Fique bela todos os dias, o dia todo!

Fique bela todos os dias, o dia todo!
Mostrando postagens com marcador competência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador competência. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Carreira: 6 passos para estimular a Autoliderança


Um problema enfrentado pelas organizações atualmente é a falta de engajamento dos profissionais, proveniente da ausência de expectativas positivas que muitos deles sentem em relação a suas carreiras. Essa insegurança reflete na realidade encontrada nas empresas: vários profissionais com talento, habilidade e boas oportunidades, e entre eles líderes, estão bem longe de onde poderiam estar principalmente por não terem autoconhecimento e autoliderança.


“Quem é capaz de auto liderar-se ultrapassou isso e por ter uma visão de longo prazo e foco em sua carreira, disciplina-se e engaja-se com facilidade. É claro que a empresa também tem um papel fundamental na construção de um ambiente que valorize esse profissional e permita que ele cresça e se desenvolva”, afirma Alexandre Prates, especialista em liderança e desenvolvimento humano.

A principal característica deste colaborador é a capacidade de assumir a responsabilidade por sua vida e carreira. Ele não terceiriza os erros, acumulando desculpas para justificar a sua incompetência. Essa pessoa sabe agir tendo a certeza de que é a protagonista da sua trajetória. Outro fator importante é a sua naturalidade para comprometer-se com as corporações, afinal ela já é comprometida primeiro com a própria carreira. Esse profissional sabe que o verdadeiro reconhecimento é aquele que vem dos resultados de suas ações e não em palavras vazias ou premiações padronizadas.

É fácil identificar quem autolidera


No geral, os demais colaboradores veem este indivíduo como um exemplo a ser seguido, pois ele lida com todo mundo com transparência e as pessoas reconhecem suas qualidades.
“Na prática, temos visto que isto acaba sendo muito mais motivo de orgulho, respeito e admiração do que de conflitos, especialmente para aqueles que compreendem que o caminho do autoconhecimento, melhoria contínua e mudança, costumam ser vias essenciais para se atingir uma carreira sólida”, observa Fernando Montero Capella, diretor da Capella RH.
Entretanto, a autoliderança tanto pode servir de exemplo para outros profissionais como ser também motivo de desavenças e inveja.  É possível que uma minoria de pessoas, que ainda necessite de chefes para dizer o que fazer e como fazer, encontre dificuldade com essa postura, inclusive porque algumas culturas organizacionais ainda não estão preparadas para recebê-la.
“Por se tratar de um profissional que se destaca, isto causa certo desconforto nos outros. Mas é fácil de contornar a situação, dependendo da maneira que ele se relaciona com seus colegas, ou seja, sua atitude, sua fala, seu modo de tratar as pessoas e como ele se relaciona nos níveis mais elevados (gerência, presidência, etc.), ele poderá realmente ser visto como um empregado diferenciado e referenciado pelos próprios colegas. As pessoas aceitam muito bem quem as trata com respeito e consideração, mas rejeitam com muita veemência se ocorre o contrário”, garante o sócio-diretor da Kaminarh Consulting, Fernando Camilo.


Pratique sua autoliderança

Os consultores Alexandre Prates, Fernando Camilo e Fernando Montero indicaram 6 passos fundamentais para ajudar você a estimular sua autoliderança:
1. Assuma a responsabilidade: compreenda que você é o único responsável pela sua vida e carreira;
2. Busque o autoconhecimento: você jamais se tornará líder de si mesmo se não souber, de fato, o que o motiva, o que o sabota, o que dispara as suas emoções e principalmente, quais valores o movem;
3. Suporte os julgamentos: tornar-se líder de si mesmo traz muitos ganhos, mas também perdas. Uma delas é ser julgado por ter uma postura diferente dos demais e não contentar-se a com a mediocridade. Logo, confiar no que está fazendo e ultrapassar a barreira dos julgamentos torna-se fundamental;
4. Conheça o lugar onde trabalha: procure enxergar qual é a visão de futuro de sua empresa, pois este é o sonho da organização e de seus fundadores. Tente alinhar seu projeto de vida profissional/carreira a essa visão – esta atitude ajudará você a direcionar melhor sua energia na consecução de seus objetivos e metas esperados pela empresa e trabalhar sua melhoria contínua como pessoa;
5. Conheça seus colegas de trabalho: desenvolva sua autoestima e estabeleça relações de confiança dentro da organização, isto ajudará você a aumentar sua energia emocional e sua empatia;
6. E se você já é um líder: entregue pequenos projetos para aqueles profissionais que você deseja desenvolver a autoliderança, acompanhe os resultados, critique, oriente se houver desvio do objetivo, mas sem esquecer-se de elogiar e recompensar o sucesso da empreitada. As pessoas são capazes. Às vezes, são os líderes que inibem os profissionais a atuarem mais livremente, mais confiantes em si mesmos, e, por vezes, podem estar perdendo excelentes oportunidades de desenvolvimento de sua equipe.


