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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Carreira: 5 atitudes que desagradam o seu chefe



“Pense antes de falar” é sempre uma boa política – e no ambiente corporativo isto se torna ainda mais importante: dizer e/ou fazer a coisa errada pode trazer sérios danos à carreira. Por isso, é preciso estar atento à qualidade do trabalho que está sendo feito. Manter em dia o feedback dos colegas e principalmente do gestor direto é outra fonte segura para não se preocupar com comentários negativos.


A consultora organizacional e diretora da RHUMO Consultoria, Lara Castro, listou algumas atitudes que os profissionais devem evitar para terem pontos positivos com o chefe:


1. Fazer muitas perguntas

É fundamental tirar qualquer dúvida e ter as instruções claras no momento que for designado a desenvolver uma tarefa ou projeto. Esclarecer cada pequeno detalhe todos os dias, mostra despreparo e falta de confiança no próprio trabalho. Profissionais que, ao menor sinal de dificuldade, correm atrás do gestor pra resolver problemas são vistos com maus olhos. Esse tipo de ação pode soar ainda pior caso você tenha dúvida sobre algo que deveria saber.
Atitude correta: Verifique com seus colegas de trabalho se eles podem preencher informações que tenha perdido. Preste atenção quando seu gestor repassar as tarefas, e tente encontrar maneiras de resolvê-las sem ter que checar com ele todas as etapas do processo.


2. Responder a pergunta errada

Se o seu líder faz perguntas como, o que você tem na sua lista de afazeres para o dia, ele pode estar procurando informações sobre como você está priorizando seu trabalho, se é organizado, ou até mesmo se você sabe bem o que deve fazer. Os chefes geralmente não fazem perguntas diretas, pois as pessoas não responderiam com sinceridade, portanto, é preciso identificar o que está subentendido.
Atitude correta: Quando seu chefe faz perguntas, responda literalmente, mas leia as entrelinhas e tente fornecer as informações que ele realmente quer e precisa.


3. Criar um caos sem motivo aparente

Se um projeto vai mal, você procura desesperadamente motivos para descobrir quem é o responsável, ou explora soluções? Você chama a responsabilidade pra si?
O que um liderado considera uma crise pode ser completamente diferente aos olhos da liderança e dos demais. Criar pânico desnecessário e se expor emocionalmente só contribui para aumentar, em vez de reduzir o caos.
Atitude correta: Fomente sua decisão para situações de risco a partir da cultura do seu departamento, tomando como exemplo algo semelhante que seu chefe já tenha feito. Observe seus colegas de equipe, se eles estiverem calmos, mesmo com um problema sério a ser resolvido, não há nenhuma razão para que você envie e-mails, em pânico, à procura de respostas. Se o seu gestor acredita na sua equipe, você também deve fazer o mesmo.


4 . Mostrar-se com problemas sem soluções

Este é provavelmente o clássico, falar sobre um problema ou desafio que você está enfrentando é o maior erro que você pode cometer com o seu superior direto.
O intuito é não criar mais trabalho para seu chefe, para que ele possa cuidar de problemas acima da sua alçada, por isso não espere ter todas as respostas prontas, ajude-o!
Atitude correta: Elabore um plano de ação e ofereça ao seu gestor quando você estiver com problemas. Mesmo que ele não o adote, mostra que você não esperou alguém resolver tudo sozinho.


5. Desmerecer o líder

Há muitas maneiras de prejudicar a autoridade do chefe, principalmente quando se retém uma informação ou se faz algo fora do que foi desenhado anteriormente por ele.
Atitude correta: Líderes geralmente não gostam de surpresas. Mantenha o seu gestor atualizado sobre o progresso que você conseguiu com os projetos que está trabalhando, incluindo detalhes que você pode pensar que não são importantes.



