as palavras para falar não de um jeito gentil no futuro, mas também me ajudou a apertar o botão de pausa”, escreveu. “Esta pausa me ajudou a compreender as situações e os padrões em que eu deveria mudar meu sim inicial para um não”. 
8-Coloque cordenadas 
“Ao mapear seus pensamentos de um jeito visual, você ativa insights na sua mente”, escreveu Michael Powell, CEO da NCTA. Por isso, em vez de criar uma lista de tarefas linear, o executivo organiza as próprias ideias seguindo um modelo de fluxograma.

“Comece com uma ideia central no meio e desenhe conexões com outras imagens e ideias”, descreve.
9-Acerte seu relógio biológico
Se autoconhecimento é fundamental para crescer na carreira, em termos de gestão de tempo, esta necessidade deve ser levada até as últimas consequências. Pelo menos, é isso que Sallie Krawcheck, chefe da rede de networking feminino 85 Broads, faz.

Ela descobriu que seu relógio biológico funciona muito bem nas primeiras horas do dia. “Eu nunca sou tão produtiva quanto às 4 horas da manhã”, contou no LinkedIn. “Essa é a hora do dia em que eu, geralmente, tenho uma onda de ideias (algumas delas, realmente, boas)”.
10-Aproveite o máximo das reuniões
As reuniões (e como torná-las mais eficientes) estão na pauta de boa parte dos participantes da série do LinkedIn.
Daniel Portilho, da Greylock Partners, por exemplo, não aceita um convite para uma reunião se o encontro não tiver uma pauta. “O planejamento (...) força as pessoas a pensar como o tempo será usado e se há outros meios para cumprir o objetivo sem ter que se encontrar”, disse.

Agora, quando elas forem necessárias, dá para economizar tempo ao executá-las. Por isso, a equipe de Brad Keywell, cofundador do Lightbank e Groupon,já se acostumou a fazer reuniões diárias em pé.
“A meta é simplesmente ter certeza de que todos farão o melhor uso do seu tempo nas próximas 24 horas”, escreveu.

Se isso não for possível, uma medida simples para tornar os encontros corporativos mais eficientes é fugir da mania de ser multitarefa.
“Minha companhia pesquisou como as pessoas trabalham e descobriu que o ato de ser multitarefa pode criar tanta distração que a pessoa perde o equivalente a 10 pontos de QI”, afirmou Arne Sorenson, CEO do Marriott International. 

Fonte: Revista Exame


Rir é a melhor opção... Nem sempre o mundo corporativo te leva a sério!


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Carreira: 5 atitudes que desagradam o seu chefe



“Pense antes de falar” é sempre uma boa política – e no ambiente corporativo isto se torna ainda mais importante: dizer e/ou fazer a coisa errada pode trazer sérios danos à carreira. Por isso, é preciso estar atento à qualidade do trabalho que está sendo feito. Manter em dia o feedback dos colegas e principalmente do gestor direto é outra fonte segura para não se preocupar com comentários negativos.


consultora organizacional e diretora da RHUMO Consultoria, Lara Castro, listou algumas atitudes que os profissionais devem evitar para terem pontos positivos com o chefe:


1. Fazer muitas perguntas

É fundamental tirar qualquer dúvida e ter as instruções claras no momento que for designado a desenvolver uma tarefa ou projeto. Esclarecer cada pequeno detalhe todos os dias, mostra despreparo e falta de confiança no próprio trabalho. Profissionais que, ao menor sinal de dificuldade, correm atrás do gestor pra resolver problemas são vistos com maus olhos. Esse tipo de ação pode soar ainda pior caso você tenha dúvida sobre algo que deveria saber.
Atitude correta: Verifique com seus colegas de trabalho se eles podem preencher informações que tenha perdido. Preste atenção quando seu gestor repassar as tarefas, e tente encontrar maneiras de resolvê-las sem ter que checar com ele todas as etapas do processo.


