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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Carreira: Dress code - as bermudas estão de volta ao ambiente corporativo


Bermuda entra de vez no guarda-roupa corporativo

Calor, geração Y e movimento na internet impulsionaram oficialização de bermudas no trabalho; em alguns lugares, até presidentes aderiram ao traje!

Você concorda?


São Paulo – Além das elevadas temperaturas (e o risco de racionamento de água em algumas localidades), o verão de 2014 pode entrar para a história do mundo corporativo como a estação em que as bermudas estrearam de vez no ambiente de trabalho. 


A TOTVS é um dos exemplos mais contundentes disso. Até o início do ano, os funcionários da empresa não tinham muitas opções além da calça e camisa social. Mas, no final de janeiro, o dress code mudou e as bermudas foram liberadas.

A empresa não está sozinha na decisão. Até onde se tem notícia, nesta temporada, a prefeitura do Rio de Janeiro foi a primeira a liberar o traje mais coerente com as temperaturas de até 41º C registradas na cidade. O decreto, assinado em 18 de dezembro, deve vigorar até 31 de março próximo. 


A proposta, no entanto, não é novidade. Em 2003, o então prefeito do Rio César Maia liberou o uso de bermudas para servidores municipais, motoristas de ônibus, táxis, vans e Kombis. Desde então, a medida tem sido reeditada anualmente e vale durante o VERÃO.



A diretriz serviu de gancho para a ideia de um trio de publicitários cariocas. Com um site e página no Facebook, eles lançaram o movimento Bermuda Sim em 12 de janeiro que, além de apoio à causa, promete enviar e-mails para os chefes pedindo a liberação da peça no trabalho. 



Potencializada pelos ponteiros dos termômetros que não pararam de bater recordes nas últimas semanas, a ideia se espalhou. Em quase um mês, 18 mil e-mails foram enviados, segundo Vitor Damasceno, um dos criadores, e, pelo menos, 500 empresas aceitaram o desafio - entre elas, escritórios de advocacia que anunciaram férias para a gravata e o paletó

O primeiro chefe a aderir ao movimento foi o publicitário Washington Olivetto, chairman da WMcCann. Até então, a bermuda não era uma peça proibida no ambiente da agência. O próprio Olivetto admite que já foi para o trabalho vestindo uma bermuda. Com o movimento, a liberação do traje foi apenas oficializada. E, de certa forma, disseminada. 
O contexto era outro na Ícaro Technologies. Quando os diretores da companhia receberam o e-mail do movimento, ninguém pensava na possibilidade de chegar no trabalho com as canelas de fora - mesmo com as temperaturas de mais de 36º C registradas em Campinas, onde a companhia fica. 
No grupo Newcomm, a nova norma vale só até o dia 30 de março para algumas áreas e agências – como a de back office. Elise Passamani, diretora administrativa e RH do grupo, no entanto, afirma que o prazo pode ser revisto. 


“Não vejo muito problema se todo mundo tiver bom senso e usar uma bermuda adequada para o ambiente de trabalho”, afirma.

Manual de instrução
E é no bom senso dos funcionários que as empresas estão apostando ao autorizar a bermuda.
Noel Portugal, diretor de sales e marketing da Emphasys, por exemplo, deixa uma calça reserva no armário em situações de emergência, como uma reunião de última hora ou visita a um cliente. 


Seu colega Marcelo Leite Barros, agile coach da empresa, fez o caminho inverso: foi com o traje mais conservador para participar de uma reunião com o cliente e, no período da tarde, vestiu uma bermuda.



Antes da liberação do traje, Lusa Silvestre, redator da WMcCann, afirma que não iria “de jeito nenhum” de bermuda ao trabalho.



“Se você é um diretor de marketing e vai visitar o cliente de bermuda não é muito aceitável”, diz. “Tudo é uma questão de adequação ao ambiente”. Hoje, ele já aderiu ao movimento duas vezes por semana. 



A regra em todas as empresas é a mesma: o dress code do cliente, parceiro ou fornecedor é o que vale – caso o funcionário entre em contato pessoalmente com algum deles. 



No dia a dia, “o que não pode é o exagero”, afirma Cristiano Brasil, diretor de Recursos Humanos da TOTVS, que também aderiu ao traje. Por isso, segundo o executivo, chinelos, shorts de academia, camisetas regatas ou de time devem ficar fora do expediente. 



