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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Saúde: 5 alimentos fantásticos para ganhar músculos

réditos: Gustavo Arrais


Aliar exercício físico com dieta funcional é tiro certeiro na conquista de músculos durinhos. Para a nutricionista Fernanda Abuhassan (MS), os alimentos selecionados abaixo são aliados preciosos e facilmente encontrados. Inclua no cardápio já! 








1. Batata-doce: é o carboidrato do bem. Apresenta baixo índice glicêmico e é rica em fibras, fornecendo energia de modo equilibrado - o que garante saciedade por mais tempo. Para quem pratica atividade física é altamente recomendada porque mantém o bom nível de energia durante o treino. Nela também encontramos betacaroteno, vitaminas antioxidantes e também a vitamina K, que ajuda no controle de retenção de líquidos no corpo. 



2. Beterraba: é a queridinha dos atletas porque aumenta o nível de oxigênio no corpo, melhorando o desempenho durante os exercícios. Ela também é farta em vitaminas A, B1, B2, B5, B6, C, E, K, além de ácido fólico, potássio, cálcio, ferro, cobre, manganês e magnésio. Servida em salada ou suco é uma ótima pedida para este verão. 



3. Ovos de codorna: ótima fonte de testosterona, este hormônio é imprescindível para o crescimento muscular. Também auxilia na diminuição de gordura no organismo e, por ser rico em colina e vitamina D, favorece a força durante o exercício e a construção muscular. 



4. Tomate: é conhecido pelo alto teor de licopeno, antioxidante que neutraliza o organismo do ataque de radicais livres. O alimento também favorece a recuperação de energia para o próximo treino, principalmente quando concentrado e ingerido como suco. 



5. Proteína: encontrada em aves, carnes, ovos de galinha e peixes, é ela quem produz alguns hormônios essenciais para o ganho de massa muscular, como a insulina. Também previne o enfraquecimento muscular e a perda de tecidos. Para os vegetarianos a dica são as proteínas vegetais encontradas no tofu, grãos, leguminosas e laticínios.

Fonte: Boa Forma

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Saúde: Exercitar os músculos pode não emagrecer, mas reduz medidas


Para ser saudável e resistente, o corpo deve ter de 80% a 82% de músculos e apenas de 18% a 20% de gorduras. Ter a musculatura forte e desenvolvida é importante para sustentar os ossos e prevenir fraturas.
Ao exercitar os músculos, a pessoa pode continuar com o mesmo peso, mas pode perder medidas. Dois indivíduos que pesam o mesmo número podem ter a aparência diferente e isso significa que um tem mais músculos do que o outro, como mostra o infográfico abaixo. A gordura ocupa mais espaço no corpo e pode se concentrar na barriga, por exemplo.
Bem Estar - Infográfico mostra como o músculo interfere no peso (Foto: Arte/G1)
Estudos recentes mostram que exercitar a musculatura estimula a produção de substâncias que defendem o organismo de invasores e ainda aumenta a produção de hormônios que auxiliam no metabolismo da glicose e das gorduras.
Além disso, ter os músculos desenvolvidos garante um envelhecimento ativo, com mais autonomia e também uma melhora na autoestima já que ajudam no contorno do corpo.
Porém, é importante alertar que o desenvolvimento muscular é diferente para cada pessoa e depende muito de fatores genéticos, do biotipo e também da quantidade de fibras musculares do corpo.
Fibras do tipo 1 são aeróbias, de pouca força e resistência; já fibras do tipo 2 têm ação rápida, de força e explosão – quem tem mais o primeiro tipo consegue desenvolver mais os músculos. A atividade mais eficiente nesse processo é a musculação, porém qualquer exercício de força pode aumentar a massa muscular, também conhecida como massa magra.
Existem opções dentro da musculação que oferecem menos riscos às articulações, como os aparelhos pneumáticos que visam preservar a saúde dos músculos, não desenvolvê-los, e também os exercícios funcionais, que causam desequilíbrio e exigem controle e força muscular, como os que utilizam bolas, por exemplo.
Pessoas que têm entre 20 e 35 anos estão no auge do desenvolvimento muscular do corpo. A partir dessa idade, tanto o homem como a mulher começam a ter uma perda gradual, principalmente se forem sedentários. Se não se exercitarem, essas pessoas correm o risco de desenvolver a sarcopenia, uma doença provocada pela perda da massa magra e da função muscular.
Fonte: G1.globo.com

