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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Carreira: Reputação Corporativa

Atitudes éticas dentro da empresa fazem toda diferença quando o assunto é reputação corporativa. Ações simples que estão atreladas, muitas vezes, ao bom senso dão o tom aos relacionamentos e às oportunidades de crescimento.

O que todos procuram e esperam trabalhando dentro de uma organização é reconhecimento e resultados, porém, muitos se esquecem de que existe um tempo hábil de adaptação e evolução e passam a explorar de forma imatura a empresa em que se trabalha.

Para Fernando Montero Capella, diretor da Capella RH, a reputação está diretamente atrelada ao avanço da carreira. “Ela diz respeito ao quanto o profissional é respeitado e goza de prestígio dentro da empresa. É também um forte indicador de como anda a imagem do profissional e se ele está sendo assertivo em seus posicionamentos, e se tem conseguido manter-se íntegro na defesa dos princípios e valores de sua organização”, afirma Capella.
Ainda segundo José Carlos Ignácio, diretor da consultoria empresarial JCI Acquisition, uma reputação de renome está relacionada a sucesso, boa gestão de pessoas no tocante à formação e treinamento e capacidade de gerar resultados e mudanças. “O profissional com uma experiência bem sucedida dentro de uma organização gera a expectativa de ter capacidade de sobra para agregar valores quando for atuar em uma nova empresa”, explica o Ignácio.

Outro fator que interfere na reputação é a falta de motivação e a dificuldade de relacionamento com as outras pessoas, estas são as piores características para se superar obstáculos na empresa.
De acordo com Fernando, algumas atitudes podem ir mais longe, por exemplo, disciplinar alguém a não pedir uma nota fiscal de valor superior ao que consumiu num restaurante, durante um almoço de negócios com cliente. “Já imaginou se alguém que pratica isto é pego em algum momento despercebidamente, ou pelo próprio cliente que o entrega a alguém da empresa, por considerar tal conduta antiética em sua própria organização?”, enfatiza.

Sendo assim, para manter uma reputação corporativa positiva trabalhe com sinceridade e franqueza, seja para confirmar uma gafe ou para um pedido de desculpas, ser transparente garante a confiança de todos.
“Engajamento com os valores da empresa e capacidade de liderança, principalmente para impedir que a equipe abata-se com as frustrações é outro fator importante”, finaliza José Carlos.

Fonte: Portal Catho

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Carreira: 6 passos para estimular a Autoliderança


Um problema enfrentado pelas organizações atualmente é a falta de engajamento dos profissionais, proveniente da ausência de expectativas positivas que muitos deles sentem em relação a suas carreiras. Essa insegurança reflete na realidade encontrada nas empresas: vários profissionais com talento, habilidade e boas oportunidades, e entre eles líderes, estão bem longe de onde poderiam estar principalmente por não terem autoconhecimento e autoliderança.


“Quem é capaz de auto liderar-se ultrapassou isso e por ter uma visão de longo prazo e foco em sua carreira, disciplina-se e engaja-se com facilidade. É claro que a empresa também tem um papel fundamental na construção de um ambiente que valorize esse profissional e permita que ele cresça e se desenvolva”, afirma Alexandre Prates, especialista em liderança e desenvolvimento humano.

A principal característica deste colaborador é a capacidade de assumir a responsabilidade por sua vida e carreira. Ele não terceiriza os erros, acumulando desculpas para justificar a sua incompetência. Essa pessoa sabe agir tendo a certeza de que é a protagonista da sua trajetória. Outro fator importante é a sua naturalidade para comprometer-se com as corporações, afinal ela já é comprometida primeiro com a própria carreira. Esse profissional sabe que o verdadeiro reconhecimento é aquele que vem dos resultados de suas ações e não em palavras vazias ou premiações padronizadas.