Fonte: Catho

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Carreira: 6 passos para estimular a Autoliderança


Um problema enfrentado pelas organizações atualmente é a falta de engajamento dos profissionais, proveniente da ausência de expectativas positivas que muitos deles sentem em relação a suas carreiras. Essa insegurança reflete na realidade encontrada nas empresas: vários profissionais com talento, habilidade e boas oportunidades, e entre eles líderes, estão bem longe de onde poderiam estar principalmente por não terem autoconhecimento e autoliderança.


“Quem é capaz de auto liderar-se ultrapassou isso e por ter uma visão de longo prazo e foco em sua carreira, disciplina-se e engaja-se com facilidade. É claro que a empresa também tem um papel fundamental na construção de um ambiente que valorize esse profissional e permita que ele cresça e se desenvolva”, afirma Alexandre Prates, especialista em liderança e desenvolvimento humano.

A principal característica deste colaborador é a capacidade de assumir a responsabilidade por sua vida e carreira. Ele não terceiriza os erros, acumulando desculpas para justificar a sua incompetência. Essa pessoa sabe agir tendo a certeza de que é a protagonista da sua trajetória. Outro fator importante é a sua naturalidade para comprometer-se com as corporações, afinal ela já é comprometida primeiro com a própria carreira. Esse profissional sabe que o verdadeiro reconhecimento é aquele que vem dos resultados de suas ações e não em palavras vazias ou premiações padronizadas.

É fácil identificar quem autolidera


No geral, os demais colaboradores veem este indivíduo como um exemplo a ser seguido, pois ele lida com todo mundo com transparência e as pessoas reconhecem suas qualidades.
“Na prática, temos visto que isto acaba sendo muito mais motivo de orgulho, respeito e admiração do que de conflitos, especialmente para aqueles que compreendem que o caminho do autoconhecimento, melhoria contínua e mudança, costumam ser vias essenciais para se atingir uma carreira sólida”, observa Fernando Montero Capella, diretor da Capella RH.
Entretanto, a autoliderança tanto pode servir de exemplo para outros profissionais como ser também motivo de desavenças e inveja.  É possível que uma minoria de pessoas, que ainda necessite de chefes para dizer o que fazer e como fazer, encontre dificuldade com essa postura, inclusive porque algumas culturas organizacionais ainda não estão preparadas para recebê-la.
“Por se tratar de um profissional que se destaca, isto causa certo desconforto nos outros. Mas é fácil de contornar a situação, dependendo da maneira que ele se relaciona com seus colegas, ou seja, sua atitude, sua fala, seu modo de tratar as pessoas e como ele se relaciona nos níveis mais elevados (gerência, presidência, etc.), ele poderá realmente ser visto como um empregado diferenciado e referenciado pelos próprios colegas. As pessoas aceitam muito bem quem as trata com respeito e consideração, mas rejeitam com muita veemência se ocorre o contrário”, garante o sócio-diretor da Kaminarh Consulting, Fernando Camilo.


Pratique sua autoliderança

Os consultores Alexandre Prates, Fernando Camilo e Fernando Montero indicaram 6 passos fundamentais para ajudar você a estimular sua autoliderança:
1. Assuma a responsabilidade: compreenda que você é o único responsável pela sua vida e carreira;
2. Busque o autoconhecimento: você jamais se tornará líder de si mesmo se não souber, de fato, o que o motiva, o que o sabota, o que dispara as suas emoções e principalmente, quais valores o movem;
3. Suporte os julgamentos: tornar-se líder de si mesmo traz muitos ganhos, mas também perdas. Uma delas é ser julgado por ter uma postura diferente dos demais e não contentar-se a com a mediocridade. Logo, confiar no que está fazendo e ultrapassar a barreira dos julgamentos torna-se fundamental;
4. Conheça o lugar onde trabalha: procure enxergar qual é a visão de futuro de sua empresa, pois este é o sonho da organização e de seus fundadores. Tente alinhar seu projeto de vida profissional/carreira a essa visão – esta atitude ajudará você a direcionar melhor sua energia na consecução de seus objetivos e metas esperados pela empresa e trabalhar sua melhoria contínua como pessoa;
5. Conheça seus colegas de trabalho: desenvolva sua autoestima e estabeleça relações de confiança dentro da organização, isto ajudará você a aumentar sua energia emocional e sua empatia;
6. E se você já é um líder: entregue pequenos projetos para aqueles profissionais que você deseja desenvolver a autoliderança, acompanhe os resultados, critique, oriente se houver desvio do objetivo, mas sem esquecer-se de elogiar e recompensar o sucesso da empreitada. As pessoas são capazes. Às vezes, são os líderes que inibem os profissionais a atuarem mais livremente, mais confiantes em si mesmos, e, por vezes, podem estar perdendo excelentes oportunidades de desenvolvimento de sua equipe.