Fonte: Portal Catho

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Carreira: InfoTrends traz tendências da cultura digital


O evento realizado pela revista INFO apresentou as novidades em inovação, tecnologia e cybercultura. Com o intuito de integrar protagonistas do marketing digital e debater a mudanças no cenário da comunicação, o INFOtrends foi realizado no WTC Tower, em São Paulo.

Na primeira apresentação do dia Hugo Barra, vice-presidente mundial do Google, mostrou diversas novidades como o tão falado Google Glass e o tipo de tecnologia que esse dispositivo pode executar. Além do Glass, o Pebble, o smartwatch do Google, também foi exibido pelo vice-presidente. “O mundo passará por uma inevitável reinvenção de processos”, afirmou Barra.
O representante do Google também exibiu uma engenhosa ideia de disseminar o acesso à internet para a população que sofre com a exclusão digital. O Project Loon são balões que ficam a 20 quilômetros da superfície terrestre (estratosfera),  e que podem oferecer conexão à bilhões de pessoas que não possuem acessibilidade à web. Os balões tem cerca de 15 metros de diâmetro, e são movidos a energia solar.

Ainda na parte da manhã, Erica Smith, vice-presidente da Amnet, palestrou sobre como a tecnologia reinventa a compra de mídia – canalizar informações de usuários da internet e oferecer produtos e serviços individualizados. Na sequência, Gerd Leonhard, CEO da Futures Agency, abordou o futuro da mídia, da TV e da publicidade em uma sociedade conectada. ”O Big Data é um dos diferencias para a mídia do futuro”, apontou Leonhard.
Para finalizar o período diurno, a dupla Donald Chesnut e Marcelo Tripli, CEOs da Sapiente Nitro, mostraram que empresas como Adidas, Coca-Cola e Disney estão realizando ações de marketing que convergem o físico com o digital. “O conceito de melhorar a vida do consumidor é mais eficiente do que a preocupação com a comunicação”, opinou Tripli.

Debate no INFOtrends


As oportunidades no meio digital que surgem com as mudanças de comportamento do consumidor foi o destaque da tarde, e teve como tema “Segunda Tela e Audiência”. Participaram do debate Guilherme Ribenboim, diretor-geral do Twitter, Vinícius Andrade Pereira, diretor do ESPM Media Lab, Fábia Juliasz, diretora executiva de novos negócios do Grupo Ibope, Flávio Ferrari, sócio do Qual Canal e Martha Gabriel, diretora de tecnologia da New Media Developers. “Claramente a TV e o Twitter está sendo usados mutuamente. Só no jogo da final da Copa das Confederações mais de 3 milhões de tuítes foram feitos”, comentou o diretor do Twitter.

Após o debate, o evento contou com a apresentação de cases de agências que desenvolveram ideias para marcas consagradas como Fila, com a plataforma FilaBeat, Guaraná e sua fan page com mais de 10 milhões de seguidores, e Dove, apresentando a campanha “Retratos da Real Beleza”. Segundo Hugo Veiga, da Ogilvy Brasil, agência responsável pela campanha da Dove, a marca queria provar que quem mais sabota a beleza feminina são as próprias mulheres.


Fonte: Portal Catho

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Carreira: 9 maneiras de mostrar o seu valor à empresa


A competitividade tornou-se uma das palavras mais fortes do meio organizacional, e não é para menos. Atualmente, até mesmo com a grande influência de expatriados que estão retornando ao país por conta do cenário atrativo, os brasileiros estão percebendo a importância de atualizar as suas estratégias para lidar com a concorrência que está cada vez mais bem preparada.