É fácil identificar quem autolidera


No geral, os demais colaboradores veem este indivíduo como um exemplo a ser seguido, pois ele lida com todo mundo com transparência e as pessoas reconhecem suas qualidades.
“Na prática, temos visto que isto acaba sendo muito mais motivo de orgulho, respeito e admiração do que de conflitos, especialmente para aqueles que compreendem que o caminho do autoconhecimento, melhoria contínua e mudança, costumam ser vias essenciais para se atingir uma carreira sólida”, observa Fernando Montero Capella, diretor da Capella RH.
Entretanto, a autoliderança tanto pode servir de exemplo para outros profissionais como ser também motivo de desavenças e inveja.  É possível que uma minoria de pessoas, que ainda necessite de chefes para dizer o que fazer e como fazer, encontre dificuldade com essa postura, inclusive porque algumas culturas organizacionais ainda não estão preparadas para recebê-la.
“Por se tratar de um profissional que se destaca, isto causa certo desconforto nos outros. Mas é fácil de contornar a situação, dependendo da maneira que ele se relaciona com seus colegas, ou seja, sua atitude, sua fala, seu modo de tratar as pessoas e como ele se relaciona nos níveis mais elevados (gerência, presidência, etc.), ele poderá realmente ser visto como um empregado diferenciado e referenciado pelos próprios colegas. As pessoas aceitam muito bem quem as trata com respeito e consideração, mas rejeitam com muita veemência se ocorre o contrário”, garante o sócio-diretor da Kaminarh Consulting, Fernando Camilo.


Pratique sua autoliderança

Os consultores Alexandre Prates, Fernando Camilo e Fernando Montero indicaram 6 passos fundamentais para ajudar você a estimular sua autoliderança:
1. Assuma a responsabilidade: compreenda que você é o único responsável pela sua vida e carreira;
2. Busque o autoconhecimento: você jamais se tornará líder de si mesmo se não souber, de fato, o que o motiva, o que o sabota, o que dispara as suas emoções e principalmente, quais valores o movem;
3. Suporte os julgamentos: tornar-se líder de si mesmo traz muitos ganhos, mas também perdas. Uma delas é ser julgado por ter uma postura diferente dos demais e não contentar-se a com a mediocridade. Logo, confiar no que está fazendo e ultrapassar a barreira dos julgamentos torna-se fundamental;
4. Conheça o lugar onde trabalha: procure enxergar qual é a visão de futuro de sua empresa, pois este é o sonho da organização e de seus fundadores. Tente alinhar seu projeto de vida profissional/carreira a essa visão – esta atitude ajudará você a direcionar melhor sua energia na consecução de seus objetivos e metas esperados pela empresa e trabalhar sua melhoria contínua como pessoa;
5. Conheça seus colegas de trabalho: desenvolva sua autoestima e estabeleça relações de confiança dentro da organização, isto ajudará você a aumentar sua energia emocional e sua empatia;
6. E se você já é um líder: entregue pequenos projetos para aqueles profissionais que você deseja desenvolver a autoliderança, acompanhe os resultados, critique, oriente se houver desvio do objetivo, mas sem esquecer-se de elogiar e recompensar o sucesso da empreitada. As pessoas são capazes. Às vezes, são os líderes que inibem os profissionais a atuarem mais livremente, mais confiantes em si mesmos, e, por vezes, podem estar perdendo excelentes oportunidades de desenvolvimento de sua equipe.


Fonte: Portal Catho

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Carreira: Síndrome de Burnout


Muitos profissionais encontram-se em estágios agudos de estresse e passam a perder o interesse no próprio trabalho e no relacionamento interpessoal. Algumas pessoas confundem estresse com cansaço, e passam a rotular qualquer fadiga com estresse, o nível mais alto é quando o profissional perde as condições de interagir e foco no trabalho – em alguns casos, os indícios podem ser a Síndrome de Burnout.