Fonte: Portal Catho

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Carreira: 9 maneiras de mostrar o seu valor à empresa


A competitividade tornou-se uma das palavras mais fortes do meio organizacional, e não é para menos. Atualmente, até mesmo com a grande influência de expatriados que estão retornando ao país por conta do cenário atrativo, os brasileiros estão percebendo a importância de atualizar as suas estratégias para lidar com a concorrência que está cada vez mais bem preparada.


Por isso, no dia a dia, cada colaborador procura o seu espaço na empresa em que atua e isso, por sua vez, significa mostrar o talento que possui e a contribuição que é possível dar ao negócio. Afinal, diante de tantos processos inovadores, é preciso estar sempre à frente para garantir a empregabilidade.
Segundo o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio, no Brasil existe uma grande dificuldade em lidar com o sucesso próprio e dos outros. Consequentemente, há preconceito/inibição em se falar de vitórias e conquistas. Portanto, ele concorda que é necessário tomar cuidado na hora de mostrar que é bom no que faz.
“É importante valorizar-se e demonstrar isso na medida certa, sem transparecer arrogância e mantendo a prioridade nos interesses da empresa. A positividade do profissional reflete autoconfiança, autoestima e segurança, características essenciais inclusive para escolha de lideranças”, explica Ignácio.

Ainda não sabe como fazer? Confira abaixo algumas maneiras indicadas pelo diretor executivo da SLA Coaching, Mike Martins, de revelar seu valor para a organização, respeitando logicamente a ética diante dos seus pares:

1. Respeite a diversidade - Entender, aceitar e ser sensível às diferenças individuais. Tratar todas as pessoas igualmente, independentemente do gênero, raça, credo, origem, status ou função. As pessoas que apresentam esta competência são abertas e tratam os outros com justiça e dignidade.

2. Seja íntegro - Mantenha um alto padrão de justiça e ética nas palavras e ações do dia a dia. Comporte-se de modo ético e honesto ao lidar com a gerência, colegas, clientes e pessoas que seja do seu convívio direto, é importante dar tratamento igual para todos.

3. Apoie o desenvolvimento dos outros – Forneça feedback aos demais para encorajar e inspirar o desenvolvimento das competências relacionadas ao trabalho e crescimento da carreira em longo prazo.

4. Saiba planejar e organizar muito bem – Faça isso de uma forma eficaz e de acordo com as necessidades organizacionais, através da definição de metas e previsão das necessidades e prioridades das pessoas.

5. Comunique-se de forma clara - Dentro e fora da empresa. As pessoas que apresentam esta competência conseguem uma solução mais acertada e são empáticas. Elas são hábeis em articular claramente seus pensamentos e ideias, apresentam as informações de um modo direto e lógico e asseguram-se de que sejam compreendidos. Elas compartilham informações com outros que irão aperfeiçoar o progresso geral do trabalho.

6. Renove seu capital de Inovação – Facilite o encontro de soluções novas e criativas que resultarão em melhor desempenho, melhores resultados, produtividade mais elevada, etc. Questione as coisas que foram feitas no passado e tente desenvolver novos meios de abordar assuntos ou problemas. Pensa à frente dos demais.