2. Responder a pergunta errada

Se o seu líder faz perguntas como, o que você tem na sua lista de afazeres para o dia, ele pode estar procurando informações sobre como você está priorizando seu trabalho, se é organizado, ou até mesmo se você sabe bem o que deve fazer. Os chefes geralmente não fazem perguntas diretas, pois as pessoas não responderiam com sinceridade, portanto, é preciso identificar o que está subentendido.
Atitude correta: Quando seu chefe faz perguntas, responda literalmente, mas leia as entrelinhas e tente fornecer as informações que ele realmente quer e precisa.


3. Criar um caos sem motivo aparente

Se um projeto vai mal, você procura desesperadamente motivos para descobrir quem é o responsável, ou explora soluções? Você chama a responsabilidade pra si?
O que um liderado considera uma crise pode ser completamente diferente aos olhos da liderança e dos demais. Criar pânico desnecessário e se expor emocionalmente só contribui para aumentar, em vez de reduzir o caos.
Atitude correta: Fomente sua decisão para situações de risco a partir da cultura do seu departamento, tomando como exemplo algo semelhante que seu chefe já tenha feito. Observe seus colegas de equipe, se eles estiverem calmos, mesmo com um problema sério a ser resolvido, não há nenhuma razão para que você envie e-mails, em pânico, à procura de respostas. Se o seu gestor acredita na sua equipe, você também deve fazer o mesmo.


4 . Mostrar-se com problemas sem soluções

Este é provavelmente o clássico, falar sobre um problema ou desafio que você está enfrentando é o maior erro que você pode cometer com o seu superior direto.
O intuito é não criar mais trabalho para seu chefe, para que ele possa cuidar de problemas acima da sua alçada, por isso não espere ter todas as respostas prontas, ajude-o!
Atitude correta: Elabore um plano de ação e ofereça ao seu gestor quando você estiver com problemas. Mesmo que ele não o adote, mostra que você não esperou alguém resolver tudo sozinho.


5. Desmerecer o líder

Há muitas maneiras de prejudicar a autoridade do chefe, principalmente quando se retém uma informação ou se faz algo fora do que foi desenhado anteriormente por ele.
Atitude correta: Líderes geralmente não gostam de surpresas. Mantenha o seu gestor atualizado sobre o progresso que você conseguiu com os projetos que está trabalhando, incluindo detalhes que você pode pensar que não são importantes.



Fonte: Catho

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Carreira: Quais são as premissas para o conteúdo gerar relevância?


Marcas, agências e veículos de comunicação procuram entender quais são as melhores práticas para chamar a atenção das pessoas. Entregar entretenimento e serviço cria maior valor


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O público tem nas mãos hoje a decisão para poder escolher o que vai assistir ou comprar, quando e por qual mídia. Nesse cenário, cresce o investimento em ações que despertem a atenção de potenciais consumidores em meio à fragmentação dos canais e pontos de contato, de maneira a conseguir construir um relacionamento verdadeiro e duradouro entre as pessoas e as marcas. Tanto os anunciantes, como as agências e os veículos de comunicação procuram entender quais são as melhores práticas para criar relevância no mundo atual.