Os “bermudamentos” listados pelos idealizadores do Bermuda Sim seguem a mesma linha. “Quando a gente começou a falar do assunto, parecia que o pessoal iria chutar o balde”, brinca Ricardo Ruliére, um dos criadores.




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@belezadecorpointeiro






quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Carreira: 11 comportamentos essenciais para ser mais resiliente


Confira quais são os principais pilares comportamentais da resiliência, característica muito valorizada nos profissionais hoje em dia

Há algum tempo, a palavra resiliência deixou o campo da Física e ganhou importância como atributo pessoal em processos de seleção e de avaliação de profissionais.
Usado para identificar aquelas pessoas que conseguem superar dificuldades e desafios e se fortalecerem partir destas situações adversas, o conceito de resiliência sempre esteve ligado à capacidade de flexibilidade de objetos e materiais que voltam ao estado natural após sofrerem pressão, como é o caso de uma mola, por exemplo.
A importância da resiliência para carreira é grande. “No fim do dia, quem cresce na empresa, além de ter competência, é quem, de fato, é resiliente”, diz Yuri Keiserman, diretor executivo da Vetor Editora, que comercializa a EPR (Escala dos Pilares da Resiliência), teste organizacional que avalia o potencial de resiliência de profissionais.
Para ele, os altos níveis de cobrança por resultados e a competitividade presente nas organizações justificam a necessidade de pessoas resilientes. “A gente leva muita pancada. Vivemos situações que poderiam nos frustrar todos os dias”, diz o executivo.
O teste, elaborado pelas especialistas Tábata Cardoso e Maria do Carmo Fernandes Martins, tem como base uma escala de fatores - chamados de pilares - que contribuem para um comportamento potencialmente mais resiliente. Por ser uma qualidade que depende de fatores também externos, como educação, família e vivência, o teste não indica se o profissional é ou não resiliente mas mostra a força das estruturas internas que apoiam este tipo de atitude. Confira quais são os pilares comportamentais em jogo na resiliência:
1 Encarar mudanças e dificuldades como oportunidades
É o que o teste EPR identifica como aceitação positiva de mudança, explica Rodrigo Fonseca, gerente corporativo da Vetor. “É aceitar que a mudança é uma oportunidade de crescimento, ter a visão de que as adversidades enfrentadas trazem essa possibilidade”, diz Fonseca.
2 Autoconfiança
É um comportamento relacionado à segurança que o profissional tem para encarar as diversas situações que se apresentam. “É a pessoa se sentir confiante para enfrentar desafios”, explica Fonseca.
3 Autoeficácia
Refere-se à percepção que a pessoa tem da sua própria capacidade. “É acreditar na competência, se sentir capaz”, explica Fonseca. Muitas vezes a pessoa pode até não ter potencial alto de inteligência, mas se tiver autoeficácia, diz Fonseca, vai se esforçar além do normal o que acabará compensando eventuais deficiências.
4 Bom Humor
Neste contexto é analisada a capacidade que a pessoa tem de usar o bom humor para lidar com momentos de stress. “As pessoas que tem bom humor se esforçam para tornar o ambiente mais leve em situações difíceis”, diz Fonseca.
5 Controle emocional
Ataques de ira não são próprios das pessoas flexíveis. “Uma reação desproporcional mostra uma falta de resiliência”, diz Yuri Keiserman.
O controle emocional permite ao profissional agir com mais calma e a não perder o foco. “Quem tem autocontrole consegue expressar adequadamente sua emoções o que permite enfrentar melhor situações difíceis”, diz Fonseca.
6 Empatia
Manter um comportamento resiliente pede uma boa dose de empatia. Saber se colocar no lugar do outro é essencial para minimizar e solucionar conflitos, segundo os especialistas. “No ambiente de trabalho, as relações podem ficar desgastadas porque são intensas e frequentes, por isso a importância da empatia é extrema”, diz Keiserman.
7 Independência
É um conceito bastante próximo da autonomia, de acordo com Fonseca. Pessoas independentes não se isolam mas também não são dependentes dos outros para desenvolver suas tarefas, atividades e projetos. “É não ter o receio de travar, de empacar”, diz Keiserman.
8 Otimismo
O nome técnico deste comportamento na EPR é orientação positiva para o futuro. Ou seja, as pessoas com esta característica têm esperança no que está por vir em suas vidas. “Mas não significa que não se preocupem com o futuro”, afirma Fonseca.
9 Reflexão
Ter a capacidade de analisar e refletir quando o mundo estpa desabando ao seu redor é um dos pilares que apoiam uma pessoa de atitude resiliente, de acordo com Fonseca. Geralmente pessoas assim conseguem encontrar as melhores soluções para os problemas.
10 Sociabilidade
Está ligada ao bom relacionamento interpessoal. Quem tem esta característica consegue criar vínculos com as outras pessoas. Quem desenvolve a sociabilidade apoia a equipe e é apoiado por ela, explica Fonseca.
11 Valores positivos
Pessoas que seguem seus valores e princípios acabam sendo mais resilientes, de acordo com Fonseca. Segundo ele, não se trata de qual valor a pessoa tem e, sim, da importância que ela dá a eles. “Cada um tem seus próprios valores, ter essa orientação é que é muito importante”, explica Fonseca.
Fonte: Revista Exame