7. Motive os demais – Inspire os outros a terem bom desempenho pela transmissão de entusiasmo e paixão por fazer um bom trabalho.

8. Seja flexível – Trate problemas, pressões e estresses relacionados ao trabalho, de maneira profissional e positiva com foco orientado à solução.

9. Foque na qualidade - Promova e mantenha elevados padrões de qualidade no trabalho. As pessoas que apresentam esta competência produzem constantemente um ótimo serviço e aplicam disciplina e uma orientação detalhada, encorajando os demais. Além disso, procuram constantemente aperfeiçoar a qualidade dos produtos e serviços.


Fonte: Portal Catho

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Carreira: Bom uso das mídias sociais exige presença do líder


Todos nós sabemos que o uso das mídias sociais é inevitável e, até mesmo, algo inconcebível para ser proibido já que a presença dos smartphones e tablets está cada vez mais comum nos ambientes de trabalho. Neste contexto, como os líderes estão administrando corretamente o uso destas mídias?

Primeiramente, para que exista um diálogo entre líder e equipe é imprescindível à liderança compreender a importância das redes sociais, os impactos para a empresa e, consequentemente, para a equipe. “Quando o líder conseguir transmitir esses conceitos à sua equipe, desenvolvendo habilidades específicas para que utilizem a rede com eficácia, elas se tornam ferramentas poderosas de comunicação e desempenho, e não uma brincadeira ou uma simples perda de produtividade ou foco, como muitos líderes acreditam”, explica Eduardo Carmello, Diretor da Entheusiasmos e um dos cinco mais requisitados palestrantes sobre gestão de pessoas segundo o Top of Mind  de RH.

Torna-se fundamental para o gestor aprender melhor e de forma mais profunda as reais oportunidades que as redes sociais apresentam. Após isso, ele deve incentivar e treinar sua equipe para que possam explorar as redes como uma forma de ajudar seus clientes de maneira mais efetiva, promover sua marca e conseguir obter conhecimentos estratégicos e operacionais para o crescimento e alcance de seus objetivos. Proibir o uso das redes é não ouvir os próprios colaboradores, o líder precisa ir além daquele real amontoado de informações irrelevantes, ajudando a equipe a aprender a selecionar e captar os conhecimentos que são fundamentais para o negócio e para o desenvolvimento pessoal.
“O líder, ao se tornar um expert nas redes sociais, pode servir de orientação e exemplo sobre como obter melhores índices de eficácia e produtividade através das mídias sociais.” enfatiza Carmello.

Redes sociais a favor da empresa


Além do foco na equipe, quem lidera deve saber exatamente o que quer realizar com sua marca dentro de uma rede social, ou seja, entender que ficar fora da internet ou ser sensível a críticas é um dos maiores erros de se trabalhar nesse mercado. “As pessoas vão falar da marca, vão criticar, vão elogiar, vão sugerir mudanças, vão falar que foram mal atendidas no SAC ou no ponto de venda e a empresa deve estar preparada para tudo atender a demanda”, explica Felipe Morais, Diretor de Novas Mídias da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).
Felipe Morais compartilha algumas dicas para o líder administrar de maneira eficiente à equipe e o uso das redes sociais:

  • Ouça seus funcionários. Eles estão no dia-a-dia monitorando o que as pessoas falam;
  • Dê liberdade para os funcionários resolverem os pequenos problemas;
  • Incentive a troca de experiências entre os departamentos para a resolução de problemas;
  • Ensine para sua equipe que redes sociais são relacionamentos;
  • Peça monitoramento e análises da equipe. Veja o que eles têm a dizer sobre o que está acontecendo e tome decisão em conjunto;
  • Não bloqueie o acesso às redes pessoais, pois os profissionais podem e devem usar para pesquisas as páginas de outras empresas. Mas, se estiver atrapalhando o trabalho, deixe claro o propósito do acesso.




quarta-feira, 31 de julho de 2013

Carreira: O que as mulheres mais poderosas do mundo podem ensinar sobre liderança


O que as mulheres mais poderosas do mundo, presidentes e CEOs de multinacionais, podem ensinar sobre liderança? O site da revista norte-americana Forbes listou oito lições dessas mulheres para ser um bom líder, confira:
1. Seja determinado
Mulheres bem-sucedidas - que sabem o que querem - permanecem determinadas mesmo com obstáculos. Acima de qualquer habilidade, elas possuem o desejo de fazer algo grande.