A Síndrome de Burnout também pode ser chamada de Síndrome de Esgotamento Profissional. Ela é caracterizada por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e sociais que são desencadeados e reforçados pela ausência de satisfação e percepção subjetiva de sobrecarga presente em profissões em que o contato interpessoal é intenso.
Segundo a psicóloga Ana Lúcia Silva, do Serviço de Psicologia do Hospital Israelita Albert Einstein, a característica principal para se constatar a Síndrome é quando o profissional sente-se sobrecarregado por tarefas simples de sua rotina de trabalho e apresenta queixas físicas como dores e mal estar, assim como, queixas emocionais como tristeza, agitação, sentimento de incapacidade. “Também é comum o isolamento social, mas uma característica marcante é um ‘quê’ de ironia, sarcasmo e descrença no trato com colegas e usuários do serviço em que trabalham”, explica a psicóloga.

A causa mais comum para este tipo de manifestação é a falta de equilíbrio entre o profissional e o pessoal. Para Adriana de Araújo, psicóloga e idealizadora da consultoria Desenvolvimento de Excelência, a causa vem do excesso de horas de trabalho, falta de tempo para outras áreas da vida, desorganização pessoal, falta de conhecimento dos próprios limites, dificuldade em negar uma demanda de trabalho, e incapacidade de perceber as consequências das ações em desarmonia antes que essas se tornem problemas maiores. “Pessoas com a Síndrome normalmente sente-se injustiçadas e pouco valorizadas no que fizeram profissionalmente. De fato, fazem além da conta e nem sempre a empresa percebe ou pode ser conivente com esse tipo de ação. É comum perceber que são pessoas muito responsáveis, dedicadas e antes apaixonadas pelo que faziam”, ressalta Adriana.
Ainda segundo Ana Lúcia, um dos aspectos que parecem ser determinantes para desencadear a Síndrome de Burnout é a realização profissional. “Profissionais que experimentam muita frustração em relação ao desempenho de suas tarefas ou tem alto grau de expectativa quanto a gratificação, seja financeira ou não, são mais suscetíveis à doença”, enfatiza a psicóloga.


Burnout : Tratamento e o apoio da organização


O tratamento sintomático das queixas físicas e a psicoterapia para tratar as questões e conflitos emocionais são essenciais no início do quadro. “ Vale lembrar que esta é uma doença incapacitante e quando instalada exige que o profissional seja deslocado de sua função”, destaca Ana Lúcia.
Para Adriana, a busca pelo autoconhecimento deve ser diária, assim como, aprender a se comunicar com outros de forma saudável. “As empresas devem contribuir com o bom senso, existem resultados inatingíveis, metas inviáveis sem perceber que ao invés de motivar com esse tipo de comportamento destroem a autoestima do funcionário e massacram sua mente”, realça a psicóloga.
“A pessoa precisa encontrar sua motivação pessoal para desempenhar suas atividades e reconhecer suas angustias frente aos conflitos de seu exercício profissional. Fazer escolhas e assumir a responsabilidade pelo gerenciamento da própria carreira é essencial”, aborda Ana Lúcia.
Cada vez mais as empresas têm oferecido benefícios que favorecem a qualidade de vida e estimulam o engajamento de seus funcionários em ações sociais. Este tipo de programa auxilia a pessoa a obter outras fontes de satisfação que não só a atividade profissional. “Os planos de carreira que permitem que ao longo do tempo os profissionais passem a desenvolver atividades diferenciadas, também são um exemplo de ação protetora contra a Síndrome de Burnout”, finaliza Ana Lúcia.


Fonte: Portal Catho

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Moda: Dicas de aplicativos para vestir-se adequadamente


Você é daqueles que leva algum tempo na frente do guarda-roupa para decidir o que vestir? Não sabe combinar as peças que são ideais para trabalhar, mas quer causar uma boa impressão?

Quanto maior a importância que uma aparência bem cuidada ganha no ambiente de trabalho, maior é o risco em relação à inadequação. A sua roupa pode ser a mais bonita de todas, a mais moderna, mas, antes de tudo, ela tem que ser a mais adequada ao lugar que você irá.