Por isso, no dia a dia, cada colaborador procura o seu espaço na empresa em que atua e isso, por sua vez, significa mostrar o talento que possui e a contribuição que é possível dar ao negócio. Afinal, diante de tantos processos inovadores, é preciso estar sempre à frente para garantir a empregabilidade.
Segundo o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio, no Brasil existe uma grande dificuldade em lidar com o sucesso próprio e dos outros. Consequentemente, há preconceito/inibição em se falar de vitórias e conquistas. Portanto, ele concorda que é necessário tomar cuidado na hora de mostrar que é bom no que faz.
“É importante valorizar-se e demonstrar isso na medida certa, sem transparecer arrogância e mantendo a prioridade nos interesses da empresa. A positividade do profissional reflete autoconfiança, autoestima e segurança, características essenciais inclusive para escolha de lideranças”, explica Ignácio.

Ainda não sabe como fazer? Confira abaixo algumas maneiras indicadas pelo diretor executivo da SLA Coaching, Mike Martins, de revelar seu valor para a organização, respeitando logicamente a ética diante dos seus pares:

1. Respeite a diversidade - Entender, aceitar e ser sensível às diferenças individuais. Tratar todas as pessoas igualmente, independentemente do gênero, raça, credo, origem, status ou função. As pessoas que apresentam esta competência são abertas e tratam os outros com justiça e dignidade.

2. Seja íntegro - Mantenha um alto padrão de justiça e ética nas palavras e ações do dia a dia. Comporte-se de modo ético e honesto ao lidar com a gerência, colegas, clientes e pessoas que seja do seu convívio direto, é importante dar tratamento igual para todos.

3. Apoie o desenvolvimento dos outros – Forneça feedback aos demais para encorajar e inspirar o desenvolvimento das competências relacionadas ao trabalho e crescimento da carreira em longo prazo.

4. Saiba planejar e organizar muito bem Faça isso de uma forma eficaz e de acordo com as necessidades organizacionais, através da definição de metas e previsão das necessidades e prioridades das pessoas.

5. Comunique-se de forma clara - Dentro e fora da empresa. As pessoas que apresentam esta competência conseguem uma solução mais acertada e são empáticas. Elas são hábeis em articular claramente seus pensamentos e ideias, apresentam as informações de um modo direto e lógico e asseguram-se de que sejam compreendidos. Elas compartilham informações com outros que irão aperfeiçoar o progresso geral do trabalho.

6. Renove seu capital de Inovação – Facilite o encontro de soluções novas e criativas que resultarão em melhor desempenho, melhores resultados, produtividade mais elevada, etc. Questione as coisas que foram feitas no passado e tente desenvolver novos meios de abordar assuntos ou problemas. Pensa à frente dos demais.

7. Motive os demais – Inspire os outros a terem bom desempenho pela transmissão de entusiasmo e paixão por fazer um bom trabalho.

8. Seja flexível – Trate problemas, pressões e estresses relacionados ao trabalho, de maneira profissional e positiva com foco orientado à solução.

9. Foque na qualidade - Promova e mantenha elevados padrões de qualidade no trabalho. As pessoas que apresentam esta competência produzem constantemente um ótimo serviço e aplicam disciplina e uma orientação detalhada, encorajando os demais. Além disso, procuram constantemente aperfeiçoar a qualidade dos produtos e serviços.


Fonte: Portal Catho

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Carreira - Meritocracia: sonho ou pesadelo?


Estabelecer uma cultura de méritos dentro da organização pode ser sonho para alguns e pesadelo para outros, porém, o objetivo principal da prática da meritocracia é reconhecer um colaborador pela dedicação e foco nas metas estabelecidas.

Este modelo de gestão é importante, pois, usado corretamente, pode motivar e incentivar o trabalho em equipe. Quando as metas são traçadas de acordo com a aptidão do funcionário dentro de um plano de metas global é mais fácil todos chegarem ao resultado e ganharem o reconhecimento em equipe.

Algumas empresas costumam traçar metas quase impossíveis, frustrando o funcionário ou premiando erroneamente os colaboradores. Com isso ocorre a desmotivação, pois o colaborador sentirá que não estará participando do desenvolvimento da empresa. O que acontece, geralmente, é que existe muito discurso e pouca prática correta deste modelo.
consultor em gestão de pessoas, Eduardo Ferraz, explica que a meritocracia, para funcionar, deve partir de uma solicitação da presidência em trabalho conjunto com o RH, sendo definida como diretriz estratégica da empresa. O RH atuará como administrador das competências dos funcionários e as metas serão traçadas pela diretoria.
Quando se traça um plano estratégico de metas é possível controlar o desempenho dos profissionais e identificar competências a serem desenvolvidas, “com isso haverá a diminuição do absenteísmo, o aumento do rendimento e a diminuição das reclamações”, explica David Plink, CEO do CRF Institute.