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Saúde: Lesões por excesso de atividades podem ser a causa de dores nos joelhos


Por tratar-se de uma das articulações mais requeridas do nosso corpo, o joelho pode sofrer lesões com o uso excessivo

A dor ou desconforto no joelho frequentemente leva o paciente a procurar o consultório do ortopedista. Várias causas podem estar implicadas na sua origem; no entanto, as lesões musculoesqueléticas por excesso de atividades são as mais frequentes.
O joelho é formado por dois importantes ossos dos membros inferiores que são o fêmur e a tíbia. Essa junção é composta por duas articulações distintas: uma entre o fêmur e a tíbia, chamada de fêmoro-tibial e outra entre o fêmur e a patela, denominada fêmoro-patelar. O joelho é a maior articulação do corpo humano.
Além disso, a articulação do joelho também é formada por várias estruturas complexas compostas por ossos, ligamentos, tendões, músculos, nervos e vasos sanguíneos.
Para o bom funcionamento dessa articulação, nas atividades diárias e esportivas é preciso que todas essas estruturas trabalhem em harmonia. Essas complexas e variadas estruturas são extremamente sensíveis a pequenos problemas de alinhamento, atividades excessivas e erros de treinamento. Desequilíbrios musculares nessa região também podem originar articulações dolorosas.
A patela é um osso plano triangular, que está fixado por ligamentos e tendões à face anterior do joelho. Pessoas que apresentam desequilíbrios de força entre os músculos laterais e mediais da coxa e outras variações anatômicas favorecem a instabilidade e a lateralização da patela, tirando-a do “trilho”. O “joelho do corredor” ou síndrome patelo-femoral é uma perturbação em que a patela roça contra a extremidade inferior do fêmur quando o joelho se move. Essa síndrome é muito comum entre os corredores e causa muita dor.
Vários fatores podem estar associados à dor no joelho, como desequilíbrio dos músculos da coxa (quadríceps e isquiotibiais) que suportam a articulação do joelho, más formações congênitas e problemas relacionados a treinamentos inadequados.
O tratamento para esse tipo de dor pode ser simples, com repouso, bandagens, antiinflamatórios, fisioterapia, aplicação de compressas de gelo com intervalos determinados e até técnicas intervencionistas como aplicações locais de medicamentos.
No entanto, em casos mais graves, quando ocorre desgaste da cartilagem, por exemplo, uma intervenção cirúrgica pode ser necessária.
Um dos procedimentos indicados é o artroscópico minimamente invasivo, capaz de tratar os danos do interior de uma articulação com pouco dano muscular, menor dor na pele e menos cicatrizes.
— Com este tratamento, o paciente tem a parte posterior da patela nivelada, visando a diminuição da dor e aumento da qualidade de vida — explica o ortopedista José Fábio Santos Duarte Lana
Para evitar a Síndrome Patelo Femoral e preservar as articulações do joelho sem dor, o médico recomenda manter o bom condicionamento físico, alongamento antes de qualquer atividade e uso de calçado apropriado para corridas ou caminhadas.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

12 estratégias para potencializar o treino de musculação e acelerar os resultados