A produção de conteúdo customizado pode ser um caminho para se trabalhar vendas e brand equity, embora muitas vezes as duas instâncias cheguem a ser vistas como antagônicas pelos profissionais da área. E para que o conteúdo, de fato, agregue resultado, é preciso que se invista numa estratégia baseada no que a marca tem para oferecer de inovador e transformador. O consumidor conectado em diversas plataformas passa a demandar um relacionamento 360°, sendo os jovens aqueles que mais valorizam este tipo de abordagem em relação aos produtos e serviços que consomem.
Os 12 milhões de brasileiros entre 18 e 25 anos que correspondem a 17% da população das principais regiões metropolitanas do país querem fazer parte da história das marcas e interagir com elas, conforme mostra a pesquisa “O jovem digital brasileiro” desenvolvida pelo Ibope Media em parceria com o YouPix em 2012 e 2013. “Como é consumir marca nesse universo em que as amarras que fazem sentido no que falamos são feitas pelas pessoas e não por nós? Como é tratar o poder da marca quando ela já não o tem mais? Temos que despertar no consumidor não mais a audiência, mas a atenção. Se não criar conteúdo relevante para que a atenção se volte para mim, a ação passará totalmente despercebida”, diz João Ciaco, Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Diretor de Publicidade e Marketing de Relacionamento da Fiat para o Brasil e América Latina e Presidente da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), em entrevista ao Mundo do Marketing.
Importância do propósito
Um questionamento comum é se qualquer marca tem potencial para produzir conteúdo de qualidade. A resposta é não. “Trabalho com branded content há 17 anos e hoje digo que conteúdo não é para toda marca. Ela tem que ter convicção sobre si própria e sobre a visão transformadora que está colocando no mercado. O que mais tem é marca sem propósito por aí”, comenta Giovanni Rivetti, CEO da New Content, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Diferentes motivos podem justificar a criação de uma empresa, como uma oportunidade tática de negócio ou uma proposta de preço num determinado segmento. Ao longo do seu percurso, o seu propósito pode ter se perdido ou, até mesmo, pode nunca ter existido. Ter ou não um propósito não tem relação com o porte da companhia, e sim com a filosofia com a qual foi fundada. “Muita marca pequena e local tem um dono com uma visão muito clara do motivo de existir o seu negócio e de sua relevância para a vida das pessoas. Talvez ele não tenha dinheiro para investir em conteúdo como as grandes marcas, mas tem a base para fazer isso”, ressalta.

O conselho para o desenvolvimento de uma boa estratégia de conteúdo é investir tempo numa reflexão sobre a marca e sua proposta de valor para o mundo. “Quantas vezes, ao longo do dia, me deparo com briefings que não são de propósito original e passível de ser transformado em conteúdo? Se a partir de uma reflexão você encontrar uma verdade profunda e inspiradora na marca, tenha certeza de que desenvolverá uma belíssima estratégia”, resume Giovanni Rivetti.

Interesse por histórias
As empresas que têm dificuldade em encontrar o seu propósito podem tentar desenvolvê-lo por meio de um exercício de branding. No entanto, as visões mais inspiradoras e poderosas costumam ser as genuínas. “Uma marca sem proposta não consegue fazer conteúdo: no máximo, uma propaganda comprida. Aquilo não oferecerá entretenimento ou serviço, que são as duas principais instâncias do conteúdo customizado”, comenta o CEO da New Content.

Num cenário em que os produtos estão comoditizados, as pessoas compram histórias. Ao beber um RedBull, você aceita um convite para o  experiencialismo e protagonismo que a marca vende. Ela também pode ser uma construção como a do sorvete Häagen-Dazs, que busca aparentar ter origem escandinava.  Isso não chega a incomodar o consumidor, desde que haja uma coerência na postura da empresa, na apresentação da embalagem e em sua presença nas mídias sociais. “A marca tem que descobrir o seu propósito, pensar na maneira de traduzi-lo em sua linha editorial e buscar uma interseção entre os seus valores e os do público. Mas, além de dizer o que as pessoas querem ouvir, é preciso dar espaço para que elas falem também”, analisa Roberto Cassano, Diretor de Planejamento e Estratégia da Agência Frog.
A grande oportunidade do conteúdo é a conexão emocional com o consumidor e isso só vem de uma narrativa poderosa oriunda da própria marca. “A partir do momento em que tenho uma causa de conteúdo estabelecida, posso passar a definir tom, abordagem, linguagem e, consequentemente, formato. Por isso a estratégia de conteúdo tem que vir antes da escolha se será uma revista, uma websérie, um portal proprietário ou um viral”, pontua Giovanni Rivetti, CEO da New Content.
Case “Retratos da Real Beleza” da Dove
No 60º Cannes Lions Festival de Criatividade deste ano, o case Retratos da Real Beleza desenvolvida para a Dove-Unilever pela agência Ogilvy Brasil ganhou o Grand Prix de Titanium, primeiro da história da publicidade brasileira, e outros 18 Leões de Ouro. A ação mostrava um especialista em retratos falados desenhando mulheres segundo suas próprias descrições e, em seguida, comparando com o resultado da descrição feita por outra pessoa. O sucesso da produção promovida inicialmente nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Brasil fez com que o vídeo fosse traduzido para mais de 25 línguas em 45 canais regionais da marca no YouTube.