A vice-presidente global da Ernst & Young, Beth Brooke, foi diagnosticada com uma doença degenerativa no quadril aos 13 anos e muitos médicos disseram que ela nunca poderia andar novamente. Antes de fazer a cirurgia, ela prometeu para si mesma que ia ficar em pé. Não só ficou em pé, como Beth andou e, depois de dar seus primeiros passos, participou de vários campeonatos esportivos do colégio e ganhou prêmios de melhor jogadora. Mais tarde, ganhou a Primeira Divisão de basquete na faculdade.
Beth trouxe a mesma determinação para sua carreira e não é por menos que foi considerada uma das 100 mulheres mais poderosas do mundo.
2. Seja corajoso
Mulheres poderosas não têm medo. Elas se movem na direção do medo para desafiá-lo. Isso requer coragem. Em 2011, a presidente da KeyCorp, Beth Mooney, tornou-se a primeira mulher a liderar um dos bancos mais importantes dos Estados Unidos. Beth começou sua carreira como secretária em um banco do Texas, ganhando apenas US$ 10 mil por ano, mas logo percebeu que queria algo mais.

Em 1979, ela bateu na porta de cada grande banco em Dallas até conseguir um emprego no Republic Bank of Dallas. Mais tarde, ela teve a coragem de mudar de empresa e funções nove vezes em 16 anos, trabalhando em diversos cargos no KeyCorp antes de chegar à presidência.
3. Pense grande
Para alcançar o sucesso, você tem que pensar grande. Michelle Gass, presidente da Starbucks EMEA (Europa, Oriente Médio, Rússia e África), começou na rede de cafés para arquitetar uma estratégia de crescimento para uma bebida recém-lançada chamada Frappuccino.

A partir de seu mantra “vamos pensar o quão grande isso pode chegar”, Gass lançou uma plataforma de US$ 2 bilhões com dezenas de milhares de combinações possíveis da bebida. Resultado: a bebida alcançou o sucesso e caiu no gosto de muitos países.
4. Assuma riscos calculáveis
Como CEO da Kraft Foods e atualmente líder da Mondelez Internacional, Irene Rosenfeld é bem familiarizada com esta lição. Alguns anos atrás, ela surpreendeu o mundo corporativo com o plano de dividir a Kraft em duas empresas distintas, uma norte-americana no segmento de alimentos e outra global no segmento de lanches. "Para essas decisões, você tem que fazer uma grande aposta, mas nunca pensar tão longe que não possa alcançar, estude com cuidado todos os resultados".

5. Permaneça disciplinado
É preciso disciplinar para alcançar e manter o sucesso. Quando decidiu liderar a empresa de cosméticos Avon, Sheri McCoy sabia dos desafios que viriam pela frente, mas ela permanece tentando implementar grandes mudanças para a empresa. Perguntada sobre seu principal desafio, Sheri disse que fazer as pessoas se manterem focadas é o mais importante para um projeto. É muito fácil se distrair com novas tendências, novos mercados e projetos, mas a persistência neles é que vai definir seu sucesso.

6. Contratação inteligente
As líderes afirmam que a melhor estratégia para o sucesso é contratar pessoas diferentes, apaixonadas pelo que fazem e inteligentes. É esse ensinamento que a presidente do Arby's Restaurant Group, Hala Moddelmog, segue à risca na empresa. A presidente é rodeada pela diversidade cultural, de gênero, de raça e até de classe social.