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@belezadecorpointeiro

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Carreira: Você é comprado conforme se apresenta


Créditos: Divulgação
Todas as empresas adotam comportamentos e trajes de acordo com a sua cultura interna. Empresas multinacionais, principalmente as européias, tendem a ser mais conservadoras quanto ao modo dos funcionários se vestirem.
Muitas vezes, estas regras são implícitas e, dependendo do nível hierárquico, ficam a cargo do bom senso do próprio funcionário.
Apresentamos a seguir algumas orientações para diminuir suas dúvidas sobre o assunto.

HOMENS
No vestuário masculino, o sapato deve ter a mesma cor do cinto. A meia segue a mesma regra. Dizem os entendidos em elegância masculina que a meia é como o juiz de futebol: quanto menos aparecer, melhor. É aconselhável também, em prol do conjunto, que a maleta acompanhe a combinação.
A gravata é a parte mais divertida e versátil do traje masculino. Com ela, o homem pode passar um pouco da sua personalidade e do seu estilo. Mas se você não for um expert em moda, escolha gravatas mais clássicas para não derrapar nas curvas da elegância. Gravatas cômicas, com estampas de personagens de desenho animado, por exemplo, não ficam elegantes nem para o Bill Gates…
As gravatas mais clássicas têm listras transversais, também chamadas de regimentais, por terem surgido na Inglaterra e serem usadas para distingüir os membros dos regimentos reais. São clássicas também as estampadas de cashemere ou com desenhos geométricos. Com elas, diminui-se o risco de errar.
As tonalidades variam muito, mas deve-se buscar as mais tradicionais, como preto, azul-marinho, vinho, bege ou amarelo.
Veja algumas combinações masculinas básicas:
- Terno preto + sapato preto + cinto preto + meia preta + camisa branca, azul, rosa, marfim, gelo, cinza escuro ou bege queimado + gravata regimental ou de bolinhas com fundo preto.
- Terno azul-marinho + sapato preto + cinto preto + meia preta + camisa branca + gravata com fundo azul-marinho com desenho amarelo ou vinho.
- Terno grafite + sapato preto + cinto preto + meia preta + camisa branca ou gelo + gravata com fundo vinho ou grafite com listras ou estampas.
- Terno marrom, cáqui ou bege + sapato marrom + cinto marrom + meia marrom + camisa marfim ou azul + gravata em tons de marrom ou amarelo.
Lembre-se que as combinações de tons que se aproximam são sempre as melhores.
As peças clássicas de cores básicas são sempre uma boa forma de não gastar muito, pois elas não saem de moda e podem estar no armário por um longo tempo.

MULHERES
Para as mulheres, possuir peças clássicas e de cores básicas é a grande chave para estar sempre elegante e bem-vestida no ambiente de trabalho.
Veja as peças que toda mulher deve ter no guarda-roupa:
- Vestidos modelo “tubinho” preto e em tons de bege (desde o marfim até o crocante ou bege queimado).
- Blazers preto e em tons de beje (se possível do mesmo tecido dos vestidos).
- Saias com comprimento discreto, próximo ao joelho, preta e em tons de beje.
- Sapato tipo escarpin com salto médio, nas cores preta e bege.
- Bolsa clássica média preta e outra marfim (esqueça as do tipo “mochila”).
- Meia fina cor da pele.
Com estes itens, é possível obter várias combinações e acrescentar blusas de cores variadas, tanto no inverno quanto no verão. Você também pode contar com o auxílio de echarpes e bijuterias discretas para estar sempre chique.
Lembre-se que perfume e maquiagem devem ser usados moderadamente e as unhas devem estar sempre pintadas com esmaltes claros.