Diante da quantidade de vídeos de marcas disponíveis na web, é uma minoria que se destaca, contagia e passa a ter uma dinâmica de compartilhamento viral como a de Dove. “São pouquíssimos que têm qualidade de conteúdo. Não me refiro à qualidade de câmera ou elenco. Estou falando de argumento, de narrativa, da capacidade de tocar e de realmente emocionar pessoas”, destaca Giovanni Rivetti.
A marca Dove tem uma proposta de valor muito clara, que é a de apoiar essa mulher ansiosa e angustiada com a ditadura da beleza da grande mídia. Foi a partir dessa plataforma transformadora que Fernando Machado, Vice-Presidente Global de Dove Skin, pediu a sua rede de agências no mundo para que enviassem ideias com base num briefing de apenas uma linha: como ajudar as mulheres a não se sentirem tão angustiadas com a questão da beleza. “Com um epicentro narrativo tão forte, Fernando Machado pôde abrir para a experimentação. O que teve de diferente foi isso e a tomada de risco, que era baixo, porque todos sabiam exatamente o que a marca queria dizer. As ideias que voltaram das agências estavam alinhadas e ele conta que foi difícil escolher apenas uma”, relembra o CEO da New Content.
Fonte: Mundo Marketing

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Carreira: Jovens gestores e a (falta de) maturidade


Jovens gestores

Psicólogos americanos têm adotado uma nova orientação que prega que a adolescência agora vai até os 25 anos, e não apenas até os 18, como era praticado. As principais razões para este conceito é em consequência da neurociência ter mostrado que o desenvolvimento cognitivo de uma pessoa jovem continua em um estágio mais tardio e que, sua maturidade emocional, a autoimagem e o julgamento são afetados até que o córtex pré-frontal seja totalmente desenvolvido.


E como tudo isso pode impactar no desempenho de jovens gestores que chegam aos montes no mercado de trabalho? A maturidade profissional depende de fatores como a própria bagagem na carreira, algo que, muitas vezes, jovens com até 25 anos ainda não tiveram a oportunidade de vivenciar.
“Hoje os jovens encaram mais desafios desde pequenos, e a maturidade em certos âmbitos da vida chega até mais cedo do que tempos atrás. Os valores de liderança, que não são ensinados na escola e na faculdade, é que ficam carentes de maior desenvolvimento”, opina Robinson Carreira, presidente da Carreira Muller Consultoria Empresarial.
De acordo com Carreira, as novas tecnologias e os processos educacionais levam as pessoas à formações de identidade mais individualizadas. “Isso faz com que, muitas vezes, o profissional não se enxergue trabalhando em grupo ou em uma equipe dentro de uma empresa”, aponta.

Postura das empresas


As organizações são seduzidas pelo vasto conhecimento técnico e por determinadas habilidades adquiridas por jovens profissionais – cada vez mais a juventude chega com mais capacitação para exercer cargos estratégicos. A principal falha neste ponto é não avaliar que a inexperiência na profissão que, geralmente, desencadeia na falta de habilidade em lidar com pessoas e equipes.
“Ser líder é tomar decisões, e decidir de forma correta depende também da experiência profissional”, comenta Leda Machado, especialista em desenvolvimento organizacional e de pessoas e presidente da Lmachado.

Para minimizar os erros na promoção e contratação de jovens gestores, se faz necessário uso de ferramentas de análise, desde o processo seletivo, que apontem e identifiquem o perfil natural do candidato. Treinamentos de médio prazo também servem como recurso para desenvolver determinadas habilidades de gestão, fazendo com que os talentos não precisem se desligar das empresas.
“Seja na seleção ou na promoção, é preciso identificar o perfil correto de cada funcionário para determinado cargo”, completa Robinson Carreira.



quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Carreira: CEO, CFO, CIO, CMO… Você sabe o significado?


