Fique bela todos os dias, o dia todo!

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sexta-feira, 7 de março de 2014

Receita: Waffle de Batata Doce (sem glúten e sem lactose)

Olha a receitinha prática do IG Aprenda na Cozinha:

100g Batata Doce cozida
2 claras OU 1 ovo
Temperos a gosto: sal, pimenta, ervas finas, etc

Amassa a batata com o garfo, mistura as claras OU o ovo, acrescente os temperos. Aqueça e unte a maquina de waffle e asse.





sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Receita: Bolo de iogurte grego com morangos e brigadeiro de colher (sem Glúten)

Ótima pedida para começar bem 2014:

Uma sugestão é fazer porções individuais, uma boa opção para venda! (Foto: Vivi Araujo)
O iogurte grego vem conquistando o paladar brasileiro com sua textura e sabor. O processo de fabricação deste iogurte é diferente dos comuns. Ele passa por várias filtrações para aumentar a quantidade de proteína e diminuir a de gordura.
Ideal para preparar sobremesas com esta, um delicioso bolo de iogurte com morangos e brigadeiro de colher.
Você poderá substituir os morangos por qualquer outra fruta, basta usar a sua criatividade!
Coloque se preferir uma calda de goiabada ou de frutas vermelhas, neste fim de ano, uma sobremesa fácil e prática como esta vai cair super bem.
Ingredientes:
  • 500g de iogurte grego de baunilha ou natural
  • 02 gemas
  • 02 claras em neve
  • 03 colheres de sopa de açúcar
  • 03 colheres de sopa de amido de milho
  • Raspas de laranja a gosto
  • 01 bandeja de morangos sem folhas picados
Para o brigadeiro de colher:
  • 01 lata de leite condensado
  • 02 colheres de chocolate em pó
  • 01 colher de sopa de margarina
  • ½ xícara de chá de creme de leite
Modo de preparo:
  • Misture o iogurte com as gemas e o açúcar.
  • Adicione o amido e mexa bem. Coloque as raspas de laranja e as claras em neve.
  • Mexa delicadamente e adicione em uma fôrma untada e enfarinhada com amido (pode ser forminhas individuais).
  • Coloque os morangos e leve para assar em forno 180ºc por 25 minutos.
  • Em uma panela derreta a manteiga com o leite condensado, adicione o cacau em pó e mexa bem, deixe desgrudar do fundo da panela e desligue o fogo. Adicione o creme de leite (temperatura ambiente) e mexa bem até ficar homogêno.
  • Cubra o bolo e sirva em seguida!
Rendimento:07 porções

Fonte: Yahoo Mulher

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Saúde: Dieta glúten-free: menos 3 kg em 10 dias!


Ficar sem glúten por alguns dias... E já adianta o resultado: você emagrece, enxuga medidas, sente-se menos estufada e mais alerta. 

E isso tudo colocando muito mais comida no prato


O glúten é uma proteína difícil de digerir e está presente no trigo, no centeio, na cevada e, em menor quantidade, na aveia. Até há pouco tempo, deixar de consumi-lo era obrigatório apenas para celíacos, portadores de uma doença autoimune desencadeada pelo glúten que interfere intensamente na absorção de nutrientes pelo organismo. No entanto, nos últimos anos, não são poucos os médicos e nutricionistas que vêm sugerindo a retirada dessa proteína do cardápio em dietas para a perda de peso. Sabe-se hoje que o organismo não consegue quebrar o glúten. Ok, então ele seria simplesmente eliminado pelas fezes sem causar problemas, certo? "Errado", observa a nutricionista Gisela Savioli, de São Paulo, autora de Tudo Posso, Mas Nem Tudo Me Convém (Edições Loyola). "Estudos recentíssimos mostram que o glúten favorece a permeabilidade intestinal, deixando que fragmentos não digeridos dessa proteína passem para a corrente sanguínea. Isso desencadeia uma resposta inflamatória, contribuindo para a obesidade e agravando-a, já que o próprio peso em excesso é uma doença inflamatória." Com base nesse raciocínio, Gisela propõe a seus pacientes uma dieta sem glúten que, dependendo da necessidade de perda de peso, pode enxugar até 3 quilos em dez dias ao combater as inflamações causadas pela ingestão exagerada de glúten. É essa dieta que você encontra nas próximas páginas para afinar suas medidas. 