A melhor maneira de aplicar a meritocracia é estabelecendo uma meta global que estará atrelada a uma bonificação ou premiação dos funcionários. “Quando se estabelecem metas globais, onde cada regional ou departamento estará responsável por uma quota da meta geral, ocorrerá à motivação e um companheirismo por parte dos colaborados”, explica Ferraz.
Segundo Márcia Assim, gerente de RH do Kalunga, “a meritocracia é mais uma ferramenta de recursos humanos, em que os funcionários são alinhados aos objetivos da companhia. A vantagem inicial é a motivação dos colaboradores e a retenção de talentos. Porém, para a empresa, é delicado mensurar o desempenho de colaboradores que possuem as mesmas condições de trabalho, remuneração e cargos semelhantes, uma vez que isso pode trazer insatisfação dos que não forem premiados”.
Para que as características acima sejam aplicadas com sucesso é necessário um trabalho analítico de toda gerência e diretoria, para que os feedbacks sejam passados com antecedência, evitando o desconforto entre o colaborador e a equipe.


Como premiar?

Mais do que dinheiro, hoje em dia, os colaboradores estão buscando benefícios que agreguem valores, como mais tempo com a família ou, até mesmo, alguns dias de folga para realização de viagens, cursos ou congressos.
Para que a meritocracia tenha o efeito desejado para as duas partes, é interessante o diálogo entre todos os envolvidos, “incentivamos os colaboradores com reconhecimento, aceitação e promoção de carreira. Não necessariamente trabalhamos com benefício em dinheiro. O reconhecimento de um trabalho diferenciado traz status e a alegria de um trabalho bem feito, que cresce junto com a organização”, explica Márcia.
Algumas empresas traçam as metas atreladas ao retorno financeiro, fazendo com que os funcionários participem dos lucros anuais da empresa ou criando eventos diferenciados, por exemplo, custeando uma viagem para todos os colaboradores, “consideramos que os pilares do programa são: avaliação periódica, transparência nas informações e nos objetivos, aliados ao constante feedback”, finaliza a gerente de RH da Kalunga.


Fonte: Portal Catho

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Carreira: Bom uso das mídias sociais exige presença do líder


Todos nós sabemos que o uso das mídias sociais é inevitável e, até mesmo, algo inconcebível para ser proibido já que a presença dos smartphones e tablets está cada vez mais comum nos ambientes de trabalho. Neste contexto, como os líderes estão administrando corretamente o uso destas mídias?

Primeiramente, para que exista um diálogo entre líder e equipe é imprescindível à liderança compreender a importância das redes sociais, os impactos para a empresa e, consequentemente, para a equipe. “Quando o líder conseguir transmitir esses conceitos à sua equipe, desenvolvendo habilidades específicas para que utilizem a rede com eficácia, elas se tornam ferramentas poderosas de comunicação e desempenho, e não uma brincadeira ou uma simples perda de produtividade ou foco, como muitos líderes acreditam”, explica Eduardo Carmello, Diretor da Entheusiasmos e um dos cinco mais requisitados palestrantes sobre gestão de pessoas segundo o Top of Mind  de RH.

Torna-se fundamental para o gestor aprender melhor e de forma mais profunda as reais oportunidades que as redes sociais apresentam. Após isso, ele deve incentivar e treinar sua equipe para que possam explorar as redes como uma forma de ajudar seus clientes de maneira mais efetiva, promover sua marca e conseguir obter conhecimentos estratégicos e operacionais para o crescimento e alcance de seus objetivos. Proibir o uso das redes é não ouvir os próprios colaboradores, o líder precisa ir além daquele real amontoado de informações irrelevantes, ajudando a equipe a aprender a selecionar e captar os conhecimentos que são fundamentais para o negócio e para o desenvolvimento pessoal.
“O líder, ao se tornar um expert nas redes sociais, pode servir de orientação e exemplo sobre como obter melhores índices de eficácia e produtividade através das mídias sociais.” enfatiza Carmello.