A adoção de termos em inglês por parte das empresas é algo cada vez mais comum. Você já deve ter se deparado com muitas palavras e expressões que não entendeu muito bem na hora e, até para se não se sentir deslocado, precisou pesquisar o significado depois.

Para esclarecer algumas de suas dúvidas, apresentamos o significado das famosas siglas destinadas aos diretores de diversas áreas em uma organização:






CEO (Chief Executive Officer)

Diretor geral ou presidente da empresa, é o cargo que está no topo da hierarquia operacional.


CFO (Chief Financial Officer)

Diretor financeiro, é o profissional que comanda a administração e planejamento financeiro da empresa.


CIO (Chief Information Officer)

Diretor de Tecnologia da Informação, fica responsável por toda a informática de uma empresa.


CMO (Chief Marketing Officer)

Diretor de Marketing, coordena e administra todas as ações de Marketing da companhia.


COO (Chief Operating Officer)

Diretor de Operações, é o braço direito do CEO e responsável por cuidar de perto do negócio da empresa.


CTO (Chief Technical Officer)

Diretor técnico, mais presente em empresas de TI e indústrias, dirige ações de cunho tecnológico e/ou científico.


CPO (Chief Product Officer)

Diretor de produtos, comanda as atividades relacionadas aos produtos da organização, como concepção, projeto e produção.


CHRO (Chief Human Resources Officer)

Diretor de Recursos Humanos, é o profissional que dirige as ações voltadas à gestão de pessoas e, muitas vezes, à comunicação interna da corporação.


CCO (Chief Communications Officer)

Diretor de Comunicação, é o líder de comunicação corporativa e responsável pelas relações da empresa com a imprensa, os clientes e a comunidade.


CLO (Chief Legal Officer)

Diretor jurídico, é o responsável por proteger legalmente a empresa e deve garantir que as estratégias da companhia atendam as questões jurídicas.


CKO (Chief Knowledge Officer)

Diretor de Conhecimento, deve gerir o capital intelectual da organização e o conhecimento dos profissionais em relação ao negócio.


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Carreira: 9 maneiras de mostrar o seu valor à empresa


A competitividade tornou-se uma das palavras mais fortes do meio organizacional, e não é para menos. Atualmente, até mesmo com a grande influência de expatriados que estão retornando ao país por conta do cenário atrativo, os brasileiros estão percebendo a importância de atualizar as suas estratégias para lidar com a concorrência que está cada vez mais bem preparada.


Por isso, no dia a dia, cada colaborador procura o seu espaço na empresa em que atua e isso, por sua vez, significa mostrar o talento que possui e a contribuição que é possível dar ao negócio. Afinal, diante de tantos processos inovadores, é preciso estar sempre à frente para garantir a empregabilidade.
Segundo o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio, no Brasil existe uma grande dificuldade em lidar com o sucesso próprio e dos outros. Consequentemente, há preconceito/inibição em se falar de vitórias e conquistas. Portanto, ele concorda que é necessário tomar cuidado na hora de mostrar que é bom no que faz.
“É importante valorizar-se e demonstrar isso na medida certa, sem transparecer arrogância e mantendo a prioridade nos interesses da empresa. A positividade do profissional reflete autoconfiança, autoestima e segurança, características essenciais inclusive para escolha de lideranças”, explica Ignácio.

Ainda não sabe como fazer? Confira abaixo algumas maneiras indicadas pelo diretor executivo da SLA Coaching, Mike Martins, de revelar seu valor para a organização, respeitando logicamente a ética diante dos seus pares:

1. Respeite a diversidade - Entender, aceitar e ser sensível às diferenças individuais. Tratar todas as pessoas igualmente, independentemente do gênero, raça, credo, origem, status ou função. As pessoas que apresentam esta competência são abertas e tratam os outros com justiça e dignidade.