CASUAL DAY
Algumas empresas adotam o casual day em algum dia da semana, geralmente às sextas-feiras, para descontrair um pouco a vestimenta no ambiente de trabalho, principalmente a masculina. Considerando formal o uso de paletó e gravata, estas empresas optam por uma “liberação” de roupa no último dia útil da semana.
O traje chamado casual pede calças de algodão, camisas pólo ou de algodão lisas, xadrezes ou listradas (mangas curtas no verão e compridas no inverno), sapatos de nobuck e meias de algodão. Um suéter nos ombros para as mudanças climáticas também cai bem. É permitido o uso de calça jeans, se adotado por outros colegas, já que no mundo empresarial, a melhor dica é não ser um elemento destoante. No entanto, evite o uso de calça jeans com camisa social, elas são imcompatíveis.
Para as mulheres, o casual day faz pouca diferença, pois sair do que é considerado correto para o uso durante a semana é um terreno arriscado de se pisar. Permita-se apenas um salto um pouco mais baixo ou uma bijuteria um pouco mais extravagante.

NA ENTREVISTA
Para entrevistas de emprego, a discrição e sobriedade são as palavras de ordem, que destacam o candidato. Colha o máximo de informações sobre a empresa onde estiver pleiteando uma vaga, inclusive sobre as regras adotas para trajes, e se prepare muito bem, pois você precisará se vender de forma eficiente. Um bom produto, além de uma embalagem bem cuidada, deve ter um conteúdo de qualidade.

HOMENS E MULHERES PODEM VALORIZAR A SUA APARÊNCIA
Para as mulheres, maquiagem, corte de cabelo, tintura, roupas e acessórios devem sempre seguir o mesmo estilo, combinando com a sua personalidade, seja ela clássica, esportiva, moderna ou exuberante.
Definido o seu estilo, estude sua aparência diante do espelho, identificando seus pontos fortes e fracos. Por exemplo, se você tem um belo colo, se seu olhar é expressivo, se seu contorno corporal é insinuante, se suas pernas são bonitas. Os homens devem fazer o mesmo exercício.
Identificados estes pontos, busque realçar os que são fortes e esconder ou disfarçar os fracos.
Procure comprar roupas de cores que combinem com você. Pense na possibilidade de investir em um novo corte de cabelo com a ajuda de um bom profissional.
É importante investir em si mesmo para levantar o astral.



Fonte: Site Catho

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Carreira: Delegação de tarefas x Autoritarismo


Delegação de tarefas x autoritarismo
A linha entre saber delegar tarefas e ser autoritário pode ser bastante tênue. Ter a habilidade de distribuir tarefas e projetos para equipe é algo cada vez mais exigido para os gestores, e o universo corporativo está extinguindo, pouco a pouco, os chefes mandões.

Distribuir tarefas exige confiança e também consciência por parte do gestor, pois o liderado pode tomar ações e resolver questões com ideias diferentes e até melhores em determinadas situações. “O líder precisa ser um inspirador. Ele deve fazer com que a equipe acredite nos projetos desenvolvidos, pois desta forma o time se envolverá e vai atingir as metas em parceria”, pontua Luiz Wever, sócio da Odgers Berndtson, consultoria de seleção de altos executivos.
De acordo com Wever, a liderança é composta por conhecimento técnico, capacidade de planejamento, comunicação e ética. “Estas características são utilizadas no mercado de trabalho para avaliar gestores e conseguem sintetizar bem os fundamentos de um bom líder”, explica.'

Ambiente colaborativo

Ter um relacionamento saudável com o gestor é algo bastante valorizado. De acordo com a última Pesquisa dos Profissionais Brasileiros, realizada com 53.622 pessoas, ser reconhecido pelo líder e ter voz ativa com o mesmo estão entre os itens que mais motivam os profissionais.
As vantagens de um ambiente colaborativo e de confiança é promover mais agilidade nas ações – o gestor deixa de ser o gargalo nos processos. Se todas as decisões tiverem que passar pela aprovação do líder, o ritmo da entrega de resultados, muito provavelmente, será lento.
“É muito desmotivador para um subordinado ter que interromper seu trabalho para pedir a ‘benção’ de seu chefe para tomar qualquer decisão. O profissional se sente como uma criança monitorada”, aponta a sócia Sisgen Consultoria, Maria Cristina Costa.