Redes sociais a favor da empresa


Além do foco na equipe, quem lidera deve saber exatamente o que quer realizar com sua marca dentro de uma rede social, ou seja, entender que ficar fora da internet ou ser sensível a críticas é um dos maiores erros de se trabalhar nesse mercado. “As pessoas vão falar da marca, vão criticar, vão elogiar, vão sugerir mudanças, vão falar que foram mal atendidas no SAC ou no ponto de venda e a empresa deve estar preparada para tudo atender a demanda”, explica Felipe Morais, Diretor de Novas Mídias da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).
Felipe Morais compartilha algumas dicas para o líder administrar de maneira eficiente à equipe e o uso das redes sociais:

  • Ouça seus funcionários. Eles estão no dia-a-dia monitorando o que as pessoas falam;
  • Dê liberdade para os funcionários resolverem os pequenos problemas;
  • Incentive a troca de experiências entre os departamentos para a resolução de problemas;
  • Ensine para sua equipe que redes sociais são relacionamentos;
  • Peça monitoramento e análises da equipe. Veja o que eles têm a dizer sobre o que está acontecendo e tome decisão em conjunto;
  • Não bloqueie o acesso às redes pessoais, pois os profissionais podem e devem usar para pesquisas as páginas de outras empresas. Mas, se estiver atrapalhando o trabalho, deixe claro o propósito do acesso.




quarta-feira, 8 de maio de 2013

Carreira: Dedicação no trabalho x Qualidade de vida


No meio corporativo existe o consenso de que ter um bom desempenho no trabalho depende muito da qualidade de vida. Além de receber um bom salário ou benefícios vantajosos, atualmente é muito importante se sentir bem no ambiente em que atua. O lado financeiro é importante, mas, há tempos, não é mais o fundamental.


A pessoa organizada, que sabe administrar o próprio tempo e que consegue conciliar as diversas áreas da vida, estará, consequentemente, ganhando qualidade em todas elas. Isso está relacionado à família, trabalho e saúde. Tendo equilíbrio nestas esferas, o profissional irá performar melhor, conquistar melhores resultados e será mais feliz.

Trabalhar diariamente apenas pela questão monetária não é o ideal. O indivíduo deve listar atitudes e atividades para que possa se sentir bem consigo mesmo. “Tenho percebido que a questão do tempo é uma peça-chave. É tentar se desligar de assuntos relacionados à profissão nos períodos de folga e, dentro do dia, fazer coisas que gosta. É importante também ter uma relação boa com a equipe e com os demais colegas de trabalho”, aponta Cecília Shibuya, vice-presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV).

Não adianta o profissional pensar que não será cobrado por seu desempenho, pois a competitividade do mercado é cada vez maior. Traçar metas é essencial e a pessoa deve fazer um planejamento de seus objetivos para evitar estresse e ansiedade. O mais adequado é alinhar as necessidades do dia a dia para que transcorram da melhor forma a fim de viver com mais satisfação.

Além do estresse decorrente das pressões e responsabilidades, o ambiente de muitas organizações não é saudável. Isto acarreta em diversos impactos negativos como o presenteísmo (estar no trabalho, mas com a mente desconectada das atividades), absenteísmo (faltar no trabalho), afastamentos por doença e, consequentemente, queda no nível de produtividade como um todo.  “O trabalho é uma fonte de realização e as pessoas devem gostar do que fazem. Se aquilo que o profissional tem, considera não ser benéfico, é preciso buscar outra possibilidade. Se sentir mal no trabalho afeta o lado afetivo, intelectual, familiar, e a pessoa acaba adoecendo”, explica Shibuya.

Recursos Humanos

Um RH estratégico é fundamental e faz com que os líderes compreendam que os subordinados têm suas necessidades e anseios para performar com qualidade. As organizações consideradas melhores para trabalhar são preocupadas em oferecer programas de qualidade de vida. Os principais benefícios são aumento de produtividade, retenção de talentos e clima favorável.
“Tenho visto que as empresas estão, cada vez mais, consumindo seus funcionários, sem pensar na felicidade no trabalho. Produzir mais com menos faz com que as pessoas fiquem sobrecarregadas, cansadas e acabem atingindo um nível de estresse tão alto que impacta diretamente na vida particular”, opina Lenora de Oliveira Santos, coach pessoal e profissional.