2. Seja íntegro - Mantenha um alto padrão de justiça e ética nas palavras e ações do dia a dia. Comporte-se de modo ético e honesto ao lidar com a gerência, colegas, clientes e pessoas que seja do seu convívio direto, é importante dar tratamento igual para todos.

3. Apoie o desenvolvimento dos outros – Forneça feedback aos demais para encorajar e inspirar o desenvolvimento das competências relacionadas ao trabalho e crescimento da carreira em longo prazo.

4. Saiba planejar e organizar muito bem Faça isso de uma forma eficaz e de acordo com as necessidades organizacionais, através da definição de metas e previsão das necessidades e prioridades das pessoas.

5. Comunique-se de forma clara - Dentro e fora da empresa. As pessoas que apresentam esta competência conseguem uma solução mais acertada e são empáticas. Elas são hábeis em articular claramente seus pensamentos e ideias, apresentam as informações de um modo direto e lógico e asseguram-se de que sejam compreendidos. Elas compartilham informações com outros que irão aperfeiçoar o progresso geral do trabalho.

6. Renove seu capital de Inovação – Facilite o encontro de soluções novas e criativas que resultarão em melhor desempenho, melhores resultados, produtividade mais elevada, etc. Questione as coisas que foram feitas no passado e tente desenvolver novos meios de abordar assuntos ou problemas. Pensa à frente dos demais.

7. Motive os demais – Inspire os outros a terem bom desempenho pela transmissão de entusiasmo e paixão por fazer um bom trabalho.

8. Seja flexível – Trate problemas, pressões e estresses relacionados ao trabalho, de maneira profissional e positiva com foco orientado à solução.

9. Foque na qualidade - Promova e mantenha elevados padrões de qualidade no trabalho. As pessoas que apresentam esta competência produzem constantemente um ótimo serviço e aplicam disciplina e uma orientação detalhada, encorajando os demais. Além disso, procuram constantemente aperfeiçoar a qualidade dos produtos e serviços.


Fonte: Portal Catho

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Carreira: Nova proposta de emprego? Saiba o que avaliar.


Aceitar uma nova proposta de trabalho ou permanecer no atual? Quem já não passou por uma situação como essa, certamente algum dia irá passar. É claro que essa resposta é muito mais fácil de ser respondida caso o profissional esteja desempregado ou não esteja feliz com seu atual emprego. De qualquer forma, tomar uma decisão como essas requer muita análise, autoconhecimento e uma dose de ousadia.


Não analisar uma série de fatores e se cercar de diversos cuidados pode ser muito prejudicial para a carreira e, ao invés de promover crescimento e desenvolvimento profissional e pessoal, pode resultar em frustração, desemprego e ter o passe desvalorizado no mercado de trabalho. Para que isso não ocorra, a primeira análise que a pessoa deve fazer é levar em conta se haverá ou não possibilidade de incremento ou de consolidação da carreira. “Em primeiro lugar, devemos pensar no desenvolvimento profissional. Em seguida, sugiro analisar se os ganhos serão maiores”, indica Odair Montanaro Gazzettadiretor-presidente da Gazzetta Talent, empresa especializada em executive searching e aconselhamento de carreira.

Para Adália Assis, consultora de RH da Catho, a análise do momento profissional também é fundamental. “Algumas pessoas têm o objetivo de subir de cargo, outras querem salário maior, ou maior qualidade de vida. De acordo com esse objetivo, devemos avaliar as empresas e a proposta oferecida”, explica Adália.
Esse objetivo varia de acordo com o momento em que o profissional está. Há quem queira mais tempo para se dedicar à família. Existem aqueles que querem estudar e não podem trabalhar muito longe, assim como há quem busque um salário maior.