7. Gerencie sua carreira
Denise Morrison, o CEO da Campbell Soup, sabia desde muito jovem que ela queria liderar uma empresa, então ela se perguntou: “Quais são as qualidades que eu preciso ter para me preparar para isso?”. Isso pode significar experiência de gestão, exposição global ou responsabilidade dos lucros da empresa. Ela sempre estruturou sua carreira nas questões: onde eu estava? Onde eu estou agora? Para onde vou e quais são os caminhos certos para chegar lá?

Se a sua empresa atual daria a ela a chance de realizar seus sonhos, ela dava o máximo de si. Mas, se a empresa tinha outros interesses, ela sabia que precisava seguir em frente. "Nós aplicamos essas habilidades nos negócios, mas quando se trata de nós mesmos, raramente seguimos essa premissa", disse.
8. Delegue no trabalho e em casa
As mulheres mais bem-sucedidas aprenderam que elas precisam de ajuda, e que elas devem confiar nas pessoas ao seu redor - no trabalho e em casa. Não é tarefa fácil, mas é fundamental a longo prazo. A CEO da marca Hotel Four Seasons, Katie Taylor, admitiu que é um pouco controladora, mas para seu bem, ela tenta delegar funções a terceiros.

Fonte: Infomoney

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Carreira - Filmes que inspiram: Duelo de Titãs


Estilos de lideranças diferentes em meio a uma época de muito racismo nos Estados Unidos, precisamente no estado da Virginia, é o cenário do filme Duelo de Titãs.

O longa, lançado em 2000, dirigido por Boaz Yakin, conta a história de Herman Boone (Denzel Washington), um técnico de futebol americano contratado para trabalhar no comando de um time universitário dividido pelo racismo no anos 70, os Titãs. A cidade cria cotas para negros trabalharem, pois já está sendo criticada pela opinião pública sobre o racismo exacerbado.
Inicialmente, Boone sofre preconceitos raciais por parte dos demais técnicos e até mesmo de jogadores do seu time, mas, aos poucos, ele conquista o respeito de todos e torna-se um grande exemplo para o time e também para a pequena cidade em que vive.

A constante inquietação quanto a cor do treinador faz o antigo técnico Yoast não abandonar o time, pois os jogadores se recusavam jogar para Boone. A partir daí, inicia o trabalho intensivo de combate às diferenças e sensos comuns. Toda a equipe passa por um treinamento pesado de trato social, psicológico e físico.
“Não me interessa a sua cor, eu quero ver trabalho em equipe e resultado e, para isso, vocês vão ter que trabalhar juntos e entender uns aos outros!”, grita o técnico Boone.

Com uma trilha sonora interessante, mesclando o soul com country music, os jogadores vão compreendendo o real 
Cena do Filme Duelo de Titãsvalor da amizade e do companheirismo – alguns possuem preconceitos e mudam de ideia com a convivência.
A equipe torna-se favorita pelo resultado e entrosamento, e o futebol americano dos Titãs ganha inúmeros jogos, levando-os ao campeonato estadual. Porém, em meio a grandes descobertas, existem os acidentes de percurso e, talvez, seja a parte mais emocionante do filme.
No mundo corporativo o trabalho em equipe é imprescindível, e entender a liderança do outro é um diferencial para quem quer gerir equipes de sucesso. O diálogo é fundamental, porém, sem ter dor de dizer a verdade. Todos precisam de clareza sobre o trabalho exercido para melhorarem o rendimento e, muitas vezes, de uma oportunidade através de uma percepção do gestor.

No final dos jogos, Yoast, após retirar um jogador por “corpo mole”, coloca-o em outra posição por acreditar em seu potencial, com isso, o time logra bons resultados.
Sendo assim, o filme é uma ótima aula de liderança e amor ao próximo e uma grande opção de entretenimento e reflexão.