Cultura da organização

A cultura colaborativa e de participação depende primeiramente do alto escalão da empresa. Se o CEO não compactua com esta atmosfera, haverá ruídos na gestão da organização como um todo – o discurso não pode ser diferente da atitude do dia a dia.
“Um bom gestor deve ter a consciência que não é o melhor entre as habilidades e competências necessárias na equipe, mas sim o profissional capacitado para delegar tarefas e saber quem são os membros mais capazes de executar determinados projetos”, comenta Luiz Wever.
A presença de um líder que saiba delegar tarefas e que dê autonomia é essencial, pois desta forma os membros da equipe aumentam suas oportunidades de crescimento dentro da empresa e no desenvolvimento profissional, além da satisfação pessoal, que hoje é algo fundamental.


Fonte: Catho

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Carreira: 5 atitudes que desagradam o seu chefe



“Pense antes de falar” é sempre uma boa política – e no ambiente corporativo isto se torna ainda mais importante: dizer e/ou fazer a coisa errada pode trazer sérios danos à carreira. Por isso, é preciso estar atento à qualidade do trabalho que está sendo feito. Manter em dia o feedback dos colegas e principalmente do gestor direto é outra fonte segura para não se preocupar com comentários negativos.


consultora organizacional e diretora da RHUMO Consultoria, Lara Castro, listou algumas atitudes que os profissionais devem evitar para terem pontos positivos com o chefe:


1. Fazer muitas perguntas

É fundamental tirar qualquer dúvida e ter as instruções claras no momento que for designado a desenvolver uma tarefa ou projeto. Esclarecer cada pequeno detalhe todos os dias, mostra despreparo e falta de confiança no próprio trabalho. Profissionais que, ao menor sinal de dificuldade, correm atrás do gestor pra resolver problemas são vistos com maus olhos. Esse tipo de ação pode soar ainda pior caso você tenha dúvida sobre algo que deveria saber.
Atitude correta: Verifique com seus colegas de trabalho se eles podem preencher informações que tenha perdido. Preste atenção quando seu gestor repassar as tarefas, e tente encontrar maneiras de resolvê-las sem ter que checar com ele todas as etapas do processo.


2. Responder a pergunta errada

Se o seu líder faz perguntas como, o que você tem na sua lista de afazeres para o dia, ele pode estar procurando informações sobre como você está priorizando seu trabalho, se é organizado, ou até mesmo se você sabe bem o que deve fazer. Os chefes geralmente não fazem perguntas diretas, pois as pessoas não responderiam com sinceridade, portanto, é preciso identificar o que está subentendido.
Atitude correta: Quando seu chefe faz perguntas, responda literalmente, mas leia as entrelinhas e tente fornecer as informações que ele realmente quer e precisa.


3. Criar um caos sem motivo aparente

Se um projeto vai mal, você procura desesperadamente motivos para descobrir quem é o responsável, ou explora soluções? Você chama a responsabilidade pra si?
O que um liderado considera uma crise pode ser completamente diferente aos olhos da liderança e dos demais. Criar pânico desnecessário e se expor emocionalmente só contribui para aumentar, em vez de reduzir o caos.
Atitude correta: Fomente sua decisão para situações de risco a partir da cultura do seu departamento, tomando como exemplo algo semelhante que seu chefe já tenha feito. Observe seus colegas de equipe, se eles estiverem calmos, mesmo com um problema sério a ser resolvido, não há nenhuma razão para que você envie e-mails, em pânico, à procura de respostas. Se o seu gestor acredita na sua equipe, você também deve fazer o mesmo.


4 . Mostrar-se com problemas sem soluções

Este é provavelmente o clássico, falar sobre um problema ou desafio que você está enfrentando é o maior erro que você pode cometer com o seu superior direto.
O intuito é não criar mais trabalho para seu chefe, para que ele possa cuidar de problemas acima da sua alçada, por isso não espere ter todas as respostas prontas, ajude-o!
Atitude correta: Elabore um plano de ação e ofereça ao seu gestor quando você estiver com problemas. Mesmo que ele não o adote, mostra que você não esperou alguém resolver tudo sozinho.


5. Desmerecer o líder

Há muitas maneiras de prejudicar a autoridade do chefe, principalmente quando se retém uma informação ou se faz algo fora do que foi desenhado anteriormente por ele.
Atitude correta: Líderes geralmente não gostam de surpresas. Mantenha o seu gestor atualizado sobre o progresso que você conseguiu com os projetos que está trabalhando, incluindo detalhes que você pode pensar que não são importantes.



Fonte: Catho

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Carreira: CEO, CFO, CIO, CMO… Você sabe o significado?