Estude a empresa

Estas análises são fundamentais e não são complicadas de fazer. De acordo com Gazzetta, ao procurar informações sobre a empresa, recomenda-se que se estude o porte, a organização, a solidez, a estrutura e a cultura da organização, entre outras características. “Isso é fundamental para saber se a empresa é segura ou não”, declara.
Ao pensar no desenvolvimento profissional, o mais importante é pensar nos desafios que estão sendo oferecidos. “Afinal, se ele está pensando em trocar de emprego, significa que está tentando dar um up grade em sua carreira. Portanto, o foco deve estar na possibilidade de obter conhecimento e gerar valor, não agregar valor”, analisa Gazzetta.
Ao analisar as empresas, é importante procurar conhecer um pouco da cultura da organização e ver se suas práticas e modo de agir com o mercado e com a sociedade são compatíveis com as suas. “É importante, mas não deve ser uma questão determinante. Se fosse assim, as indústrias de cigarro, as que fabricam máquinas que derrubam árvores e as de bebidas alcoólicas deveriam fechar amanhã. O papel social de uma empresa é importante, sim, mas não vai alterar em nada a sua carreira. Não podemos ser hipócritas de acreditar que as empresas têm outros objetivos além do lucro”, comenta Gazzetta.
Outra dúvida muito comum é quando se está numa empresa de grande porte e a oportunidade surge em uma empresa menor. A recomendação continua a mesma: fazer uma avaliação da sua carreira, analisar seus objetivos profissionais, traçar planos e metas. “Às vezes, é mais importante você ser o João em uma empresa pequena que ser o número 25 numa empresa grande. Geralmente, numa empresa menor, você pode ser polivalente e multifuncional. Já, numa grande, você acaba sendo especialista em alguma coisa”, explica Gazzetta.

Avalie as oportunidades

Além do aprendizado, deve-se ainda levar em conta que numa empresa de pequeno ou médio porte as chances de crescimento profissional são maiores. “Se a empresa cresce, geralmente, você cresce junto. Nas empresas maiores, o desenvolvimento de carreira é mais lento”, aponta a consultora da Catho. “Nas empresas maiores, normalmente, os salários e benefícios são melhores que nas menores. Nessa situação, a escolha também deve estar de acordo com os interesses profissionais da pessoa”, aponta.
Depois de muito refletir sobre o desenvolvimento profissional e pessoal, e pesquisar sobre a empresa que está lhe oferecendo uma nova oportunidade, o profissional deve avaliar a remuneração, que deve ser entendida como um conjunto de salário mais benefícios. Tudo isso deve ser colocado na ponta do lápis e pensado se está de acordo com os objetivos do profissional





quarta-feira, 17 de julho de 2013

Seu processo seletivo começa nas redes sociais


Com a propagação do acesso a internet, o número de pessoas conectadas e usuários de redes sociais tende a aumentar, e com ele, o número de informações pessoais que passam a circular na rede também cresce.


Com tantos dados disponíveis, recrutadores de empresas observaram que o monitoramento em mídias sociais é uma das mais valiosas ferramentas de pesquisa para conhecer o perfil do profissional que estão contratando, ou mesmo dos atuais colaboradores de sua empresa, e o resultado do que encontram pode mudar a opinião de muitos deles.

Estudos mostram que informações negativas ou fotos inadequadas em perfis de redes sociais podem influenciar na avaliação de um candidato, mesmo que ele seja qualificado e possua um ótimo currículo.
Muitas pessoas declaram informações em seus perfis em redes sociais que contradizem o que se espera delas profissionalmente. “Funcionários já foram demitidos por faltarem ao trabalho por alegarem que estavam doentes, e no mesmo dia postarem em seus perfis que estavam curtindo ou passeando em algum lugar”, conta Martha Gabrielconsultora em marketing digital e mídias sociais.