O Carreira & Sucesso separou três aplicativos que poderão resolver os seus problemas:
Cool Guy - em português, gratuito, disponível para Android e iOS
Quem disse que só mulher precisa de uma ajudazinha para organizar o guarda-roupa? Tire fotos de todas as suas peças, faça o upload delas no aplicativo e tenha o armário disponível na palma da mão. O Cool Guy ajuda a fazer as combinações e ainda tem um espaço para peças que você ainda não tem e deseja comprar.

Ask a stylist – em inglês, gratuito, disponível para iOS
Criatividade não falta, mas o problema é que você não sabe se aquela combinação de roupa para trabalhar ficou boa de verdade. O Ask a Stylist pode ajudar, você tira uma foto, faz o upload da imagem junto com sua pergunta e a resposta do estilista chega em, no máximo, 15 minutos. Você pode escolher para qual estilista quer mandar a sua dúvida.

Guarda-Roupa – em português, gratuito, disponível para iOS

É uma ferramenta que mostra todas as combinações em roupas e acessórios para aquela situação e clima. E, melhor, ainda informa onde e quantas vezes suas peças foram usadas. O aplicativo gerencia todo seu acervo de roupas e acessórios e otimiza seu tempo, sendo uma excelente forma de economizarmos na compra e escolha das peças. Ele também informa quais peças não usadas há tempos, dá dicas sobre como usá-las e por aí vai.


Fonte: Portal Catho

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Carreira: Bom uso das mídias sociais exige presença do líder


Todos nós sabemos que o uso das mídias sociais é inevitável e, até mesmo, algo inconcebível para ser proibido já que a presença dos smartphones e tablets está cada vez mais comum nos ambientes de trabalho. Neste contexto, como os líderes estão administrando corretamente o uso destas mídias?

Primeiramente, para que exista um diálogo entre líder e equipe é imprescindível à liderança compreender a importância das redes sociais, os impactos para a empresa e, consequentemente, para a equipe. “Quando o líder conseguir transmitir esses conceitos à sua equipe, desenvolvendo habilidades específicas para que utilizem a rede com eficácia, elas se tornam ferramentas poderosas de comunicação e desempenho, e não uma brincadeira ou uma simples perda de produtividade ou foco, como muitos líderes acreditam”, explica Eduardo Carmello, Diretor da Entheusiasmos e um dos cinco mais requisitados palestrantes sobre gestão de pessoas segundo o Top of Mind  de RH.

Torna-se fundamental para o gestor aprender melhor e de forma mais profunda as reais oportunidades que as redes sociais apresentam. Após isso, ele deve incentivar e treinar sua equipe para que possam explorar as redes como uma forma de ajudar seus clientes de maneira mais efetiva, promover sua marca e conseguir obter conhecimentos estratégicos e operacionais para o crescimento e alcance de seus objetivos. Proibir o uso das redes é não ouvir os próprios colaboradores, o líder precisa ir além daquele real amontoado de informações irrelevantes, ajudando a equipe a aprender a selecionar e captar os conhecimentos que são fundamentais para o negócio e para o desenvolvimento pessoal.
“O líder, ao se tornar um expert nas redes sociais, pode servir de orientação e exemplo sobre como obter melhores índices de eficácia e produtividade através das mídias sociais.” enfatiza Carmello.

Redes sociais a favor da empresa


Além do foco na equipe, quem lidera deve saber exatamente o que quer realizar com sua marca dentro de uma rede social, ou seja, entender que ficar fora da internet ou ser sensível a críticas é um dos maiores erros de se trabalhar nesse mercado. “As pessoas vão falar da marca, vão criticar, vão elogiar, vão sugerir mudanças, vão falar que foram mal atendidas no SAC ou no ponto de venda e a empresa deve estar preparada para tudo atender a demanda”, explica Felipe Morais, Diretor de Novas Mídias da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).
Felipe Morais compartilha algumas dicas para o líder administrar de maneira eficiente à equipe e o uso das redes sociais:

  • Ouça seus funcionários. Eles estão no dia-a-dia monitorando o que as pessoas falam;
  • Dê liberdade para os funcionários resolverem os pequenos problemas;
  • Incentive a troca de experiências entre os departamentos para a resolução de problemas;
  • Ensine para sua equipe que redes sociais são relacionamentos;
  • Peça monitoramento e análises da equipe. Veja o que eles têm a dizer sobre o que está acontecendo e tome decisão em conjunto;
  • Não bloqueie o acesso às redes pessoais, pois os profissionais podem e devem usar para pesquisas as páginas de outras empresas. Mas, se estiver atrapalhando o trabalho, deixe claro o propósito do acesso.




quarta-feira, 24 de abril de 2013

Carreira: As vantagens do Home Office


Se você quer, precicou ou optou por um home office primeiramente deve escolher um que tenha o seu estilo e se adapte ao tipo de atividade que você exerce.

Uma prática que vem crescendo e tornando-se diferencial nas empresas é o uso do home office como possibilidade de trabalho. Esta proposta simples oferece flexibilidade, praticidade e custos menores para as corporações. Para trabalhar em home office é necessário ser disciplinado, dedicado e organizado. Quem consegue administrar estas três características terá uma produtividade positiva.


Para Otávio Ventura, diretor da Your Office, empresa que disponibiliza salas executivas para locação, “o home office é uma exigência dos tempos modernos, e se torna cada vez mais comum como forma de contratação de serviços no Brasil. As vantagens são da formalização e valorização da atividade, garantias dos direitos do trabalhador, redução de custos, aumento das margens de lucro e da competitividade. Além disso, o trabalho em casa gera uma melhor qualidade de vida do funcionário que, consequentemente, garante mais disposição, resultados e o fim da locomoção entre trabalho e residência”.
A empresa que investe nesta prática pode economizar, segundo dados da Euromonitor International, até 2 mil dólares por ano para cada empregado que não ocupa o espaço físico. “O fato de poder trabalhar em casa com comodidade, sem passar pelo estresse diário do trânsito ou transporte público, é um grande atrativo para o colaborador. E também por se tratar de um sistema de fácil operação e simples de se administrar é uma possibilidade para empresas que queiram economizar no cenário econômico atual”, explica Ventura.

Outra vantagem é o fato de ajudar o meio ambiente para André Magro, gerente da área de expertise Hays Human Resources, “não são somente as indústrias que alteram o meio ambiente, nos escritórios existe o gasto de papel com impressões desnecessárias, bem como o gasto de energia elétrica, e com o home office este fatores diminuem”.
No Brasil, atualmente, 1,2% das empresas já adotam o sistema de trabalho home office. Para que este número aumente é fundamental o apoio do RH com a criação de uma logística para que esse novo método de trabalho seja eficiente e produtivo. “Neste intuito, a atuação das gerências e chefias diretas é fundamental, no sentido de cobrar resultados dos colaboradores ao invés de uma simples frequência, o que é muito melhor”, explica Ventura.

Visão nas empresas

Grandes corporações estão aderindo ao home office incentivando, cada vez mais, a prática, “a IBM, por exemplo, tem 25% do seu efetivo trabalhando em casa”, conta Ventura.
Empresas que querem se destacar no mercado estão oferecendo este benefício para serem mais atrativas, juntamente com o RH estão montando programas de home office com foco nos resultados,“ muitas vezes o profissional é mais produtivo em horários diferenciados e, com isso, as empresas estão mudando o plano de gestão para verificar os  resultados dos colaboradores nestes períodos. Ou seja, fica mais fácil gerenciar se o funcionário está comprometido quando ele entrega maiores números dentro do prazo, independente da hora em que foi feito, esse é um ponto importante do home office, a liberdade de ação,” explica André.

Como cada profissional possui um perfil é necessário medir o nível de performance ao longo do programa de home office, para que seja realizado treinamentos para administração do tempo e tarefas, evitando um futuro desentendimento entre empresa e colaborador.



Abaixo mais algumas inspirações...