Quanto mais massa muscular uma pessoa tem, mais calorias ela queima por dia, mais precisamente 120 a cada 1,4 quilo de músculo. E não precisa se esfalfar na ginástica: dados do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos mostram que basta puxar ferro pelo menos duas vezes por semana para evitar o acúmulo de gordura na região abdominal, o tipo responsável pela barriga de chope, além de hipertensão, diabetes e doenças cardíacas. "A musculatura forte também protege as articulações, o que diminui as dores e os riscos de lombalgia, artrose e atrite", completa a fisiologista do exercício Claudia Zamberlan, da Body Check Avaliação Física, Nutrição e Médica, em São Paulo


Outra boa notícia é que os resultados dos exercícios resistidos aparecem rápido: em menos de quatro meses há um aumento de até 10% da massa muscular e da força. Mas dá para agilizar ainda mais esse resultado ao colocar em prática as dicas abaixo - só não esqueça de pedalar, caminhar ou correr por cinco minutos depois da musculação para eliminar o ácido lático, que causa dor durante ou logo após a atividade física.





1. Se a intenção é ficar musculoso, faça os movimentos em velocidade moderada para lenta e dê pausas de dois minutos entre uma série e outra. "Nesse período o músculo se recupera do esforço e o praticante consegue realizar a próxima série com a mesma qualidade da primeira", fala a fisiologista do exercício Claudia Zamberlan. 

2. Já se o objetivo é tonificar sem ficar 'grande', o truque é usar pouca carga, fazer os movimentos em velocidade moderada para rápida e um intervalo entre as séries de cerca de 1 minuto. E mantenha o músculo trabalho contraído durante todo o tempo.

3. Para emagrecer, use um pouco mais de carga do que o habitual e descanse no máximo 30 segundos entre as séries. 

4. Deixe a parte aeróbica para depois da musculação. "Se fizer antes, como normalmente acontece nas academias, vai achar o treino pesado e o cansaço vai bater mais rápido do que de costume", avisa o personal trainer Eduardo Gurgel, do Rio de Janeiro. 

5. O treino estacionou? Experimente mudar a planilha. "Quanto mais variar os exercícios, mais estímulo vai dar às fibras musculares", garante Eduardo Gurgel.

6. Para um abdômen tanquinho, só abdominal não resolve. É essencial também queimar os excessos para que a musculatura trabalhada apareça sob a pele. "Para isso, é preciso fazer atividade aeróbica de baixa a média intensidade, ou seja, de 55% a 70% da frequência cardíaca máxima", avisa o personal trainer Christian Monteiro, do Rio de Janeiro. Para descobrir o número, a pessoa deve subtrair sua idade de 220 e, do total, verificar quanto é 55% e, depois, 70%. O resultado é o número médio de vezes que o coração deve bater a cada minuto de corrida, caminhada ou pedalada, por exemplo.
7. A forma de se certificar que o exercício está mesmo trabalhando a área desejada é perceber se a musculatura da região está cansada logo depois da série. 

8. Nada é tão eficaz para malhar as coxas e os glúteos como o agachamento e os exercícios com caneleiras. "Como eles são mais puxados, faça-os logo no início do treino, quando o corpo ainda está descansado", recomenda Christian Monteiro.

9. Dificultar a execução do movimento é uma forma de potencializar a ginástica. Para isso, invista em barras, caneleiras e halteres, que exigem mais concentração e força para manter a postura correta e levantar a carga. A regra só não vale para os iniciantes, que, por uma questão de segurança, devem se limitar aos equipamentos até adquirirem consciência corporal.
10. Outra dica para quem está começando é fazer de duas a três séries de 15 a 20 repetições com menos carga para não se machucar nem ter que ficar de molho. 

11. Sentir-se capaz de fazer duas ou mais repetições ao fim de cada série é sinal de que está mais do que na hora de aumentar a carga. 

12. Jamais trave a respiração durante o movimento para não aumentar a pressão arterial. Para ficar mais confortável e até ter a sensação de que o peso ficou mais leve, expire pela boca quando levantar ou empurrar o peso e inspire pelo nariz ao voltar à posição inicial.

Fonte: Estilo Uol