Há muitos paradoxos na questão do glúten. Por um lado, nenhum alimento consumido tal como foi entregue pela natureza contém essa proteína, que se revela no processo de industrialização do trigo e faz o cereal render mais. "É o glúten que faz a massa crescer e ficar fofa", explica Gisela. Por outro, nunca se consumiu tanto glúten como atualmente. "Nas últimas quatro décadas, o trigo sofreu um aprimoramento genético para se tornar mais produtivo, o que resultou num aumento significativo na quantidade de glúten", afirmou a nutricionista Denise Carreiro durante o 4º Glúten-Free, evento realizado em São Paulo no mês passado para debater o assunto. Em 2011, cada brasileiro consumiu em média 60 quilos de trigo, 27 deles no pãozinho francês, segundo dados da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Em contrapartida, a quantidade de frutas e hortaliças no prato não para de cair, representando hoje, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), menos de 1/3 do que deveria segundo bons padrões nutricionais. 

Nesse quadro de desequilíbrio alimentar, a dieta elaborada por Gisela Savioli oferece sabe o quê? Comida (muita comida!): cerca de 1200 calorias diárias de arroz, feijão, carne, frango, peixe, verduras e massas sem glúten. Você provavelmente vai olhar o cardápio e pensar: não consigo comer tudo isso. Mas vale fazer o teste por uma semana e observar as reações do seu corpo. É bem possível que se sinta menos estufada, mais alerta (o organismo gasta muita energia na tentativa de quebrar o glúten, energia essa que deixa de ir para o cérebro!) e apresente uma surpreendente perda de medidas. Talvez até descubra que se sente melhor sem essa proteína. "Atualmente, estima-se que cerca de 35% da população mundial tem alguma sensibilidade ao glúten. Alguns pesquisadores falam até em 60%", afirma Denise Carreiro. Mas, com exceção dos celíacos, ninguém precisa riscar o glúten da dieta para sempre. Controlar a quantidade é suficiente. "Ao trazer de volta essa substância ao cardápio, é importante equilibrar melhor o que se come. Reduzir o glúten não é uma dieta da moda: é a evolução do conhecimento", enfatiza Denise. 


Arroz e feijão quase todo dia 
A nutricionista Gisela Savioli sugere opções de refeições intercambiáveis para que você possa combiná-las a gosto com a garantia de ficar sempre perto das 1200 calorias. Siga o cardápio por dez dias e depois volte gradualmente a comer alimentos com glúten até estabelecer uma quantidade menor que a habitual para manter a perda de peso e um melhor equilíbrio alimentar. Ao longo do dia, beba 1 litro de água. "O restante de líquido pode vir dos alimentos, daí a importância dos legumes, das verduras e das frutas", diz Gisela. O cardápio também prioriza alimentos funcionais (orgânicos, sempre que possível) para que o processo de desinflamação aconteça por completo. Pela mesma razão, a nutricionista sugere trocar o leite de vaca pelo de ovelha e o queijo comum pelo de búfala. A biomassa de banana verde é opcional, mas você tem ótimos motivos para experimentar (veja como fazer em O Poder da Biomassa). 

Quem deve, quem pode 
Nem todos os nutricionistas gostam da ideia de retirar o glúten do cardápio. No final de 2011, o Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região (CRN-3) considerou que essa prática havia se disseminado de forma indiscriminada. Lançou, então, um parecer técnico orientando seus profissionais a adotar a medida apenas em determinados casos, como doença celíaca e diagnóstico clínico de sensibilidade ao glúten, que só caberia ao médico. "Mais importante do que cortar o glúten, é melhorar a qualidade das calorias ingeridas e, se for preciso perder peso, reduzir a quantidade", diz Patricia Cruz, nutricionista do Departamento de Nutrição da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). A dieta que BOA FORMA sugere atende a essa necessidade e tem o aval do cardiologista Roque Marcos Savioli, médico supervisor da Divisão Clínica do Instituto do Coração (Incor), do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Além disso, propõe que você siga o cardápio por apenas dez dias. 


Perca peso e ganhe pique 
Este cardápio de 1200 calorias tem pão e até macarrão (sem glúten, claro!). Desincha, desinflama e emagrece 3 quilos (ou mais!) em dez dias. Faça o teste! 