A adoção de termos em inglês por parte das empresas é algo cada vez mais comum. Você já deve ter se deparado com muitas palavras e expressões que não entendeu muito bem na hora e, até para se não se sentir deslocado, precisou pesquisar o significado depois.

Para esclarecer algumas de suas dúvidas, apresentamos o significado das famosas siglas destinadas aos diretores de diversas áreas em uma organização:






CEO (Chief Executive Officer)

Diretor geral ou presidente da empresa, é o cargo que está no topo da hierarquia operacional.


CFO (Chief Financial Officer)

Diretor financeiro, é o profissional que comanda a administração e planejamento financeiro da empresa.


CIO (Chief Information Officer)

Diretor de Tecnologia da Informação, fica responsável por toda a informática de uma empresa.


CMO (Chief Marketing Officer)

Diretor de Marketing, coordena e administra todas as ações de Marketing da companhia.


COO (Chief Operating Officer)

Diretor de Operações, é o braço direito do CEO e responsável por cuidar de perto do negócio da empresa.


CTO (Chief Technical Officer)

Diretor técnico, mais presente em empresas de TI e indústrias, dirige ações de cunho tecnológico e/ou científico.


CPO (Chief Product Officer)

Diretor de produtos, comanda as atividades relacionadas aos produtos da organização, como concepção, projeto e produção.


CHRO (Chief Human Resources Officer)

Diretor de Recursos Humanos, é o profissional que dirige as ações voltadas à gestão de pessoas e, muitas vezes, à comunicação interna da corporação.


CCO (Chief Communications Officer)

Diretor de Comunicação, é o líder de comunicação corporativa e responsável pelas relações da empresa com a imprensa, os clientes e a comunidade.


CLO (Chief Legal Officer)

Diretor jurídico, é o responsável por proteger legalmente a empresa e deve garantir que as estratégias da companhia atendam as questões jurídicas.


CKO (Chief Knowledge Officer)

Diretor de Conhecimento, deve gerir o capital intelectual da organização e o conhecimento dos profissionais em relação ao negócio.


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Carreira: Reputação Corporativa

Atitudes éticas dentro da empresa fazem toda diferença quando o assunto é reputação corporativa. Ações simples que estão atreladas, muitas vezes, ao bom senso dão o tom aos relacionamentos e às oportunidades de crescimento.

O que todos procuram e esperam trabalhando dentro de uma organização é reconhecimento e resultados, porém, muitos se esquecem de que existe um tempo hábil de adaptação e evolução e passam a explorar de forma imatura a empresa em que se trabalha.

Para Fernando Montero Capella, diretor da Capella RH, a reputação está diretamente atrelada ao avanço da carreira. “Ela diz respeito ao quanto o profissional é respeitado e goza de prestígio dentro da empresa. É também um forte indicador de como anda a imagem do profissional e se ele está sendo assertivo em seus posicionamentos, e se tem conseguido manter-se íntegro na defesa dos princípios e valores de sua organização”, afirma Capella.
Ainda segundo José Carlos Ignácio, diretor da consultoria empresarial JCI Acquisition, uma reputação de renome está relacionada a sucesso, boa gestão de pessoas no tocante à formação e treinamento e capacidade de gerar resultados e mudanças. “O profissional com uma experiência bem sucedida dentro de uma organização gera a expectativa de ter capacidade de sobra para agregar valores quando for atuar em uma nova empresa”, explica o Ignácio.

Outro fator que interfere na reputação é a falta de motivação e a dificuldade de relacionamento com as outras pessoas, estas são as piores características para se superar obstáculos na empresa.
De acordo com Fernando, algumas atitudes podem ir mais longe, por exemplo, disciplinar alguém a não pedir uma nota fiscal de valor superior ao que consumiu num restaurante, durante um almoço de negócios com cliente. “Já imaginou se alguém que pratica isto é pego em algum momento despercebidamente, ou pelo próprio cliente que o entrega a alguém da empresa, por considerar tal conduta antiética em sua própria organização?”, enfatiza.

Sendo assim, para manter uma reputação corporativa positiva trabalhe com sinceridade e franqueza, seja para confirmar uma gafe ou para um pedido de desculpas, ser transparente garante a confiança de todos.
“Engajamento com os valores da empresa e capacidade de liderança, principalmente para impedir que a equipe abata-se com as frustrações é outro fator importante”, finaliza José Carlos.

Fonte: Portal Catho