Usar a rede social de forma profissional e não pessoal pode ser um bom passo para não perder oportunidades de emprego por causa de informações inoportunas. “É importante ser objetivo e tratar a rede social como um espaço para divulgar seus trabalhos e as coisas que valorizam o seu perfil”, explica Mariá Giuliese, especialista em análise e aconselhamento de carreira e diretora-executiva da Lens&Minarelli.
Redes Sociais e Empregos

O uso adequado das redes sociais pode alavancar uma carreira, tornando-o uma referência em sua área através da publicação de informações e dicas que possam ser interessantes para colegas de profissão ou mesmo curiosos. “No ambiente digital, as boas ideias e ações conseguem visibilidade e apoio de forma muito mais rápida e espontânea”, aponta a consultora Martha.


Para Mariá, o caminho é o mesmo. “Os jovens devem aproveitar o espaço para colocar dados
sobre onde estudaram, que projetos têm, e atividades que realizam que podem tornar seu perfil mais atraente para o recrutador”, explica a especialista em análise e aconselhamento de carreira.


Martha também ressalta que os problemas que podem ser causados pelas publicações feitas nas redes sociais não são apenas no âmbito profissional, mas também podem resultar em riscos pessoais (roubos, por exemplo) e processos legais. Para evitar estes incômodos a consultora aconselha que “antes de postar qualquer coisa, pense duas vezes e pergunte a si mesmo o motivo e o benefício que aquela informação pode trazer. Se uma informação não for verdadeira, boa e útil, pergunte-se o motivo e o benefício que ela trará ao ser divulgada e, então, decida se deve ou não divulgar”.


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Carreira: Dress Code - como se apresentar no universo corporativo


A boa aparência não compensa a falta de conhecimentos e competências no mercado de trabalho, mas apresentar-se, vestir-se e portar-se de acordo com a cultura da empresa ou área de atuação conta pontos para o profissional. O traje adequado pode passar mais credibilidade e causa melhor impressão aos colegas de trabalho e gestores.


O Dress Code, ou código de vestimenta, serve para distinguir o que pode ou não ser usado dentro do ambiente organizacional, e este conceito vem sendo bastante empregado dentro das organizações. “O dress code formal é o mais complicado por parecer sempre um uniforme. É o caso de quem trabalha em banco, no mercado financeiro ou no poder judiciário, por exemplo. Todos acabam optando pelo ‘pretinho básico’, tornando a rotina diária monótona. Lembre-se que existem diversas cores neutras, como branco, bege, cinza, marinho, marrom, vinho e verde, por exemplo”, indica Camila Teixeira, diretora da Fit Consultoria de Imagem Corporativa & Pessoal.

Ter uma boa aparência para uma entrevista de entrevista deixará o profissional mais seguro e o selecionador terá uma boa primeira impressão. Escolher o traje ideal é valorizado e soma pontos ao profissional, no entanto não é o fator determinante. De acordo com a mais recente Pesquisa dos Executivos, realizada pela Catho Online com mais de 46 mil participantes, os contratantes classificaram por ordem de importância 13 fatores de maior relevância nas seleções. O desempenho nas entrevistas ficou em primeiro lugar, seguido de competências comportamentais e experiência técnica relacionada ao cargo anterior (em uma escala de 0 a 10):
Pesquisa dos Executivos
Apesar de cada área de atuação ter sua particularidade, existem regras básicas que se aplicam a todas as situações e ambientes no tocante ao código de vestimenta. Confira algumas dicas de Luciene Oliveira, consultora de Recursos Humanos da Catho Online:

-Para as mulheres é importante evitar decotes, transparências e lingerie aparentes, pois estes tipos de roupas não são adequados para o ambiente profissional. A maquiagem, corte de cabelo, tintura, roupas e acessórios devem sempre seguir o mesmo estilo, combinando com a sua personalidade, seja ela clássica, esportiva, moderna ou exuberante.
-Para os homens é imprescindível estar com unhas limpas, cortadas e barba e cabelo aparados.
De acordo com Teixeira, dar importância a aparência pode ser supérfluo, mas ninguém quer ser conhecido como “aquele que tem mau hálito, a descabelada, o da calça preta manchada”, e assim por diante. “Menos ainda, ser lembrado pelo corpo malhado, decotes profundos ou pernas trabalhadas. O quesito em questão deve ser a competência”, reforça.