Café da manhã 
opção 1: Suco verde: 4 folhas de couve e 2 maçãs pequenas com casca passadas na centrífuga (se usar o liquidificador, acrescente um pouco de água) e batidas com 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 fatia de bolo de cacau sem farinha + Café (ou chá) com adoçante à base de stévia (opcional) 

opção 2: Suco verde: 4 folhas de couve, 2 cenouras com casca passadas na centrífuga (se usar o liquidificador, acrescente um pouco de água) e batidas com 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 copo (200 ml) de leite de arroz batido com café (ou cacau em pó) + 1 ovo mexido com 1 col. (café) de óleo de coco 

opção 3: Suco verde: 2 folhas de couve batidas com 1 kiwi, 1 maçã verde com casca, 1 pepino com casca, 1 copo (200 ml) de água de coco e 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 xíc. de chá de camomila + 1 falso pão de queijo com 1 fatia de mussarela de búfala (ou queijo de ovelha) 

opção 4: Suco verde: 2 folhas de couve batidas com 1 pepino com casca, 1 pedaço (2 cm) de gengibre, 1 copo (200 ml) de água de coco e 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 5 biscoitos de arroz com 2 col. (sopa) de homus (pasta de grão-de-bico com tahine) + Café (ou chá) com adoçante (opcional) 

opção 5: Suco verde: 2 folhas de couve batidas com 1 fatia de abacaxi, 1 pedaço (2 cm) de gengibre, 1 punhado de hortelã, 1 copo (200 ml) de água e 1 col. (sopa) de biomassa de banana verde + 1 tapioca com 2 fatias de mussarela de búfala, 1 fio de azeite e orégano + Chá-verde com adoçante à base de stévia (opcional) 

Lanche da manhã 
opção 1: 1 fatia de melão com 1 col. (sopa) de amaranto (ou quinua em flocos) + 1 castanha-do-pará 

opção 2: 1 fatia de melancia + 1 castanha-do-pará 

opção 3: 1 pote de iogurte natural + desnatado com frutas vermelhas 

opção 4: 1/2 papaia 

opção 5: Fruta (1 goiaba, 1 maçã, 1 fatia de melancia) + 2 amêndoas + 2 macadâmias 

Almoço 
opção 1: 4 col. (sopa) de salada de legumes com tofu em cubos temperada com 1 col. (chá) de azeite extravirgem e 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 3 col. (sopa) de arroz integral polvilhado com cúrcuma + 2 col. (sopa) de feijão carioca (ou azuki) + 2 col. (sopa) de batata-doce (ou batata yacon) sautée + 1 filé pequeno (80 g) de frango grelhado 

opção 2: 1 prato (sobremesa) de salada de alface crespa, rúcula e rabanete ralado temperada com 1 col. (chá) de azeite extravirgem e 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 3 col. (sopa) de arroz integral polvilhado com gergelim (opcional) + 2 col. (sopa) de feijão-preto + 2 col. (de servir) de espinafre refogado com alho, cebola e um fio de azeiteextra virgem + 1 filé pequeno (80 g) de carne magra (patinho, coxão-mole) grelhada 

opção 3: 1 prato (sobremesa) de salada de alface, escarola, agrião e cenoura ralada temperada com 1 col. (chá) de azeite extravirgem, 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 3 col. (sopa) de quinua refogada + 1 col. (de servir) de vagem e cenoura refogadas + 1 col. (de servir) de sardinha assada com pimentões. 

opção 4: 1 prato (sobremesa) de salada de manjericão fresco e tomate picado sem sementes temperada com 1 col. (chá) de azeite extra virgem, 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 1 porção (250 g) de macarrão de arroz com brócolis + 1 filé pequeno (80 g) de carne magra grelhada 

opção 5: 1 prato (sobremesa) de salada de alface americana, rúcula, tomate-cereja e pepino temperada com 1 col. (chá) de azeite extravirgem e 1 col. (sobremesa) de aceto balsâmico e pouco sal + 2 col. (sopa) de arroz integral polvilhado com gergelim (opcional) + 1 col. (sopa) de lentilha + 5 buquês de brócolis cozidos no vapor + 1 filé médio (100 g) de peixe assado 