Horas de dedicação

De acordo com a mais recente pesquisa “A Contratação, A Demissão e A Carreira dos Executivos Brasileiros”, realizada pela Catho Online com mais de 46 mil respondentes das mais variadas áreas e níveis hierárquicos, o brasileiro trabalha, em média 43,1 horas por semana, sendo que 17,8% do total admite executar suas tarefas semanais por, no mínimo, 51 horas:
Pesquisa Catho Online










Para Lenora, não saber administrar o lado particular e o trabalho faz com que as outras esferas da vida se descompensem, gerando frustrações e uma série de sensações negativas que vão impactar na atividade profissional.














“O suporte social e ter com quem contar e dividir experiências, é extremamente importante. O


envelhecimento saudável depende da convivência maior com a família e amigos. Percebo cada vez mais as pessoas buscando fazer atividades físicas, ações sociais e usufruir das férias desconectando-se totalmente do mundo tecnológico, entre outras ações”, completa a vice-presidente da ABQV.



quarta-feira, 24 de abril de 2013

Carreira: As vantagens do Home Office


Se você quer, precicou ou optou por um home office primeiramente deve escolher um que tenha o seu estilo e se adapte ao tipo de atividade que você exerce.

Uma prática que vem crescendo e tornando-se diferencial nas empresas é o uso do home office como possibilidade de trabalho. Esta proposta simples oferece flexibilidade, praticidade e custos menores para as corporações. Para trabalhar em home office é necessário ser disciplinado, dedicado e organizado. Quem consegue administrar estas três características terá uma produtividade positiva.


Para Otávio Ventura, diretor da Your Office, empresa que disponibiliza salas executivas para locação, “o home office é uma exigência dos tempos modernos, e se torna cada vez mais comum como forma de contratação de serviços no Brasil. As vantagens são da formalização e valorização da atividade, garantias dos direitos do trabalhador, redução de custos, aumento das margens de lucro e da competitividade. Além disso, o trabalho em casa gera uma melhor qualidade de vida do funcionário que, consequentemente, garante mais disposição, resultados e o fim da locomoção entre trabalho e residência”.
A empresa que investe nesta prática pode economizar, segundo dados da Euromonitor International, até 2 mil dólares por ano para cada empregado que não ocupa o espaço físico. “O fato de poder trabalhar em casa com comodidade, sem passar pelo estresse diário do trânsito ou transporte público, é um grande atrativo para o colaborador. E também por se tratar de um sistema de fácil operação e simples de se administrar é uma possibilidade para empresas que queiram economizar no cenário econômico atual”, explica Ventura.

Outra vantagem é o fato de ajudar o meio ambiente para André Magro, gerente da área de expertise Hays Human Resources, “não são somente as indústrias que alteram o meio ambiente, nos escritórios existe o gasto de papel com impressões desnecessárias, bem como o gasto de energia elétrica, e com o home office este fatores diminuem”.
No Brasil, atualmente, 1,2% das empresas já adotam o sistema de trabalho home office. Para que este número aumente é fundamental o apoio do RH com a criação de uma logística para que esse novo método de trabalho seja eficiente e produtivo. “Neste intuito, a atuação das gerências e chefias diretas é fundamental, no sentido de cobrar resultados dos colaboradores ao invés de uma simples frequência, o que é muito melhor”, explica Ventura.

Visão nas empresas

Grandes corporações estão aderindo ao home office incentivando, cada vez mais, a prática, “a IBM, por exemplo, tem 25% do seu efetivo trabalhando em casa”, conta Ventura.
Empresas que querem se destacar no mercado estão oferecendo este benefício para serem mais atrativas, juntamente com o RH estão montando programas de home office com foco nos resultados,“ muitas vezes o profissional é mais produtivo em horários diferenciados e, com isso, as empresas estão mudando o plano de gestão para verificar os  resultados dos colaboradores nestes períodos. Ou seja, fica mais fácil gerenciar se o funcionário está comprometido quando ele entrega maiores números dentro do prazo, independente da hora em que foi feito, esse é um ponto importante do home office, a liberdade de ação,” explica André.

Como cada profissional possui um perfil é necessário medir o nível de performance ao longo do programa de home office, para que seja realizado treinamentos para administração do tempo e tarefas, evitando um futuro desentendimento entre empresa e colaborador.



Abaixo mais algumas inspirações...