Lanche da tarde 
opção 1: 1 fatia média de melancia + 1 castanha-do-pará 

opção 2: 1 banana amassada com 1 col. (café) de coco ralado e canela 

opção 3: 4 biscoitos de polvilho (sem gordura trans) 

opção 4: 2 lascas (20 g) de coco fresco (ou seco) 

opção 5: 4 biscoitos doces sem glúten + Café (ou chá) com adoçante (opcional) 

Jantar 
opção 1: 1 prato (sobremesa) de salada de grão-de-bico com molho de iogurte + 2 col. (de servir) de brócolis cozido no vapor + 1 filé médio (100 g) de peixe grelhado 

opção 2: 1 prato (fundo) de sopa de couve-flor com cardamomo + 1 fatia de pão sem glúten 

opção 3: 1 prato (fundo) de sopa de abobrinha com curry servida com 1 peito de frango cozido e desfiado 

opção 4: 1 prato (fundo) de sopa de abóbora com gengibre batida com 2 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 prato (sobremesa) de couve-flor e cenoura refogadas com allho, cebola e 1 fio de azeite extravirgem 

opção 5: 1 prato (fundo) de sopa de mandioquinha e cenoura batida com 2 col. (sopa) de biomassa de banana verde (opcional) + 1 prato (sobremesa) de salada de chuchu com cebola 

Ceia 
opção 1: 1 maçã cozida com canela 

opção 2: 1 porção de frutas (2 kiwis, 1 pera) 

opção 3: 1 copo (200 ml) de suco de maracujá 

opção 4: 1 maçã cozida com cravo e canela 

opção 5: 2 amêndoas + 2 castanhas-do-pará


Compra permitida: confira os produtos sem glúten disponíveis no mercado, que você pode consumir na dieta.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Doença celíaca não tem cura, mas pode ser controlada com alimentação


Diarreia  crônica, perda de peso e anemia podem ser alguns sintomas da doença celíaca, que acontece quando o organismo apresenta intolerância ao glúten, o que significa não poder ingerir alimentos como pães, bolos, pizza, cerveja, macarrão, entre outros. A nutricionista Flávia Ribeiro, do Hospital Daher, explica que, por ser uma doença de origem genética, não há como prevenir. “Os indivíduos predisposto já nascem com essa alteração no organismo”, afirma.  Em alguns casos, a pessoa só desenvolve a intolerância na vida adulta.
A doença ainda não tem cura, mas pode ser controlada através de uma dieta restrita, excluindo alguns alimentos que contém glúten, como aveia, trigo, cevada e centeio. “A restrição absoluta de glúten é difícil ou mesmo impossível de manter, devido à diversidade de alimentos ricos em glúten disponíveis nos mercados. Por isso é importante sempre observar bem os rótulos dos alimentos e substituí-los por derivados de milho, batatas, arroz, soja, tapioca, entre outros”, sugere Flávia. “Assim é possível evitar os incômodos da doença e viver uma vida normal”.  Muitas vezes um alimento que foi preparado em uma mesma máquina ou forno que outro que continha glúten pode se “contaminar” e fazer mal para o paciente.
O tratamento consiste em uma alimentação indicada por um nutricionista, pois somente uma dieta isenta de glúten favorece o bem estar ao paciente.  Ter de viver com restrições alimentares  é mesmo muito complicado, afinal, isso significa se privar de alimentos saborosos durante toda a vida.  Na prática, quem tem essa doença deve  ficar atento aos alimentos  ingeridos  e optar por uma dieta equilibrada no dia a dia.
A nutricionista lista alguns produtos que são permitidos aos portadores da doença celíaca: biscoitos e bolos à base de tapioca, fécula de batata, polvilho doce e azedo, milho e maisena; frutas e verduras à vontade; arroz branco e integral; farinha de mandioca; leite fermentado/iogurte/coalhada, queijo, manteiga e creme de leite; ovos; peixes gordos: salmão, atum, sardinha, cavala; gelatina, pudim de arroz, sagu ou maisena, geleia  de mocotó, geleia  de frutas, goiabada, bananada, marmelada; azeite de oliva extra-virgem, óleo de canola, milho, soja ou girassol; soja e derivados: leite, tofu, proteína vegetal texturizada; sucos de frutas, chás claros, cacau.
Fonte: Bolsa de Mulher